O DIA EM QUE VI A MORTE DE PERTO – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA

TEMPORADA COREIA DO SUL

EPISÓDIO #3

O DIA EM QUE VI A MORTE DE PERTO – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA

A viagem de navio entre Busan e a Ilha de Jeju dura cerca de 12 horas. Jeju é a maior ilha da Coreia e um dos principais pontos turísticos do país. Além dos 560 mil habitantes, a ilha recebe todos os dias milhares de turistas.

Formada por erupções vulcânicas, oferece lindos visuais de rochedos, praias de areias brancas e negras, cavernas, montanhas, cachoeiras, e muito contato com a natureza. A ilha também é famosa pelo golfe, pelas tangerina e chá verde.

Dei a volta completa na ilha. Foram exatos 231,5 km, enfrentando vento forte, chuva e frio, mesmo assim estava animado com a boa comida e o lindo visual que a ilha oferece a cada curva e as poucas horas de sol pelas manhãs.

Jeju é incrivelmente mística e cheia de tradições…

Os Dol-Harubang, são estátuas de pedras vulcânicas, consideradas deuses pelo povo local, que acreditam trazer proteção e fertilidade, além de proteger contra os demônios da realidade. Elas estão espalhadas por toda a ilha em diferentes formas e tamanhos.

As Haenyeo ou as Sereias de Jeju contam uma história bastante interessante sobre a cultura local. O povo de Jeju possui uma relação estreita com a pesca. Com os homens trabalhando em alto mar por semanas, as mulheres adotaram a prática do mergulho em busca de algas, mariscos e moluscos, uma fonte inesgotável de alimentos por aqui. Com mais gordura corporal, se adaptaram melhor a temperatura da água e em tempo de escassez, ou com a dificuldade dos homens em arrumar trabalho, elas passaram a ser chefes de família, sustentando a cas, criando um forte atrito na cultura machista da Coreia, deixando os homens com as crianças e cuidando do lar. Usando apenas o ar dos pulmões, elas chegam a ficar 1 minuto debaixo da água e alcançam a profundidade de 20 m. Para recuperar o fôlego, soltam uma espécie de assobio característico conhecido como sumbisori. Hoje, devido aos ataques de tubarões, os riscos cardíacos causados pelo mergulho, e a falta de interesse das jovens em um trabalho tão difícil, existem menos de 5.000 mergulhadoras, e mais da metade acima de 60 anos.

O Hallasan ou Monte Halla, é um vulcão adormecido a mais de 1000 anos que possui 1950 m de altitude e está situado no centro da ilha. Sua cratera é um dos lugares mais visitados da ilha, Comecei a subida bem cedo, com forte neblina e muito frio. São quase 9 km de subida íngreme em meio a trilha coberta por gelo que levou cerca de 4 horas para ser percorrida. Depois que cruzei a linha da neblina, o sol apareceu e deixou o visual magnífico!

O Seongsan Ilchulbong é a cratera de um vulcão adormecido no extremo leste a Ilha de Jeju. Com 182 m de altura, possui formação cônica, típica de um vulcão, com uma enorme cratera criada a mais de 5 mil anos. Para alcançar o topo é preciso enfrentar uma escadaria que exige bastante preparo físico. E foi justamente nessas escadarias que tive a pior experiência da viagem quando um senhor que estava pouco degraus acima teve uma parada cardíaca. Notei que era o único ali que poderia fazer algo. Mesmo assim, meu esforço foi em vão. No blog, escrevi mais sobre isso. Se quiser saber mais detalhes, visite: https://atmagalhaes.wordpress.com/2015/02/21/tudo-vinha-bem-na-ilha-de-jeju-ate-que-vi-a-morte-de-perto/

Na minha cabeça se estabeleceu um misto de culpa e frustração ao mesmo tempo que a realidade me dava a certeza que não teríamos chances de salvá-lo. Ali, dei a viagem pela ilha encerrada, me perguntando quando iria conseguir tirar tudo aquilo da cabeça.

Peguei o barco de volta até Busan e fiquei mais uma vez na casa de Kim, que me tratou super bem! Ele já havia arrumado a caixa para empacotar a bicicleta, e fez a gentileza de me levar ao aeroporto no meio da madrugada gelada. Deixo aqui meu agradecimento ao Kim, e a todos os coreanos que contribuiram com a minha jornada no país.

Nos vemos em Taiwan na quinta feira que vem!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

PAÍS INCRÍVEL PARA VIAJAR DE BICICLETA – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA

TEMPORADA COREIA DO SUL

EPISÓDIO #2

PAÍS INCRÍVEL PARA VIAJAR DE BICICLETA – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA

Fiquei impressionado com a hospitalidade e solidariedade dos coreanos. A cada dia tive uma surpresa diferente e posso afirmar que seu povo é o que o país tem de melhor!

Ainda em Seul conheci Jinwon Choi atrvés que me apresentou o Jjimjilbang, uma casa de banho público, super apreciado pelos coreanos, que fez a diferença para suportar o inverno do país.

Em 2012 o governo sul-coreano investiu pesado na construção de ciclovias intermunicipais e busca cada vez mais incentivar a população a usar a bicicleta como forma de lazer e promoção de saúde. Oficialmente o país possui mais de 2.000 km de ciclovias pavimentadas, muito bem sinalizadas e seguras, e com boa estrutura para cicloturistas, que vem aumentando a cada ano. Buscando incentivar ainda mais a prática de viajar de bicicleta, a Organização Coreana de Turismo criou um Passaporte e distribui várias cabines de certificação pelas 7 ciclovias nacionais do país. Cada cabine possui um carimbo e a cada ciclovia percorrida, uma estampa é anexada ao passaporte. Quando o passaporte é totalmente preenchido o cicloturista recebe uma medalha de honra. Essa simples iniciativa vem atraindo cada vez mais adeptos a modalidade. Disparado, as ciclovias coreanas foram as melhores que já pedalei. A maior parte do percurso é por faixas exclusivas, e quando é compartilhadas com carros, são usadas sempre estradas secundárias com pouquíssimo movimento. Placas de sinalização alertam os motoristas e também guiam os ciclistas com precisão, sem deixar nenhuma dúvida sobre o caminho a seguir. Bombas de ar comprimido para encher os pneus, ferramentas, áreas de descanso, água e banheiros são encontrados ao longo de todo o trajeto. O ponto negativo é que as informações estão escritas com o ideograma local, e pode ficar difícil se orientar. Sempre margeando os rios, as ciclovias são prioritariamente planas. Em todo o meu trajeto de mais ou menos 600 km, encontrei apenas 4 montanhas com no máximo 550 metros de altitude.

Definitivamente o inverno coreano deve ser evitado. Além de pedalar com temperaturas abaixo de zero, as paisagens perdem um pouco do fascínio, já que tudo está queimado pelo gelo. Com o vento, a sensação térmica dispensa fazendo com que a máquina fotográfica que viaja no quadro da bicicleta pare de funcionar. Os rios amanhecem congelados e o tempo nublado é uma constante. Se for pedalar no inverno, o melhor é seguir de Seul para Busan, pois o vento sopra prioritariamente neste sentido nesta época do ano, no verão, a coisa inverte. Outra recomendação é fazer distâncias menores que possam ser cumpridas na parte mais quente do dia, evitando a alvorada e o crepúsculo, onde as temperaturas são realmente de quebrar os ossos.

Busan é a segunda maior cidade coreana com 3.5 milhões de habitantes aproximadamente. É o centro cultural, educacional e econômico do sudeste coreano. A cidade ganha destaque por abrigar o porto mais importante do país, que também é o 8° do mundo, distante apenas 190 km do Japão. Na cidade, fiquei hospedado na casa de Kim, mias um membro do WS que me tratou muitíssimo bem! Kim estava se preparando para fazer um tour na Europa e América do Sul e a identificação foi imediata. Fiquei 3 dias em seu apartamento no qual funciona um jimjibang privado, relaxando, escrevendo para o blog e usando-o como base para visitar a cidade. Meu novo amigo também me deu várias dicas sobre a Ilha de Jeju, o destino turístico mais famoso para os coreanos, que te convido a conhecer no próximo episódio.

Nos vemos quinta-feira que vem! Além de mapas e guias, o site: http://www.bike.go.kr, oferece todas as informações necessárias para viajar de bicicleta pela Coréia do Sul.

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

SEUL E O OUTRO LADO DE UMA GRANDE VIAGEM – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA COREIA DO SUL

EPISÓDIO #1

SEUL E O OUTRO LADO DE UMA GRANDE VIAGEM – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VOLTA AO MUNDO

Dificuldade de comunicação, imprevistos, informações erradas e conflitantes. Existe um outro lado de uma grande viagem de bike que geralmente não é comentado, mas que faz parte do dia-a-dia, e exige muito trabalho, atenção, paciência e muita perspicácia.

Eu não estou falando de escolher e equipar a bicicleta, montar roteiros, comprar equipamentos e roupas apropriadas, organização dos alforjes e etc. Para tudo isso existe até manual. Veja o que aconteceu comigo na Coréia do Sul. E se alguém souber de um manual para esses imprevistos, por favor, me avise!

Eu já ligo o radar antes mesmo de descer do avião toda vez que chego em um novo país. Ainda mais quando se trata de um país como a Coreia do Sul, com um alfabeto totalmente diferente do nosso. Para mim, aqueles risquinhos chamados ideogramas parecem chinês (risos).

Tudo certo dentro do aeroporto. Passei pela imigração, encontrei minha bagagem com facilidade e lá vou eu para o lado de fora do aeroporto. É bom lembrar que brasileiros não precisam de vistos para visitar a Coreia do Sul. Basta um passaporte válido por pelo menos 6 meses e a passagem de saída, que você terá a permissão de permanência por 90 dias.

Modernidade, tradição, boa comida e muito frio! Assim começou minha visita pelo 11° país do Projeto Da China Para Casa By Bike. Minha viagem pela Coréia do Sul começa pela capita Seul, o centro de um aglomerado de 25,6 milhões de pessoas, o segundo maior de toda Ásia.

Me hospedei no bairro de Myeong-dong, coração e um dos principais centros culturais e financeiros do país, que me fez lembrar a região central de São Paulo, com calçadões, prédios altos, lojas e muitos ambulantes.

Conhecida como a capital do celular, Seul é considerada a cidade mais plugada do planeta e o maior laboratório global da web com 90% da população conectada à internet. A modernidade e agitação tecnológica, com outdoors eletrônicos, o trânsito carregado, e muita gente apressada nas ruas, contrastam com a tradição e a tranquilidade dos Palácios históricos, praças e monumentos espalhados pela cidade.

Os principais palácios da capital são o Gyeongbok-gung, Deoksu-gung, Changdeok-gung, e o Changgyeong-gung, todos com uma arquitetura muito similar. O combo para conhecer os 4 Palácios custa cerca de US$ 9.

A Torre de Seul é um dos lugares mais visitados da capital. Conhecida como Namsan Tower, com 237 metros de altura, oferece vista de 360° da cidade e a subida pode ser feita de teleférico ou caminhando.

A gastronomia da Coréia do Sul é muito variada e quase tudo é apimentado. A base é sempre arroz ou noodls complementados com muita verdura, peixes, frutos do mar, carne de porco, frango e vaca e também o tofu. A marca registrada dos pratos coreanos sãos os banchans, que são os muitos acompanhamentos servidos com o prato principal. Os pratos mais tradicionais são o Bulgogi: carne marinada com shoyo, alho e semente de gergilim, servido com verduras; o Galbi ou Kalbi: uma espécie de churrasco picante de costela de porco ou vaca; e o bibimbap: que é uma mistura de arroz, vegetais e carne misturados e preparados em uma tigela.

A minha ideia é seguir pedalando até Busan, e depois conhecer a ilha de Jeju. A temperatura por aqui está perto ou abaixo de 0°C, e já choveu, fez sol e ficou nublado. Nos próximos episódios vou falar da boa hospitalidade local, da incrível estrutura do sistema cicloviário que fez da Coreia do Sul um dos meus países prediletos quando se fala em viajar de bicicleta, de como encontrei a solução para enfrentar as noites geladas do inverno sul coreano e muito mais! Nos vemos quinta feira que vem!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado!

Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – AUCKLAND, O DESTINO FINAL – DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #12

CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – AUCKLAND, O DESTINO FINAL – DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

Depois de conhecer a região de Rotorua e o parque geotérmico de Wai-O-Tapu, que você pode conferir no episódio anterior, Jordi e eu seguimos a nossa jornada pela Ilha Norte da Nova Zelândia em direção a Auckland, nosso destino final no país. No trajeto, que levou alguns dias, passamos por Hobbiton, a famosa e inflacionada vila onde foi filmado as trilogias Hobbit e Senhor dos Anéis.

Entre florestas e montanhas com lindas vistas para o mar, fomos nos aproximando do litoral, até chegarmos a outra praia famosa por causa do cinema. A linda praia de Cathedral Cove foi cenário do Filme as Crônicas de Nárnia, cuja minha filha Ana Laura, com 12 anos na época, curtia pra caramba!

Situada na Península Coramandel, a praia de Cathedral Cove é tão famosa quanto linda. Com areias brancas, águas agitado, cercada por penhascos que protegem a belíssima enseada onde fica a famosa caverna que se assemelha ao domo de um catedral, é um lugar perfeito para se fazer um piquenique ou mesmo passar algumas horas entre um banho de mar e as sombras de uma das árvores que proporcionam uma aparência ainda mais natural e selvagem ao ambiente.

Já em clima de despedida, Jordi e eu fomos aproveitando a estrutura que a Nova Zelândia oferece para os amantes da natureza, seja em campings selvagens, praias, ou simplesmente uma mesa de piquenique á beira da estrada.

Fundada em 1840, Auckland está para a Nova Zelândia, assim como São Paulo está para o Brasil. Embora não seja a capital, Auckland é o principal centro comercial, financeiro e econômico do país, assim como a cidade mais populosa com 1.4 milhões de habitantes, que corresponde a mais de 30% da população da Nova Zelândia. Com clima ameno, arborizada, organizada e relativamente segura, faz de um simples passeio entre as ruas e parques da cidade, uma ótima opção de lazer para quem viaja com orçamento baixo. A cidade está entre as 30 mais ricas do mundo, e possui um padrão bastante elevado para quem viaja em bicicleta e precisa economizar cada centavo. Para quem pode gastar uma graninha, a Sky Tower está entre as principais atrações da cidade. Com 328 metros de altura, é o edifício mais alto do hemisfério sul, oferecendo vista panorâmica da cidade e para os corajosos que curtem aventura, um emocionante salto de bungee-jump. Auckland é o lar de muitas culturas.

Com uma população predominantemente europeia, a cidade pode ser considerada a mais cosmopolita da Nova Zelândia, com uma importante comunidade Maori, chinesa, indiana e polinésia. As comunidades do Sudeste Asiático, e sul coreana também são bastante presente, e acaba sendo a válvula de escape com relação ao custo de vida. Os restaurantes asiáticos são uma mão na roda para comer bem e gastar pouco. Jordi e Eu escolhemos um rodízio de carne coreana para comemorar a chegada do ano ano e fazer a nossa despedida, já que em breve nos separaríamos.

Depois do jantar, descemos até a marina para tomar uma cervejinha, onde barcos sofisticados esperavam ansiosos, assim como nos, a contagem regressiva para 2015. E o ano novo chegou com uma linda queima de fogos do alto da Sky Tower.

2015 chegou e eu fiquei mais alguns dias na cidade esperando minha família que estava por chegar. Nesses dias, gastei meu tempo fazendo pesquisas sobre meu próximo destino, pescando, indo a praia, conhecendo os arredores e também achei um tempo para empacotar a bicicleta, já que para sair da Nova Zelândia, tive que pegar um voo! Mas antes disso, ainda deu tempo de passear com minha família e comemorar o aniversário de 13 anos da Ana Laura!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

AS ÁGUAS SAGRADAS DE ROTORUA -CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA -DA CHINA PARA CASA BY BIKE -VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #11

AS ÁGUAS SAGRADAS DE ROTORUA -CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA -DA CHINA PARA CASA BY BIKE -VOLTA AO MUNDO

Rotorua é sem dúvida, o lugar da Nova Zelândia, em que a cultura Maori é mais evidente e disseminada, não só entre os locais, mas também entre os turistas, com aldeias, museus, escolas e institutos de arte e cultura.

Mas não é só por isso que é o lugar mais visitado da ilha norte da Nova Zelândia. Situada no Círculo de Fogo do Pacífico, Rotorua é a terra das maravilhas geotérmicas, com poços de lamas borbulhentas, gêiseres que explodem a mais de 30 metros de altura, piscinas coloridas com temperaturas acima dos 50°C. crateras esfumaçantes, entre outras atrações.

Situado a 30 km de Rotorua, e administrado pelo departamento de Conservação da Nova Zelândia, encontra-se o Wai – O – Tapu, o maior parque geotermal da Nova Zelândia, que na língua Maori significa “Águas sagradas”. O parque possui 18 Km2 , e está situada na depressão vulcânica de Taupo, oferecendo aos turistas a oportunidade de conhecer inúmeros tipos de atrações geotérmicas raras em nosso planeta, cuja a formações remetem a 160 mil anos. O PH ácido, os diferentes componentes químicos como enxofre, ferro, carvão, manganês e vários outros, associados a temperatura da água, são responsáveis pelas diferentes colorações naturais dos lagos. No total, são 25 pontos de atrações distribuídos em 3 circuitos diferentes que é possível percorrer em algumas horas.

Entre as principais atrações do parque está o Lady Knox Geyser, que entra em erupção induzida pontualmente as 10:15h da manhã, elevando seu jato a 30 metros de altura. É um pouco decepcionante saber que sua erupção não é natural e sim provocada pelo homem, mesmo assim, acaba sendo um espetáculo interessante, assim como todas os lagos coloridos, crateras fumegantes, nascentes efervescentes, gêiseres e piscinas de barros borbulhantes.

Se você curtiu esse episódio, você pode, aqui mesmo nesse canal, assistir o episódio do Parque Nacional de Yellowstone nos EUA, outra região geotérmica incrível que eu visitei na minha volta ao mundo de bicicleta. O link do vídeo está no final desse episódio! A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado!

Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

O DIA A DIA NA NOVA ZELÂNDIA – CICLOTURISMO – REGIÃO DE TONGARIRO NATIONAL PARK – DA CHINA PARA CASA

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #10

O DIA A DIA NA NOVA ZELÂNDIA – CICLOTURISMO – REGIÃO DE TONGARIRO NATIONAL PARK – DA CHINA PARA CASA

Depois de deixar o Camping Vinager Hill, que você pode conferir no episódio anterior, Jordi e eu tivemos um dia sem muitas novidade, com vistas um tanto quanto desinteressantes. A paisagem começou a mudar quando nos aproximamos de Waiouru, e de repente apareceu em nossa frente o pico nevado do Monte Ruapehu para salvar o dia. Waiouru é uma das portas de entrada para conhecer o Tongariro National Park.

O Tongariro National Park foi fundado em 1894 e é o mais antigo parque nacional do país. Declarado Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco em 1990, o parque tem como principais atrações os Montes Ruapehu e Ngauruhoe com 2.797 e 2.291 m de altitude respectivamente. Com forte significado religioso e cultural para o povo Maori (povo nativo da Nova Zelândia), as montanhas simbolizam as ligações espirituais entre seu povo e o meio ambiente. A melhor maneira de visitar o parque é caminhando, já que é possível fazer um trekking e conhecer de perto seus vulcões e lagos.

Acampamos alguns quilômetros depois de Waiouru em uma floresta de pinheiros, e pela manhã enfrentamos forte vento contra e uma longa escalada de 1.074 m. Tudo bem que o sol forte e o fato de ladear as montanhas amenizaram bastante o sofrimento. Ótima desculpa para parar, descansar e fazer umas fotos…

Depois que alcançamos o pico foi só alegria na descida…

Outra atração da ilha norte é o Lago Taupo e o Rio Waikato. O lago é gigantesco, e dele brota o rio que é maravilhoso. Percorremos uma trilha de 7 km em sua margem. A trilha é para mountain bike, não para quem viaja pesado como eu. O resultado disso foi mais uma presilha de fixação do bagageiro dianteiro quebrada. Eu sabia do risco, pois já havia quebrado outras vezes. Nas trilhas a bike trepida muito! O reparo foi rápido, já que sempre carrego comigo peça de reposição.

No final do dia a missão é achar um local para acampar… já havíamos pedalado 20 km a mais que o proposto para o dia e não achávamos um lugarzinho se quer… no duro mesmo! O dia já ia embora, o sol que coloriu as nuvens de tons lilás-alaranjado já havia sumido no horizonte. O jeito foi bater na porta de uma fazenda… e mais uma vez fomos agraciado com um lugar para dormir… Um tanto quanto inusitado e um pouco fedido, mas naquela altura do campeonato, nos serviu como uma luva! Passamos a noite protegidos em um celeiro de tosa de ovelhas…

Depois de conhecer o Kerosene Creek, um rio termal que corta a região, fui com minha família visitar as mais famosas cavernas da Nova Zelândia, a Waitomo Caves.

Formadas a mais de 30 milhões de anos, esse conjunto de mais de 300 cavernas de origem cárstica, abrange mais de 40 km de extensão e é um dos principais pontos turísticos da região de Waikato.

A principal atração da Caverna de Waitomo é um morador chamado Glowwoms, um inseto bioluminescente, nativo e só encontrados aqui, que em sua fase larval, emite uma luz brilhante para atrair suas presas na escuridão. São milhares de insetos que fazem do teto das cavernas um espetáculo que lembra o céu mais estrelado do mundo! É um espetáculo maravilhoso e único! Para os mais fantasiosos, pode até parecer obra de ficção científica, já que as larvas criam um sistemas de armadilhas tecendo fios pegajosos luminescentes que atraem e aprisionam pequenos insetos antes de devorá-los. O fato curioso é que os indivíduos adultos vivem poucos dias. Tanto os machos como as fêmeas brilham, mas não tanto como as larvas. O único objetivo da bioluminescência nos adultos é o acasalamento..

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

CICLOTURISMO – O QUE A NOVA ZELÂNDIA OFERECE DE MELHOR – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #9

CICLOTURISMO – O QUE A NOVA ZELÂNDIA OFERECE DE MELHOR – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Picton foi nosso último destino na Ilha Sul, de lá, Jordi e eu pegamos o Ferry para uma viagem de 3 horas e meia até Wellington, a capital da Nova Zelândia, que possui cerca de 350 mil habitantes.

Fundada em 1830, essa jovem cidade é conhecida como Wellington dos Ventos, devido aos fortes ventos oriundos do estreito de Cook. É um importante centro financeiro, comercial e cultural do país. A cidade também ganha destaque com seu acervo arquitetônico, com fachadas Coloniais, Art Deco, Neogótica, imperial Francês, Inglês Tardio e casarões de madeira do século XIX. Embora possua alguns museus interessantes, um bonde e um teleférico nacionalmente famosos e ruas comerciais sofisticadas, não é propriamente, a cidade mais atraente da Nova Zelândia se tratando de turismo.

Ficamos hospeda na casa de Barry Brant, membro do WS, que anos antes, havia pedalado pelo Brasil. Durante sua viagem, Barry conheceu Eduardo Sator, um amigo de Caxias do Sul que foi nossa ponte de contato. Deixo aqui meu abraço e agradecimento aos dois!

Barry adora o Brasil e até arranha o Português. Ele nos deixou muito a vontade em sua casa, nos tratou muito bem e nos deu dicas importantes da região! Barry mora com sua esposa Fiona no alto de uma colina com vista para a cidade. Nossos novos amigos, não fizeram objeções em nos hospedar por 3 noites enquanto uma janela de ventos fortes e chuva, nos desencorajava a sair em viagem. Quando o tempo finalmente deu uma melhorada, seguimos as dicas de Barry e pegamos uma trilha para deixar a cidade.

A Remutaka Rail Trail é uma antiga ferrovia transformada em pista de caminhada e ciclismo de 22 km entre Maymorn e Cross Creek, que cruza as montanhas entre dois vales, o Mangaroa e o Wairarapa. A trilha Remutaka faz parte de uma rede de trilhas em parques públicos regionais administrada pelo Departamento de Conservação da Nova Zelândia. Em caráter recreativo é utilizada por mais de 30 mil pessoas por ano, e possui áreas de piquenique, banheiros e abrigos. Por se tratar de uma antiga estrada de ferro, a trilha apresenta um relevo gentil, algumas pontes de madeira e túneis curtos. A maior dificuldade da trilha foi cruzar um vale com um pequeno riacho ao fundo, onde a ponte não existe mais. Uma encosta íngreme associado as pedras soltas e o peso da bike exigiu bastante esforço.

As estradas da Nova Zelândia são desafiadoras, com bastante montanhas, sinuosas e quase sempre sem acostamento. A cada metro que se sobe, o vento parece aumentar e as subidas podem levar várias horas para serem superadas, mas é certo, para a felicidade geral da nação, que assim que se alcança o topo, vem um descidão delicioso pela frente!

Outro grande barato da Nova Zelândia é poder desfrutar de sua natureza. O país é lindo e seguro, onde acampar é realmente a melhor pedida…

O Camping Vinager fica ás margens do rio Rangitikel, um dos mais extensos do país com 185 km de extensão. O rio é famoso por oferecer diferentes formas de lazer como o jetboating, rafting, caiaque e pesca. O camping Vinager é equipado com banheiros e água encanada. No inverno é grátis, e acabou sendo o lugar perfeito para pernoitar, tirando os borrachudos, é claro!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

ACAMPAMENTO SELVAGEM – CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #8

ACAMPAMENTO SELVAGEM – CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Com Jordi, cheguei a Marahau, onde desbravamos a região escalando montanhas íngremes debaixo de um forte calor, sempre com um lindo visual para compensar o esforço.

Ficamos hospedado na casa de David por 3 dias. Nosso novo amigo, está sempre com a casa cheia, já que hospeda tanto membros do Warmshowers, como do Couchsurfing. 3 dias em sua casa, que possui uma vista incrível, foi tempo suficiente para organizar e-mails, postar nas redes sociais, pesquisar o próximo trecho, descansar e recuperar as energias, conhecer e cozinhar para pessoas das mais diferentes nacionalidades, e visitar a belíssima região do Parque Nacional de Abel Tasman, no qual vamos conferir ainda neste episódio, quando voltei a visita-lo com minha família.

De Marahau, passamos por Mutueka, capital nacional das frutas, onde nos deliciamos com kiwis verdadeiramente doces, antes de seguir para Nelson, em um trecho plano que á muito tempo não se via.

Nelson é conhecida por ser a região mais ensolarada da Nova Zelândia e por ser considerada a casa do artesão. Uma cidade pacata e organizada, que tem nas feirinhas artesanais seu grande charme! São mais de 350 artistas vivendo na região que exibem, seja nas ruas, estúdios ou em galerias sofisticadas, as mais diversas inspirações criativas em cerâmicas, vidros, madeiras, telas e em qualquer forma possível de se expressar a arte. É sem dúvida o lugar para comprar os suvenires mais originais da Nova Zelândia. O clima de sol, combina com a atitude positiva dos seus 53.000 moradores, atraindo gente do mundo inteiro, tornando a cidade um verdadeiro centro de entretenimento artístico, cultural e gastronômico, sem falar nos restaurantes e pub´s de cervejas artesanais. Um desfile nas ruas da cidade, tornou minha passagem por Nelson, ainda mais divertida!

A região de Tasman Bay, fica no Norte da ilha Sul da Nova Zelândia e é conhecida por suas belas reservas e parques nacionais, como é o caso do Abel Tasman Park, o menor parque nacional do país, que é um destino excelente para fazer caminhadas nas belíssimas trilhas costeira a beira de penhascos, com praias de tirar o fôlego em meio a uma natureza exuberante. Administrado pelo Departamento de Conservação da Nova Zelândia, o parque possui uma infraestrutura incrível com campings, cabanas rústicas e banheiro orgânicos. Todas as trilhas são devidamente sinalizadas, podendo-se levar de 1 a 5 dias para serem percorridas. A maior trilha possui 51 km, e a dica para quem quiser se aventurar por ela, é levar água, comida, roupas apropriadas, já que pode esfriar bastante durante a noite, e muito repelente.

Não existe estradas dentro do parque, e para conhecê-lo é preciso caminhar. Optamos em fazer uma belíssima trilha cercada por montanhas arborizadas, que a cada curva nos revelava uma baia com praias belíssimas de areia dourada e águas translúcidas, até chegar em Apple Tree Bay, onde passamos a noite cozinhando mexilhões frescos pescados na hora, assando milho verde, salsichas e marshmallow e curtindo um céu maravilhoso ao lado da fogueira! Foi uma noite inesquecível!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado!

Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

AVENTURA NO GELO – FOX GLACIAR – NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #6

AVENTURA NO GELO – FOX GLACIAR – NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

O glaciar Fox é uma geleira situada no Parque Nacional de Westland na costa oeste da Ilha do Sul da Nova Zelândia.

Com 2.600 m de altura e 13 km de extensão que vão dos Alpes até à costa litorânea, o Fox Glaciar é uma das geleiras mais acessíveis do mundo, recebendo mais de 1000 visitantes por dia na alta temporada. É um dos únicos glaciares do mundo que termina em uma exuberante floresta húmida e que apesar de ter diminuído de tamanho no último século, ao contrário da grande maioria de geleiras do mundo, vem crescendo um metro por semana desde 1985, contrariando assim, a teoria do aquecimento global.

O Fox Glaciar é nutrido por 4 geleiras alpinas que absorvem cerca de 30 metros de neve por ano. Essa neve compactada centenas de metros ao longo dos anos, recebe o nome de gelo azul, que desliza morro abaixo, formando uma cascata magnífica de 300 metros de espessura.

Pressionado por um vale íngreme, e pela pressão atmosférica, o gelo derrete, que associada a grande quantidade de neve derretida do topo, faz com que ás águas fluam bem mais rápido que a maioria das geleiras do mundo. Esse feito causa rachaduras profundas e o derretimento superficial cava sulcos na superfície que alimentam o rio Fox, que corta a verdíssima floresta tropical e desagua no Mar da Tasmânia. A oportunidade de caminhar entre as geleiras é uma experiência incrível!

O passeio é tão surreal que não foi possível andar 30 metros sem fazer uma foto! Caminhar nos apertados túneis azuis formados pelo derretimento da neve emocionou a todos nós! Claro, quando o túnel foi se estreitando, essa emoção também gerou apreensão e adrenalina e um certo alívio quando voltamos a superfície.

A experiência de desbravar o Fox Glaciar foi uma das grandes experiências vividas na viagem, e poder sentir essa emoção ao lado da minha filha foi indescritível!

A viagem ao redor do globo continua! Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado!

Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

COMO É PEDALAR NA CHUVA E FRIO? CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #5

COMO É PEDALAR NA CHUVA E FRIO? CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

Logo depois de deixar Queenstown em direção a Wanaka, enfrentei uma longa e sinuosa subida onde tive que parar várias vezes para recuperar o fôlego e fazer uma boquinha.. A vantagem foi que a cada parada o visual ficava cada vez mais bonito… E como tudo o que sobe desce… lá fui eu curtindo um descidão que me levou até a porta da cidade….

Em Wanaka, reencontrei com Jordi, o espanhol que conheci no aeroporto no dia em que chegamos na Nova Zelândia e daqui seguiremos juntos até Aukland. Ele começou a pedalar na Austrália e depois segue para o Hawai e Estados Unidos.

Choveu e ventou muito nessa semana. Em 7 dias de pedal foram apenas duas manhãs com sol! De resto, garoa, chuva moderada ou pé d´água! Pedalar com chuva quando está calor é uma coisa, mas quando está frio o negócio muda de figura! A primeira providência a ser tomada quando chove e está frio é com a vestimenta. Ficar molhado e exposto ao frio pode comprometer a viagem seriamente e é por isso que uso roupas impermeáveis da cabeça aos pés. Assim, a temperatura corporal mantem o corpo aquecido… o problema começa a surgir com o suor. Depois de algum tempo pedalando a transpiração é inevitável e se é possível não permitir que a água da chuva penetre, é inevitável evitar o suor. Para amenizar a sensação de frio, visto uma camada de roupa conhecida como “primeira pele”, que é feita de um tecido sintético que mesmo molhado, mantém a temperatura corporal, mesmo porque, a próxima camada de roupa, geralmente de fleece ou lã, retém o calor que vem do corpo e isola o frio que vem de fora… E só então visto a roupa impermeável e contra vento. Assim sigo confortável, sem frio, até que meu corpo resfrie novamente… Geralmente isso acontece quando paro para descansar… O corpo esfria, a roupa gela rapidamente e a única coisa a fazer é trocar a primeira pele ou voltar a esquentar o corpo pedalando! É por isso que as paradas quando esta chovendo são sempre curtas. Como algo rápido e sigo no pedal, tendo como meta, alcançar o mais rápido possível o objetivo do dia. Evitar que o corpo esfrie é a melhor solução para dias frios e molhados. Geralmente na noite anterior faço uma pesquisa na internet para saber se vai chover, que horas ela está prevista e em que intensidade ela vai cair. Então, já deixo tudo preparado e organizado dentro dos alforjes. Outro problema em se pedalar na chuva é quanto a segurança, já que o asfalto fica mais escorregadio. Na sinuosa estrada nacional n° 6 da Nova Zelândia, que se estende por 1162 km pelo lado oeste da ilha sul, o perigo é ainda maior com a falta de visibilidade dos carros, encobertas pela densa vegetação e pela densa neblina, pela pista estreita e pela falta de acostamento. Também é comum ser ultrapassado por caminhões em alta velocidade.

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado!

Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com