Um dia de cão!

Já levei vários carreirões de cachorros no Brasil! Mas nada parecido com o que aconteceu hoje.

Deixei o hotel à procurar de um lugar para tomar café da manhã como faço todos os dias. Lá longe avistei uma dupla de cães entre a rua e um terreno tomado pelo mato. Eles estavam longe e deu tempo para aumentar a velocidade… fui para o outro lado da rua para me afastar e segui pedalando… de olho neles.

A princípio os cães  estavam de costas o que me deu uma certa tranquilidade… e lá fui, já bem embalado e fincando os pés nos pedais!

Fui me aproximando e meu ângulo de visão foi aumentando… Ô loco! Pensei!!!! Tem mais uns três, cinco… putz!! Que monte!!!

Parei de contar quando passei em um pequeno quebra molas e meu trailer fez um barulho suficiente para chamar a atenção de um deles que começou a latir e imediatamente veio em minha direção seguido pelos “comparsas”.

Disparei um FDP e acelerei o mais que pude! Não foi suficiente para me livrar… A cainçalha começou a me cercar e disparar latidos nada amigáveis… Os dois que estavam na frente investiam contra meu pneu dianteiro e os outros atacavam dos lados e por trás…

Comecei a ziguezaguear e gritar… e como um time bem treinado eles investiam se revezando… uns 5 ou 6 de cada lado e os dois na frente, tentando me fazer parar de pedalar… Quase perdi o controle quando um deles tocou de leve a roda…

O ziguezague e os meus gritos e palavrões faziam-nos refugar e outro imediatamente atacava do outro lado! Cravei os dedos no guidão e fiz força… com medo danado de cair da bike e ser estraçalhado por aqueles dentões…

Um deles atacou o meu trailer com uma bocada… senti o puxão… nem olhei para trás… e enfim eles cansaram…

Rapaz!!! Foi um susto e tanto! Fiquei puto! Lá na frente parei… esperei um pouco, recuperei o fôlego e voltei para pegar a minha caramanhola que caiu na confusão.

Ainda consegui fotografar dois dos bandidos.

Ainda consegui fotografar dois dos bandidos.

A mordida de um dos cães rasgou a capa que protege o trailer.

A mordida de um dos cães rasgou a capa que protege o trailer.

Angkor – Camboja – Um dos maiores tesouros arqueológicos do mundo e a maior estrutura religiosa da história da humanidade.

Perto de Siem Reap (Camboja) encontra-se a maior estrutura religiosa já construída e um dos tesouros arqueológicos mais importantes do mundo. Berço da cultura Khmer (grupo étnico que dominou a Indochina entre os séculos IX e XV), Angkor ostenta vários templos com uma incrível riqueza arquitetônica. Patrimônio Mundial da Unesco desde 1992, esse importante centro religioso (hindu e depois budista) possui cerca de 1000  km² e estima-se que meio milhão de pessoas viveram ali, sendo o maior assentamento humano da era pré industrial.

O parque arqueológico de Angkor é o principal ponto turístico e destino obrigatório para quem visita o Camboja. Pela sua grande importância, é destaque na Bandeira Nacional.

Angokor Wat é o maior e mais bem preservados dos templos e o único que ainda possui algum significado religioso.

Templo de Angkor Wat

Templo de Angkor Wat

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Templo de Angkor Wat

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Templo de Angkor Wat

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Templo de Angkor Wat

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Templo de Angkor Wat

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Templo de Angkor Wat

E é claro que fui conhecer tudo isso de bicicleta! Veja algumas fotos de outros templos feitas com a Go Pro de cima do meu capacete.

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Camboja, da fronteira a capital!

Levamos dois dias pedalando da fronteira do Vietnã com o Camboja até chegar a capital Phnom Phen. A distância é relativamente curta, no entanto, paramos dezenas de vezes para fotografar. Para Roald a viagem terminou e eu volta a pedalar só. Agora é só esperar a minha irmã chegar.

O calor aqui está terrível, e as estradas embora asfaltadas, são irregulares, cheias de crateras e não possuem acostamento. O trânsito complica apenas nas intermediações das cidades, depois diminui bem e me sinto mais seguro.

Os cambojanos estão sempre sorrindo. Muitos falam inglês e adoram conversar com estrangeiros. Por onde passamos as crianças soltam um “hello” e se você responde com o mesmo “hello” eles soltam outro e não param até que me distancio… é um barato! O último “hello” é sempre deles!

Uma cultura simples que retrato abaixo pra vocês através da lente da minha câmera fotográfica…

Escola no interior do Camboja

Escola no interior do Camboja

Recebendo o carinho das crianças..

Recebendo o carinho das crianças..

Criança pedala na estrada e bate papo em inglês com Roald

Criança pedala na estrada e bate papo em inglês com Roald

Amanhecendo...

Amanhecendo…

Adolescente com total domínio da língua inglesa.

Adolescente com total domínio da língua inglesa.

Na estrada...

Na estrada…

Na beira da estrada...

Na beira da estrada…

 

A estrada...

A estrada…

Cambojana fazendo pose de triste por não ter parardo em sua barraquinha..

Cambojana fazendo pose de triste por não ter parardo em sua barraquinha..

Açougue na beira da estrada...

Açougue na beira da estrada…

7 da manhã! Indo para lavoura....

7 da manhã! Indo para lavoura….

Fugindo do calor... 13:00h... sol rachando!!!

Fugindo do calor… 13:00h… sol rachando!!!

Isso é rã recheada... comemos sem descer das bicicletas

Isso é rã recheada… comemos sem descer das bicicletas

Cara a cara com a serpente!

Hoje, desviei um pouco da minha rota para conhecer uma fazenda de criação de cobras. Na verdade o passeio foi decepcionante. Primeiro porque estava esperando ver aquele show característico de manuseio de serpentes que não rolou. E o outro fato negativo foi ver como os animais são tradados. Além de cobras, que muitas tiveram as línguas amputadas, outros animais como macacos, e ursos vivem acorrentados ou em jaulas minúsculas.

De qualquer forma, foi a primeira vez que fiquei frente a frente com uma Naja!

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A Fruta do Dragão

Acharam difícil a pergunta?  A plantação é de Pitaya, fruto de uma espécie de cactos proveniente da América Central também produzida no Vietnã! Suculenta, a polpa pode ser vermelha ou branca com sementes pretas. No Vietnã as pitayas vermelhas são mais comuns, embora exista também as de casca amarelas.

Aí vai uma dica!Caipirinha de pitaya com saquê… fica show de bola! Eta saudade da Ilhabela!!!

Dick Arias Ferreira, Renato Ventre e Lair Calderan foram os vencedores do desafio. Parabéns a vocês e muito obrigado á todos que participaram!

Pitaya

Pitaya

Brunan Uniformes e Ásia by Bike testam seu conhecimento

A ideia de criar uma brincadeira surgiu dos meus devaneios pedalando. Quando vi pela primeira vez essa plantação fiquei curioso em saber do que era. Demorei dois dias para descobrir. E você, topa o desafio?

A brincadeira é simples! Pelas fotos, você tem que adivinhar do que é esta plantação. As 3 primeiras respostas certas postadas por mensagem no facebook leva um avental Ásia By Bike confeccionado pela Brunam Uniformes.

Atenção:

1. Só serão aceitas as respostas postadas por mensagem no facebook e a brincadeira acaba quando houver 3 respostas certas.

Um pouco mais perto...

De longe…

Um pouco mais perto...

Um pouco mais perto…

Bem de pertinho... agora ficou fácil!

Bem de pertinho… agora ficou fácil!

Vietnã com cara de Brasil

Quanto mais me aproximo do sul do Vietnã, mais ele fica parecido com a região nordeste do Brasil. Relevo, paisagem e temperatura. Entre 11h e 14h fica difícil pedalar devido ao forte calor.

Fugindo do sol e apreciando o visual em um restaurante de beira de estrada entre Phan Rang e Phan Ri Cua

Fugindo do sol e apreciando o visual em um restaurante de beira de estrada entre Phan Rang e Phan Ri Cua

As estradas já não são tão planas como no norte do país. Dunas, coqueirais e belas praias formam um cenário ideal para veraneio. Desde Nha Trang até Phan Thiet onde estou, os turistas Russos são maioria. Placas e cardápios em restaurantes são traduzidos em Russo, e não em inglês com é comum.

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Praia em Múi Né com cara de Nordeste.

Praia em Múi Né com cara de Nordeste.

Nessas cidades turísticas é comum encontrar restaurantes mais sofisticados que contrastam com a simplicidade das comidas de rua apreciadas pelos locais.

Delícias das ruas.

Churrasquinho de rua.

Amizade para a vida toda!

Esses dias de pedalada com Edi, Ronny e Daniel foram muito especiais!

Além de quebrar a minha rotina de cicloturista solitário, ou pela tranquilidade  e diversão que é viajar em grupo, esses dias serviram para conhecermos melhor uns aos outros. Brincadeiras, piadas, cumplicidade, respeito e a certeza de que jamais esqueceremos esses dias juntos!

Muito obrigado e como disse Ronny em nossa despedida: Espero revê-los novamente um dia!

Eu e Edi, carinhosamente apelidado de General.

Eu e Edi, carinhosamente apelidado de General.

Daniel... "O Figura"!

Daniel… “O Figura”!

 

Ronny, sempre de bem com a vida!

Ronny, sempre de bem com a vida!