ACUMULANDO EXPERIÊNCIAS – CICLOTURISMO MONGÓLIA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA MONGÓLIA

EPISÓDIO #4

ACUMULANDO EXPERIÊNCIAS – CICLOTURISMO MONGÓLIA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

Na última semana no país, rolou um estresse. O cronograma atrasou por causa do mal tempo e da péssima condição das estradas, e por isso, tive que recuperar um dia pegando uma carona na caçamba do caminhão para não perder o voo para o Nepal, o próximo país da viagem, que você confere a partir de quinta-feira que vem.

Foram apenas 60 km, mas pareceu uma eternidade tomando aquele vento gelado e sacolejando pra caramba! Cheguei na pousada enjoado de tanto frio e esforço que fiz para segurar a bicicleta. Conversando através de mímicas e desenhos, a proprietária de uma pequena pousada me oferece uma refeição emocionante, uma cabeça de cordeiro que me fez lembrar uma das pessoas mais queridas da minha vida! Essa cabeça estava o fino, Vô Luís!

A viagem ao redor do globo continua!

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A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

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IMPORTÂNCIA DA PESQUISA E DO PLANEJAMENTO NO CICLOTURISMO – MONGÓLIA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA MONGÓLIA

EPISÓDIO #2

IMPORTÂNCIA DA PESQUISA E DO PLANEJAMENTO NO CICLOTURISMO – MONGÓLIA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Essa história de viajar sem planejamento por uma região desconhecida não é comigo! Sim, me considero um aventureiro, mas um aventureiro que calcula riscos, e não um destemido. Procuro usar as informações e a tecnologia ao meu favor! Lógico que tem dias que não é possível fazer pesquisas na internet para saber a previsão do tempo ou para que lado o vento vai soprar, no entanto, sempre que posso, uso a Internet, pergunto para os locais, verifico o GPS, abuso da minha própria experiência, e fico atento a qualquer sinal da natureza… Tudo isso, para gerenciar e minimizar os riscos e “sofrer” o mínimo possível. Mesmo assim, não descarto ser pego de surpresa. O negócio é ficar sempre alerta! Principalmente em lugares que você não conhece!

A ideia, é pedalar cerca de 1500 km em 4 semanas saindo de Ulan Bator, a capital da Mongólia, até o maior lago mongol, o lago Uvs, no norte do país, que permanece totalmente congelado boa parte do ano, e retornar a Ulan Bator, por um caminho distinto. No entanto, frequentes nevascas, estradas de terra sem estrutura em péssimo estado de conservação, poucos pontos de apoio, e muitas outras variáveis podem gerar atrasos significativos, e comprometer o cronograma planejado. Outro fator relevante é que a Mongólia possui a menor densidade populacional do mundo com menos de 2 habitantes por km², o que deixa a certeza de não poder contar muito com ajuda em caso de necessidade.

Depois que deixei o asfalto, encontrei alguns nômades guiando uma tropa de cavalos e cruzei com apenas dois ou três veículos. Antes de deixar a capital, comprei gás para cozinhar, algumas velas e álcool para servir de mecha para fazer fogo, e organizei minhas provisões com comida, água e roupas de frio. Por outro lado, deixei alguns equipamentos e roupas de verão, eliminando os alforjes dianteiros, já que voltaria a cidade antes de deixar o país.

Com as pesquisas na internet, sabia que teria 4 dias para percorrer cerca de 200 km até Zaamar, já que uma forte nevasca estava prevista. Chegar lá antes da tempestade era questão de vida ou morte.

A Mongólia é um planalto com 1500 metros de altitude em média, e teria que cruzar várias montanhas acima dos 2500m onde o frio é extremo. Neste trecho, as temperaturas nunca ultrapassaram 10°C durante o dia, e durante a noite chegou a 20°negativos. Tive muita dificuldade em dormir na barraca, chegando a passar duas noites em claro devido ao frio e a tempestade de areia que invadiu a barrada dificultando a respiração irritando os olhos e a garganta.

A pesquisa e o planejamento são importantes para dar confiança para seguir em frente, no entanto, em se tratar de viagem de bicicleta, é quase certo que algo vai sair fora do esperado. Por ser uma estrada nacional, esperava uma pista de terra em boas condições, mas o que encontrei foi uma estrada hora de areia fofa, hora de pedras soltas, me forçando a empurrar nos dois casos. Isso, quase comprometeu meu planejamento. Cheguei em Zaamar bem perto do pôr-do-sol, que nesta época do ano acontece pouco depois das 9 da noite. A tempestade chegou de madrugada! Não sei o que seria se estivesse na barraca. Esse susto me fez rever o roteiro e o cronograma para o restante da viagem.

Zaamar é um pequeno vilarejo ao lado do rio Tuul, onde existe uma das poucas pontes para cruzá-lo. Um posto de gasolina, duas vendas, um pequeno restaurante, algumas lojas de peças para veículos e alguns “yurts”, é tudo que a vila possui. Felizmente, a filha do dono de uma das vendas falava inglês e conseguiu arrumar um “yurt” para eu esperar o mal tempo passar. A tempestade veio forte, juntamente com uma nevasca que deixou o vilarejo 30 horas sem energia.

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A EMOÇÃO EM VIVER A CULTURA LOCAL – CICLOTURISMO MONGÓLIA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA MONGÓLIA

EPISÓDIO #1

A EMOÇÃO EM VIVER A CULTURA LOCAL

Fiz questão de gravar esse vídeo no momento em que acordei, para compartilhar a preparação de uma família mongol para encarar o dia. Aqui, todos compartilham um só cômodo, em uma cabana chamada “yurt”, habitação típica, parecida com uma tenda de circo forrada com lã, sem banheiro, água encanada e o fogão movido a lenha ou carvão mineral além de preparar as refeições serve de aquecedor para o rígido clima de Ulan Bataar, capital da Mongólia.

O pai estuda buscando artigos na internet antes de levar as 13 cabeças de gado para a pastagem nas montanhas, enquanto a mãe prepara o café da manhã. As filhas, se preparam para ir à escola e dividem as tarefas da casa, como recolher os colchões e cobertores do chão onde dormem, varrer o chão ou buscar água de carriola no centro de distribuição que abastece todo o bairro.

Ficar com essa família foi um dos momentos mais emocionantes da viagem. A família de Berg é muito simples, e vivem praticamente do recurso das 13 cabeças de gado que ele possui. Até por isso, todas as partes do animal são aproveitadas.

Essa típica sopa de soro de leite com ossos é um prato típico feito no inverno e na primavera, onde os ossos são reutilizados várias vezes antes de serem descartados e assim aproveita-se todo seu valor nutricional. Assim que a quantidade de gordura ideal é liberada pelos ossos, eles são separados para serem reutilizados em uma próxima oportunidade. Enquanto a mão cuida da sopa, as crianças preparam a rústica massa que complementa o prato.

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