EMOÇÃO À FLOR DA PELE – CICLOTURISMO NEPAL – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA -DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NEPAL

EPISÓDIO #3

EMOÇÃO À FLOR DA PELE – CICLOTURISMO NEPAL – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA -DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Fundado em 1973, o Parque Nacional de Chitwan, é o mais antigo parque nacional do Nepal. Com uma área de 932 km², está situado na região de Terai, no sopé das montanhas do Himalaia. Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1984, o parque abriga 68 espécies de mamíferos, 544 espécies de aves e 56 espécies de anfíbios e répteis e 126 espécies de peixes. No entanto, o parque é especialmente famoso pela proteção dos elefantes e por servir de lar para algumas das últimas populações de rinoceronte de chifre, e do tigre-de-bengala do planeta.

O parque oferece informações relevantes sobre a vida selvagem e programa de conservação e reprodução de elefantes. Mas eu estava atrás mesmo é do tigre de bengala e do rinoceronte. Dois animais que ainda não havia visto solto na vida selvagem.

E tentei de tudo… fiz caminhadas guiadas e passeio de barco. Depois tentei o passeio de elefante, mas foi no safari que realizei um grande sonho! Ver um rinoceronte de perto é uma emoção indescritível! Mesmo de cima de uma caminhonete. Afinal, essa espécie belíssima corre sérios risco de extinção. Dei sorte de encontrar alguns vivendo livremente na natureza. Já o tigre de bengala, não foi dessa vez! Sorte que já havia ficado cara-a-cara com esse felino nos Templo dos Tigres na Tailândia.

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

MEU RESPEITO ÀS DIFERENÇAS – CICLOTURISMO NEPAL – PASHUPATINATH TEMPLE – VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA NEPAL

EPISÓDIO #2

MEU RESPEITO ÀS DIFERENÇAS – CICLOTURISMO NEPAL – PASHUPATINATH TEMPLE – VOLTA AO MUNDO

O Templo Pashupatinath é o templo hindu mais antigo e mais sagrado de Katmandu e um dos 4 locais religiosos mais importantes da Ásia. Dedicado ao Senhor Shiva, membro da trindade divina do hinduísmo capaz de criar e destruir tudo à sua volta, o complexo templário possui mais de 490 templos, e está situado as margens do rio Bagmati, que ganha destacada importância por ser afluente do rio Ganges, conhecido como o rio da purificação, que é o mais sagrado do hinduísmo.

Erguido no século V, é o local dos festivais religiosos e das cremações ao ar livre. Embora existem áreas reservadas apenas aos hindus, o local é aberto ao público que pode acompanhar os rituais de cremação.

O ritual começa com todos os membros da família preparando o corpo na escadaria nas margens do rio. Depois, apenas os homens da família lavam o corpo no rio para purificá-lo, enquanto flores e comida são jogados no rio como forma de oferenda. O corpo também é envolto em óleos aromáticos e coberto com guirlandas e pétalas, enquanto são feitas as orações. Depois o corpo nu, é colocado nas plataformas bem acima do rio, em uma base de madeira, envolto em um tecido geralmente branco ou laranja, onde a família da 3 voltas entorno do corpo para despedir-se. Em seguida, o filho mais velho ascende a pira e um membros da casta Harijan, mais baixa casta social hindu, chamada de intocáveis, cuida do fogo para que o corpo se purifique e sua alma seja liberada, já que a base da religião é a crença na reencarnação, no renascimento e na continuidade da alma. Quanto maior a pilha, mais rica a família. Ao final do ritual, as cinzas são recolhidas e lançadas ao rio para serem purificadas.

O rio é bem poluído e tem um cheiro não muito agradável, mesmo assim, é usado como rituais de purificação por fanáticos religiosos. É chocante e constrangedor ver pessoas se banhando e bebendo daquela água bem a frente dos rituais de cremação.

Patrimônio Cultural da UNESCO, o Templo de Pashupatinath oferece uma mistura incomparável de experiências religiosas, culturais e espirituais. No entanto, também possui seu lado comercial. Os Sadhus, são pessoas comprometidas com a causa espiritual para atingir a iluminação, abrindo mão de qualquer bem material. Vivem como andarilhos, e se dedicam a meditação, yoga, renúncia e desapego. São seres místicos conhecidos como homens santos e são considerado sábios. Vivem de doações que são oferecidas como ato de gratidão, já que servem de exemplo de amor e espiritualidade. Mas aqui em Pashupanathh, sua aparência exótica virou atração turística e moeda de troca. Se você não desembolsar uma graninha, vai precisar fazer como eu, fazer fotos e tomadas de longe…

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua.

DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

MOMENTO MAIS DIFÍCIL DA VOLTA AO MUNDO – TERREMOTO NEPAL – CICLOTURISMO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NEPAL

EPISÓDIO #1

MOMENTO MAIS DIFÍCIL DA VOLTA AO MUNDO – TERREMOTO NEPAL – CICLOTURISMO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Era a segunda vez que visitava o país. A primeira foi em 2009, quando fiz a caminhada ao Acampamento Base do Everest. Uma viagem de aventura repleta de desafios, que pelas dificuldades, é inevitável fazer uma análise interior. Nesta viagem, encontrei algumas respostas e no pé do Everest, decidi buscar um novo estilo de vida. Além de ser um dos lugares mais lindos que já visitei, hindus, budistas e muçulmanos, convivem em harmonia, tramando uma diversidade cultural e religiosa enraizadas na realidade do dia a dia, com crenças muito diferentes das nossas, tornando o Nepal, um lugar que ao mesmo tempo choca e deslumbra.

Apesar dos diferentes grupos étnicos, os nepaleses se caracterizam pelo sorriso puro e simpatia, tornando Kathmandu a capital mundial do sorriso, mesmo sendo um dos lugares mais pobres do planeta.

Na primeira vez que visitei o país, o impacto foi tão grande que voltei com a ideia de planejar uma grande viagem de bike juntando meus principais hobbies: viagem de aventura, gastronomia, fotografia, contato com a natureza e busca por novas culturas. E assim nasceu o Projeto Noruega by Bike, depois o Ásia by bike e agora o Da China para Casa by Bike, onde o Nepal, não poderia ficar de fora da minha volta ao mundo de bicicleta.

Desembarquei em Kathmandu, vindo da Mongólia. Estava empolgado! Afinal, voltava ao lugar onde tudo começou. Fiquei hospedado na casa de Dhane Blue, um professor norte americano membro do WS, que ficava no bairro de Dilli Bazar, cerca de 2,5 km do Thamel, o coração da cidade. Estava no quarto quando o chão tremeu levemente, ao mesmo tempo em que a energia foi cortada. Frações de segundos depois, veio o grande tremor… Eu demorei um pouco a perceber o que estava rolando… Logo pensei em um ataque terrorista ou bombardeio aéreo. Os tremores se seguiram por horas, variando a intensidade, deixando todos apreensivos e com medo. Ficamos sem energia e água por 36h, e sem , sem saber a verdadeira dimensão da tragédia. Só no final da tarde, soube da estimativa de mortos e feridos e da magnitude do terremoto.. 7.8 na escala Richter.

No total, foram 9.000 mortes e mais de 200 mil feridos e mais de 800 mil desabrigados em todo o país. Ao constatar a destruição da Dubar Square, um sentimento de tristeza e alívio tomou conta de mim! Foi duro ver todo aquele patrimônio arquitetônico, simbólico e espiritual, que tanto representa para os nepaleses, totalmente destruído. Ao mesmo tempo, estava vivo, e entendi que era a hora de retribuir, e ajudar esse povo incrível. A primeira coisa que fiz foi me voluntariar.

Fiz um um trabalho de profilaxia, contenção de epidemias e conscientização, espalhando bactericida em acampamentos de desabrigados e lugares com grande número de pessoas. A falta de estrutura, coleta de lixo, e saneamento básico deixava tudo mais difícil! Era comum ver pessoas defecando a céu aberto! Depois, ajudei na distribuição de água e alimentos, carregando caminhões; na limpeza e desinfecção de áreas de emergência de dois hospitais; e na remoção de escombros na Durbar Square.

O trabalho pesado a falta de sono e a precariedade da alimentação foi demais para mim. Depois de alguns dias, adoeci! Dor de cabeça, leve diarreia, e um pouco de febre e arrotos com cheiro de ou ovo podre. Estava com giárdia. Tomei medicamento e me hidratei por 3 dias.

Quis o lado bruto do destino, que o Nepal marcasse mais uma vez a minha vida. Esse foi o momento mais difícil da minha viagem. Por um instante passou pela minha cabeça: _ Vou morrer e não vai dar para fazer nada! E ironicamente, a minha bicicleta estava protegida dentro da caixa.

Para os nepaleses, restou meu sentimento de tristeza e solidariedade, e a esperança que esse povo forte e tão amável, de sorriso puro e cativante, encontre forças para se reerguer e superar um dos momentos mais difíceis da sua história recente.

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua.

DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

ACUMULANDO EXPERIÊNCIAS – CICLOTURISMO MONGÓLIA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA MONGÓLIA

EPISÓDIO #4

ACUMULANDO EXPERIÊNCIAS – CICLOTURISMO MONGÓLIA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

Na última semana no país, rolou um estresse. O cronograma atrasou por causa do mal tempo e da péssima condição das estradas, e por isso, tive que recuperar um dia pegando uma carona na caçamba do caminhão para não perder o voo para o Nepal, o próximo país da viagem, que você confere a partir de quinta-feira que vem.

Foram apenas 60 km, mas pareceu uma eternidade tomando aquele vento gelado e sacolejando pra caramba! Cheguei na pousada enjoado de tanto frio e esforço que fiz para segurar a bicicleta. Conversando através de mímicas e desenhos, a proprietária de uma pequena pousada me oferece uma refeição emocionante, uma cabeça de cordeiro que me fez lembrar uma das pessoas mais queridas da minha vida! Essa cabeça estava o fino, Vô Luís!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado!

Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

CICLOTURISMO MONGÓLIA – DESAFIOS E PRAZERES LADO A LADO -DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA MONGÓLIA

EPISÓDIO #3

CICLOTURISMO MONGÓLIA – DESAFIOS E PRAZERES LADO A LADO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

Longas distâncias sem Apoio, estradas de chão, hora de pedras soltas, hora de areia fofa, subidas intermináveis, nevascas, vento forte e poeira, temperatura abaixo de zero, e dificuldade de comunicação… Por outro lado, paisagens belíssimas, e um mergulho na cultura local. Tudo isso faz da Mongólia um dos lugares mais desafiadores e magníficos que já pedalei!

O que faz da Mongólia um país desafiador são as dificuldades que surgem simultaneamente. O vento gelado chega com a nevasca ou levanta o poeira, irritando os olhos, nariz e garganta; a estrada de pedra solta ou areia fofa atrasa a viagem, pois exige desmontar e empurrar; o esforço das longas subidas faz transpirar, aumentando a sensação de frio com temperaturas abaixo de 0⁰ C; noites mal dormidas na barraca devido ao frio, ou no chão das casas dos locais; informações conflitantes; dificuldade de comunicação, bicicleta mais pesada com a necessidade de carregar mais suprimentos devido a falta de pontos de apoio; falta de banho ou de um banheiro confortável; necessidade de explicar tudo com mímica ou desenhos, tudo isso gera um estresse que acumula e aumenta muito o cansaço não só físico, mas também mental! No entanto, o que faz o desafio valer a pena e deixa a motivação sempre em alta, são as paisagens revigorantes e o esforço do povo local em ajudar.

Em cada país procuro me adaptar as condições locais para achar o ritmo ideal para pedalar. E quanto mais essa adaptação demora acontecer, maior o risco de meu planejamento furar. Por isso o planejamento é flexível, com metas reajustáveis.

Com a aproximação do verão, os dias vão se tornando mais longos. Começa a clarear pouco antes das 7h e só fica escuro depois das 21:30h. Geralmente estou pronto para pedalar por volta das 8h, e quase sempre a temperatura esta abaixo de 0°. Procuro seguir em um ritmo constante com curtas paradas devido ao frio. Geralmente nem desço da bike para fazer xixi ou comer alguma coisa, mesmo porque não é comum achar um lugar para apoiar a bicicleta. Árvores é raridade por aqui e muitos vezes na hora de fazer uma foto preciso deitar a bicicleta no chão. O horário mais quente do dia fica entre 13h e 17h, mas a temperatura nunca ultrapassa os 10⁰ C. É nesse intervalo que faço uma parada um pouco mais longa para almoçar. Geralmente tenho que trocar a roupa molhada por uma seca para aguentar o frio. Meu cardápio é restrito, já que vegetais e frutas é raridade.

Como não é sempre que tenho acesso a internet, faço minhas anotações sobre o tempo e vou avaliando a situação. Acontece, que sem o perfil altimétrico e todas as dificuldades que já mencionei, nunca se sabe onde se pode chegar. E outra, a pesquisa sobre as condições climáticas é feita em uma localidade, podendo sofrer variações importantes em uma distância de 50 km ou mais. Geralmente atravesso um ou dois passos de mais de 2500 m de altitude no dia, e o clima pode estar completamente diferente do outro lado da montanha, podendo até nevar. Felizmente os locais são muito solidários e adoram receber visitas. A partir da segunda semana, só acampei quando não achei nenhuma moradia por perto. Entendi que é só chegar nos Yurts, as típicas moradias local, e pedir para passar a noite. No final do dia, os moradores estão na lida com os animais. Os machos são separados das fêmeas e em seguida os filhotes são soltos para procurar as mães.

Em nenhum lugar encontrei água encanada. Nas pequenas vilas as casas de banho são pagas. Sinceramente não sei de quanto em quanto tempo os Mongóis tomam banho. As crianças estão sempre sujas!

Na Mongólia, as dificuldades da viagem conviveram lado a lado com os prazeres de cada objetivo alcançado. Uma etapa difícil e prazerosa, onde aprendi um pouco mais a aceitar e conviver com os altos e baixos da vida. Saio daqui com a certeza de que quanto maior a dificuldade, maior o prazer em superá-la.

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua.

DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado!

Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com