Ang Thong National Marine Park

Hoje foi dia de visitar um dos lugares mais espetaculares que já estive, o Ang Thong National Marine Park.

Este arquipélago possui 42 ilhas cobertas com vegetação típica de florestas tropicais e muitas  prainhas desertas. Este grupo fascinante de ilhas está distante cerca de 45 minutos da Ko Samui em lancha rápida. Geograficamente diferente das outras ilhas da região, as ilhas  de Ang Thong sobem do mar como paredes de rocha lapidadas dezenas de metros de altura. Além das muitas pequenas enseadas e belas praias, há erosões que moldaram algumas formações interessantes, como por exemplo, a Green Lagoon. Aqui as imagens valerão muito mais do que minha tentativa de descrever este lugar incrível.

Ang Thong National Marine Park - Ko Samui - Tailândia.

Ang Thong National Marine Park – Ko Samui – Tailândia.

Ang Thong National Marine Park - Ko Samui - Tailândia.

Ang Thong National Marine Park – Ko Samui – Tailândia.

Ang Thong National Marine Park - Ko Samui - Tailândia.

Ang Thong National Marine Park – Ko Samui – Tailândia.

Ang Thong National Marine Park - Ko Samui - Tailândia.

Ang Thong National Marine Park – Ko Samui – Tailândia.

Ang Thong National Marine Park - Ko Samui - Tailândia.

Ang Thong National Marine Park – Ko Samui – Tailândia.

Ang Thong National Marine Park - Ko Samui - Tailândia.

Cynthia curtindo a vista no Green Lagoon – Ang Thong National Marine Park – Ko Samui – Tailândia.

Ang Thong National Marine Park - Ko Samui - Tailândia.

Ang Thong National Marine Park – Ko Samui – Tailândia.

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Ang Thong National Marine Park – Ko Samui – Tailândia.

Ang Thong National Marine Park - Ko Samui - Tailândia.

Green Lagoon – Ang Thong National Marine Park – Ko Samui – Tailândia.

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Ilha de Ko Samui – Crocodilos, serpentes e alguns micos

Chegamos em Ko Samui, a ilha mais bem avaliada pelos guias turísticos no Golfo da Tailândia (lado de dentro do continente).  A última parada ainda em ritmo de descanso antes de retornar ao pedal.

A ilha é conhecida por ter a maior variedade de coco do planeta e é completamente voltada ao turismo, de mini golfe a bar de gelo, encontra-se de todo tipo de entretenimento para todos os tipos de turistas “ocidentais” (nada de locais se divertindo por aqui).  Tivemos o prazer de presenciar espetáculos de tirar o fôlego e o desprazer de cair em armadilhas e enganações, e como vocês sabem, fico p. quando isso acontece. Deixa eu contar o que aconteceu…

O elefante é um dos símbolos mais tradicionais da Tailândia.  Eles estão por todo lado. Nas lojas de souvenires, nas camisetas, e também em todos os folders de passeios por aqui.  Apesar do passeio clichê, não podíamos deixar de experimentar o tal passeio de elefante.  Vou resumir se não este post var ter 200 páginas: nos venderam um passeio de elefante (tracking) de uma cachoeira a outra e mais um sh0w de elefantes no final, e o que tivemos foi um passeiozinho mequetrefe por meio de umas árvores para turista idiota ficar feliz.  Pois bem, fiquei puto,  exigi meu dinheiro de volta, e quase chamamos a polícia. Bati boca, na verdade me alterei com o funcionário. Foi um bafafá… e consegui reaver uma parte do dinheiro.

Passeio de elefante polêmico.

Passeio de elefante polêmico.

Superado o trauma do passeio de  elefante, os cartazes de shows de cobras e crocodilos nos chamaram a atenção.  Chegamos na “Crocodile Farm” e em principio nada nos surpreendeu.  Pra falar a verdade ter ido aos parques da Disney nos deixam mal acostumados…. Nada fica organizado e bonito o suficiente depois de se conhecer o mundo maravilhoso de Walt Disney.  O espetáculo do show das Orcas no Sea World por exemplo é lindo, mas não se compara com a experiência dos shows que vimos aqui.  Para se ter uma ideia a mão do instrutor de crocodilo era toda cheia de cicatrizes, lembranças de uma mordida de uma das feras anos atrás.

Que coragem!!!

Que coragem!!!

Impressionante!

Impressionante!

O cara treina o crocodilo na raça! Ali, a sensação do espetáculo é parecida com a de assistir um bom filme de suspense… você nunca sabe se o cara vai ou não sair vivo depois de enfiar a cabeça na boca do crocodilo.  Ele enfia a mão na goela do bicho e fica com ela lá, por sei lá, 10 segundos…. A Cynthia parecia que ia ter um treco… de fato uma coisa maluca difícil de explicar.  E se ele tomasse outra mordida ali?

O show das cobras foi igualmente surpreendente e aterrorizante… Os caras ficam atiçando as Najas e elas dão o bote, e eles desviam, como se estivessem brincando com a morte.  Uma picada daquelas cobras pode matar em questão de segundos…

Só pensava no Pitoco... kkk

Só pensava no Pitoco… kkk

Eu estava doido para eles me chamarem no palco, ahhh e não deu outra, pediram um candidato e lá fui eu…  kkkkk… Quase fiz nas calças! Parecia que estava congelado, nem respirava para elas não perceberem que eu estava ali.  Saí dali rapidinho com a certeza de que não quero nunca mais estar tão perto dessa serpente. Pensei logo no causo do Pitoco (mas isso é pra outra hora). Saímos dos espetáculos e não conseguíamos parar de lembrar das cenas que vimos, do perigo que os caras corriam, da falta de equipamento (os caras descalços!) e por aí vai.  Valeu muito a pena!

No começo eu estava com medo...

No começo eu estava com medo…

... depois continuei com medo!

… depois continuei com medo!

Que medo nada!?

Que medo nada!?

 

Congelou???

Congelou???

Outro passeio “mico” foi o jardim das borboletas e insetos, onde supostamente há milhares de espécies de insetos e borboletas. Fui na esperança de tirar muitas fotos, massss furada! Deve ser passeio para quem mora no Alasca que nunca viu borboleta na vida.  Nada demais.

Butterfly Garden

Butterfly Garden

Butterfly Garden.

Butterfly Garden.

Ilhas de Ko Tao e Ko Phangan

Depois que a Cynthia chegou pedalamos cerca de 550 km até chegar em Chumphon e de lá embarcamos em um ferry boat para conhecer as 3 principais ilhas do Golfo da Tailândia. Era o descanso que estávamos precisando depois de sofrer com falta de banho, café da manhã apimentado, sol forte e vento contra. 

Ko Tao é a menor das 3 ilhas e foi a nossa primeira parada. A Cynthia nos presenteou com um belo hotel de frente para o mar na praia de Sairee, um dos lugares mais transados da ilha.
Café da manhã na praia de Sairee, Ko Tao.

Café da manhã na praia de Sairee, Ko Tao.

O mar de água clara torna possível avistar cardumes e peixes solitários mesmo de fora da água e quando o dia acaba o por do sol nos brinda com um belíssimo visual.
Curtindo o dia de descanso.

Curtindo o dia de descanso.

O ponto alto da ilha é um passeio de barco com a possibilidade de fazer snoorkling entres os corais, cardumes, e um excitante mergulho com os tubarões. Embarcamos para o passeio bem animados, mas como prevíamos, a Cynthia enjoou com o balanço da maré e tivemos que deixar o barco já na segunda parada. Foi-se a minha oportunidade de mergulhar com os tubarões...
Eu espera ver tubarões... e acabei me contentando com peixinhos de aquário.

Eu espera ver tubarões… e acabei me contentando com peixinhos de aquário.

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Ko Phangan já é bem maior e o nosso hotel dessa vez era longe do centro por isso resolvemos alugar uma scooter. To ficando quase bom nessas motinhas! 
Essa ilha é conhecida por proporcionar festas de grande porte. Demos sorte pois a festa mais esperada, The Full Moon Party, ou Festa da Lua Cheia aconteceu exatamente quando estávamos na ilha! Mais ou menos, pois dessa vez fui eu quem passou mal e melei o passeio.Tudo ia bem, passamos o dia na praia Haad Mae Haad onde é possível acessar uma ilhota a pé quando a maré fica baixa.  Fiz snorkeling e tudo estava ótimo até que no caminho de volta para o hotel comecei a me sentir fraco e com enjoo... Dali para frente o mal estar piorou e lá se foi a nossa festa.  A única festa de toda a viagem, e eu ainda fiz o favor de ficar enjoado! Fiquei p. Parecia mesmo uma virose... Enfim, nada de festa.  No dia seguinte, obviamente acordei melhor, o que me deu uma raiva danada.
Dando um descanso para a bike... Eita trem arisco, sô!!!

Dando um descanso para a bike… Eita trem arisco, sô!!!

Nossa próxima parada é Ko Samui, a maior e mais turística de todas as ilhas!

Um verdadeiro espetáculo enclausurado e a céu aberto ao mesmo tempo

Hoje desviamos um pouco nosso trajeto para visitar a Caverna Phraya Nakhon dentro do parque nacional Khao Sam Roi Yot.  A caverna é acessível através de duas trilhas, uma de 1,5 km e outra de 430m.  Pode-se ir de barco e pular a primeira trilha, mas a segunda não tem jeito.    Como o trajeto por aqui  é muito plano e não nos permite muitas vistas panorâmicas, optamos por encarar a pé a trilha apostando no visual. E deu certo! Depois de muito sobe e desce chegamos  em uma linda praia, de onde dava-se início a outra trilha.  Essa trilha, meu amigo, foi de doer apesar da curta distância.  Forte calor e chão irregular. Levamos uma garrafa de água por sorte, mas ainda ficamos com sede na volta…. A cada degrau que subia pensava que era melhor aquela caverna não me decepcionar… pois passei por outras muito legais na China e estava com a expectativa cada vez mais alta, a medida em que a dificuldade da trilha aumentava.

Chegamos em uma espécie de saguão e dali já pude perceber que não se tratava de nada parecido com as demais cavernas que encontrei no caminho.

Essa era especial.  O teto altíssimo e imponente era surpreendentemente vazado, permitindo a entrada de raios de sol o que permite florescer vegetação nativa.  Uma incrível combinação de rochas, luz solar e muito verde.  Um verdadeiro espetáculo enclausurado e a céu aberto ao mesmo tempo, se é que isso é possível.  Difícil mesmo explicar… melhor dar uma conferida nas fotos…

Vista da trilha.

Vista da trilha.

A trilha e o terreno irregular.

A trilha e o terreno irregular.

Cavernas Phraya Nakhon.

Cavernas Phraya Nakhon.

Cavernas Phraya Nakhon

Cavernas Phraya Nakhon

Linda vegetação na Cavernas Phraya Nakhon.

Linda vegetação na Cavernas Phraya Nakhon.

 

Alguns episódios dos dois últimos dias de pedal

Como o vídeo que postei ontem era muito pesado, e o hotel que ficamos muito barato, levei quase a noite toda para baixar o vídeo.  Por isso vou condensar os melhores momentos do pedal de ontem e hoje:

Bando de macacos a beira da estrada.

Bando de macacos a beira da estrada.

Logo que o pedal começou, encontramos uma família toda de macacos que parecia aguardar nossa passagem… eram mais ou menos dez em cima do guardrail e só saíram dali quando cheguei bem pertinho.

Depois talvez a hora mais engraçada do dia… Paramos para almoçar em um lugar que parecia movimentado demais para ser verdade.  Os restaurantes nunca ficam tão lotados.  Passamos em frente, fizemos um sinal com a mão indicando “comida” “food” acenaram que sim… e paramos famintos. Começaram a servir comida sem a gente pedir, um monte de comida… aquilo não era normal…  Minutos depois descobrimos que era uma festa!  Nem entendemos direito de que se tratava a festa, mas tinha um cunho religioso (budista)…  Comemos muuuito e tentamos nos comunicar sem muito sucesso com os demais convidados.  Estar de bicicleta e com cara de cansado deve ter ajudado na decisão de nos convidarem….

Cynthia e eu de "bicões" na festa em homenagem a Buda.

Cynthia e eu de “bicões” na festa em homenagem a Buda.

Chegamos em uma cidadezinha já no litoral, e decidimos nos hospedar em um lugar que parecia inofensivo e barato.  Todo mundo sabe que o barato sai caro, certo?  Não deu outra!  Além da internet lastimável que já mencionei, o quarto ainda tinha um forro que a noite escutamos passos e barulhos de bichos não nos deixaram dormir (eu não, a Cynthia).  Ela fala que eram ratos, mas estou tentando convencê-la que eram esquilos. KKKK… Eram muitos!

A pousada barata que saiu caro!

A pousada barata que saiu caro!

Hoje o pedal rendeu um pouco mais e o trajeto foi mais interessante, já que estamos chegando em áreas mais turísticas.  Muitos gringos na rua e ambiente mais “internacional”…  A estradinha era bem mais tranquila e bem sinalizada que nos dias anteriores.  Pedalamos cerca de 150 km em dois dias entre Hat Chao Samram e Pak Nam Pran.

Palácio  Real Phra Ratchaniwet Marukhathaiyawan.

Palácio Real Phra Ratchaniwet Marukhathaiyawan.

Aproveitamos para conhecer um palácio real que me fizeram colocar uma espécie de saia pois não era permitido entrar de bermuda.  Os locais depois que me viram não queriam mais saber de ver o palácio, eu era a atração do lugar.  Olhem que elegância.

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