A MAIS BELA ESTRADA DA VIAGEM – CICLOTURISMO TAIWAN – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA TAIWAN

EPISÓDIO #1

A MAIS BELA ESTRADA DA VIAGEM – CICLOTURISMO TAIWAN – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Com cerca de 24 milhões de habitantes Taiwan é um país insular que está localizado na Ásia Oriental. Colonizada por portugueses e holandeses em diferentes épocas, pertenceu ao Japão e a China comunista até 1949, herdando forte influência cultural, religiosa e gastronômica que perduram até os dias de hoje. Até 1975 foi governada pelas mãos de ferro do ditador Chinag Kai-Shek, após sua morte, a ilha continuou a ser governada pelo Partido Nacionalista. Apenas em 1990 passou a ser democrática com eleições livres. Com uma agricultura forte, que abastece principalmente o Japão, Taiwan teve um crescimento industrial importante nas últimas décadas, principalmente no setor têxtil e eletrônico, responsável pela melhora da qualidade de vida da população.

Taipei é a capital, o centro político, comercial e cultural de Taiwan e a maior cidade do país com cerca de 3 milhões de habitantes. Seus prédios modernos, contrastam com os templos tradicionais e sua população é acolhedora e está sempre com um sorriso no rosto. Passear pelos templos espalhados pela cidade e visitar seus mercados para experimentar a maravilhosa gastronomia do país, é uma ótima forma de gastar o tempo na cidade, que possui um custo de vida relativamente baixo.

Atenção! É preciso aplicar o visto para conhecer Taiwan.

Todos os anos, no início da temporada de plantio que coincide com o ano novo chinês, ocorre o festival de Balões de Pingxi, o nordeste do país. Segunda a tradição, os festivais tiveram início no ano 220 DC, na época dos 3 Reinos, para transmitir informações militares. No início do século XIX, os balões lançados ao céu já traziam orações e mensagens para seus ancestrais, com pedidos de proteção, prosperidade, um bom casamento, ou simplesmente pedindo uma benção ou informando que tudo estava bem… Os balões lançados ao céu também significam a purificação da alma e simbolizam esperança para o novo ano. Aliás, o Discovery Channel elegeu este festival como a segunda festa de Réveillon do mundo! Independente da fé e do perigo eminente de incêndios, é um espetáculo visual de rara beleza, cuja magia é transformada em esperança e desejo, transcendendo as barreiras culturais, que deixa no coração de todos os visitantes, um misto de felicidade e esperança.

Com vento forte contra e céu nublado, segui em direção ao sul, beirando o lindíssimo litoral, escalando algumas montanhas e tomando muito cuidado com as perigosas estradas que são sinuosas, estreitas e com muito caminhões. Em contra partida as vistas são bem atraentes.

Ainda em fase de adaptação, tive dificuldade em encontrar bons lugares para passar a noite, chegando a acampar no estacionamento de uma delegacia, até que conheci as instalações de bombeiros.

O Taroko National Park é um dos 9 parques nacionais de Taiwam e o maior deles com 92.000 hectares. Localizado nos condados de Haulien e Nantou, o parque é basicamente um desfiladeiro esculpido pelo rio Liwu, abrigando recursos geológicos e naturais únicos, incluindo 27 picos com mais de 3.000 m de altitude, e uma reserva inesgotável de mármore. A estrada nacional n°8 corta o parque de leste a oeste, atravessando a densa cordilheira e oferece por si só, um passeio magnífico. A estrada foi esculpida nas encostas, e se você gosta de viajar de bicicleta, garanto que essa aventura será inesquecível! Escalar as montanhas deste cânion pode não ser fácil, mas te proporcionará vistas incríveis de templos, pontes, túneis e cachoeiras, fazendo valer a pena cada km percorrido. A distância entre as paredes íngremes do cânion é tão estreita que foi batizada de “fio para o céu”, pelos chineses, e ali as nuvens parecem correr mais depressa. Sem dúvida, essa é uma das estradas mais bonitas dos 65.000 km que percorri até agora!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado!

Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

O DIA EM QUE VI A MORTE DE PERTO – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA

TEMPORADA COREIA DO SUL

EPISÓDIO #3

O DIA EM QUE VI A MORTE DE PERTO – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA

A viagem de navio entre Busan e a Ilha de Jeju dura cerca de 12 horas. Jeju é a maior ilha da Coreia e um dos principais pontos turísticos do país. Além dos 560 mil habitantes, a ilha recebe todos os dias milhares de turistas.

Formada por erupções vulcânicas, oferece lindos visuais de rochedos, praias de areias brancas e negras, cavernas, montanhas, cachoeiras, e muito contato com a natureza. A ilha também é famosa pelo golfe, pelas tangerina e chá verde.

Dei a volta completa na ilha. Foram exatos 231,5 km, enfrentando vento forte, chuva e frio, mesmo assim estava animado com a boa comida e o lindo visual que a ilha oferece a cada curva e as poucas horas de sol pelas manhãs.

Jeju é incrivelmente mística e cheia de tradições…

Os Dol-Harubang, são estátuas de pedras vulcânicas, consideradas deuses pelo povo local, que acreditam trazer proteção e fertilidade, além de proteger contra os demônios da realidade. Elas estão espalhadas por toda a ilha em diferentes formas e tamanhos.

As Haenyeo ou as Sereias de Jeju contam uma história bastante interessante sobre a cultura local. O povo de Jeju possui uma relação estreita com a pesca. Com os homens trabalhando em alto mar por semanas, as mulheres adotaram a prática do mergulho em busca de algas, mariscos e moluscos, uma fonte inesgotável de alimentos por aqui. Com mais gordura corporal, se adaptaram melhor a temperatura da água e em tempo de escassez, ou com a dificuldade dos homens em arrumar trabalho, elas passaram a ser chefes de família, sustentando a cas, criando um forte atrito na cultura machista da Coreia, deixando os homens com as crianças e cuidando do lar. Usando apenas o ar dos pulmões, elas chegam a ficar 1 minuto debaixo da água e alcançam a profundidade de 20 m. Para recuperar o fôlego, soltam uma espécie de assobio característico conhecido como sumbisori. Hoje, devido aos ataques de tubarões, os riscos cardíacos causados pelo mergulho, e a falta de interesse das jovens em um trabalho tão difícil, existem menos de 5.000 mergulhadoras, e mais da metade acima de 60 anos.

O Hallasan ou Monte Halla, é um vulcão adormecido a mais de 1000 anos que possui 1950 m de altitude e está situado no centro da ilha. Sua cratera é um dos lugares mais visitados da ilha, Comecei a subida bem cedo, com forte neblina e muito frio. São quase 9 km de subida íngreme em meio a trilha coberta por gelo que levou cerca de 4 horas para ser percorrida. Depois que cruzei a linha da neblina, o sol apareceu e deixou o visual magnífico!

O Seongsan Ilchulbong é a cratera de um vulcão adormecido no extremo leste a Ilha de Jeju. Com 182 m de altura, possui formação cônica, típica de um vulcão, com uma enorme cratera criada a mais de 5 mil anos. Para alcançar o topo é preciso enfrentar uma escadaria que exige bastante preparo físico. E foi justamente nessas escadarias que tive a pior experiência da viagem quando um senhor que estava pouco degraus acima teve uma parada cardíaca. Notei que era o único ali que poderia fazer algo. Mesmo assim, meu esforço foi em vão. No blog, escrevi mais sobre isso. Se quiser saber mais detalhes, visite: https://atmagalhaes.wordpress.com/2015/02/21/tudo-vinha-bem-na-ilha-de-jeju-ate-que-vi-a-morte-de-perto/

Na minha cabeça se estabeleceu um misto de culpa e frustração ao mesmo tempo que a realidade me dava a certeza que não teríamos chances de salvá-lo. Ali, dei a viagem pela ilha encerrada, me perguntando quando iria conseguir tirar tudo aquilo da cabeça.

Peguei o barco de volta até Busan e fiquei mais uma vez na casa de Kim, que me tratou super bem! Ele já havia arrumado a caixa para empacotar a bicicleta, e fez a gentileza de me levar ao aeroporto no meio da madrugada gelada. Deixo aqui meu agradecimento ao Kim, e a todos os coreanos que contribuiram com a minha jornada no país.

Nos vemos em Taiwan na quinta feira que vem!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

PAÍS INCRÍVEL PARA VIAJAR DE BICICLETA – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA

TEMPORADA COREIA DO SUL

EPISÓDIO #2

PAÍS INCRÍVEL PARA VIAJAR DE BICICLETA – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA

Fiquei impressionado com a hospitalidade e solidariedade dos coreanos. A cada dia tive uma surpresa diferente e posso afirmar que seu povo é o que o país tem de melhor!

Ainda em Seul conheci Jinwon Choi atrvés que me apresentou o Jjimjilbang, uma casa de banho público, super apreciado pelos coreanos, que fez a diferença para suportar o inverno do país.

Em 2012 o governo sul-coreano investiu pesado na construção de ciclovias intermunicipais e busca cada vez mais incentivar a população a usar a bicicleta como forma de lazer e promoção de saúde. Oficialmente o país possui mais de 2.000 km de ciclovias pavimentadas, muito bem sinalizadas e seguras, e com boa estrutura para cicloturistas, que vem aumentando a cada ano. Buscando incentivar ainda mais a prática de viajar de bicicleta, a Organização Coreana de Turismo criou um Passaporte e distribui várias cabines de certificação pelas 7 ciclovias nacionais do país. Cada cabine possui um carimbo e a cada ciclovia percorrida, uma estampa é anexada ao passaporte. Quando o passaporte é totalmente preenchido o cicloturista recebe uma medalha de honra. Essa simples iniciativa vem atraindo cada vez mais adeptos a modalidade. Disparado, as ciclovias coreanas foram as melhores que já pedalei. A maior parte do percurso é por faixas exclusivas, e quando é compartilhadas com carros, são usadas sempre estradas secundárias com pouquíssimo movimento. Placas de sinalização alertam os motoristas e também guiam os ciclistas com precisão, sem deixar nenhuma dúvida sobre o caminho a seguir. Bombas de ar comprimido para encher os pneus, ferramentas, áreas de descanso, água e banheiros são encontrados ao longo de todo o trajeto. O ponto negativo é que as informações estão escritas com o ideograma local, e pode ficar difícil se orientar. Sempre margeando os rios, as ciclovias são prioritariamente planas. Em todo o meu trajeto de mais ou menos 600 km, encontrei apenas 4 montanhas com no máximo 550 metros de altitude.

Definitivamente o inverno coreano deve ser evitado. Além de pedalar com temperaturas abaixo de zero, as paisagens perdem um pouco do fascínio, já que tudo está queimado pelo gelo. Com o vento, a sensação térmica dispensa fazendo com que a máquina fotográfica que viaja no quadro da bicicleta pare de funcionar. Os rios amanhecem congelados e o tempo nublado é uma constante. Se for pedalar no inverno, o melhor é seguir de Seul para Busan, pois o vento sopra prioritariamente neste sentido nesta época do ano, no verão, a coisa inverte. Outra recomendação é fazer distâncias menores que possam ser cumpridas na parte mais quente do dia, evitando a alvorada e o crepúsculo, onde as temperaturas são realmente de quebrar os ossos.

Busan é a segunda maior cidade coreana com 3.5 milhões de habitantes aproximadamente. É o centro cultural, educacional e econômico do sudeste coreano. A cidade ganha destaque por abrigar o porto mais importante do país, que também é o 8° do mundo, distante apenas 190 km do Japão. Na cidade, fiquei hospedado na casa de Kim, mias um membro do WS que me tratou muitíssimo bem! Kim estava se preparando para fazer um tour na Europa e América do Sul e a identificação foi imediata. Fiquei 3 dias em seu apartamento no qual funciona um jimjibang privado, relaxando, escrevendo para o blog e usando-o como base para visitar a cidade. Meu novo amigo também me deu várias dicas sobre a Ilha de Jeju, o destino turístico mais famoso para os coreanos, que te convido a conhecer no próximo episódio.

Nos vemos quinta-feira que vem! Além de mapas e guias, o site: http://www.bike.go.kr, oferece todas as informações necessárias para viajar de bicicleta pela Coréia do Sul.

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

SEUL E O OUTRO LADO DE UMA GRANDE VIAGEM – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA COREIA DO SUL

EPISÓDIO #1

SEUL E O OUTRO LADO DE UMA GRANDE VIAGEM – CICLOTURISMO COREIA DO SUL – VOLTA AO MUNDO

Dificuldade de comunicação, imprevistos, informações erradas e conflitantes. Existe um outro lado de uma grande viagem de bike que geralmente não é comentado, mas que faz parte do dia-a-dia, e exige muito trabalho, atenção, paciência e muita perspicácia.

Eu não estou falando de escolher e equipar a bicicleta, montar roteiros, comprar equipamentos e roupas apropriadas, organização dos alforjes e etc. Para tudo isso existe até manual. Veja o que aconteceu comigo na Coréia do Sul. E se alguém souber de um manual para esses imprevistos, por favor, me avise!

Eu já ligo o radar antes mesmo de descer do avião toda vez que chego em um novo país. Ainda mais quando se trata de um país como a Coreia do Sul, com um alfabeto totalmente diferente do nosso. Para mim, aqueles risquinhos chamados ideogramas parecem chinês (risos).

Tudo certo dentro do aeroporto. Passei pela imigração, encontrei minha bagagem com facilidade e lá vou eu para o lado de fora do aeroporto. É bom lembrar que brasileiros não precisam de vistos para visitar a Coreia do Sul. Basta um passaporte válido por pelo menos 6 meses e a passagem de saída, que você terá a permissão de permanência por 90 dias.

Modernidade, tradição, boa comida e muito frio! Assim começou minha visita pelo 11° país do Projeto Da China Para Casa By Bike. Minha viagem pela Coréia do Sul começa pela capita Seul, o centro de um aglomerado de 25,6 milhões de pessoas, o segundo maior de toda Ásia.

Me hospedei no bairro de Myeong-dong, coração e um dos principais centros culturais e financeiros do país, que me fez lembrar a região central de São Paulo, com calçadões, prédios altos, lojas e muitos ambulantes.

Conhecida como a capital do celular, Seul é considerada a cidade mais plugada do planeta e o maior laboratório global da web com 90% da população conectada à internet. A modernidade e agitação tecnológica, com outdoors eletrônicos, o trânsito carregado, e muita gente apressada nas ruas, contrastam com a tradição e a tranquilidade dos Palácios históricos, praças e monumentos espalhados pela cidade.

Os principais palácios da capital são o Gyeongbok-gung, Deoksu-gung, Changdeok-gung, e o Changgyeong-gung, todos com uma arquitetura muito similar. O combo para conhecer os 4 Palácios custa cerca de US$ 9.

A Torre de Seul é um dos lugares mais visitados da capital. Conhecida como Namsan Tower, com 237 metros de altura, oferece vista de 360° da cidade e a subida pode ser feita de teleférico ou caminhando.

A gastronomia da Coréia do Sul é muito variada e quase tudo é apimentado. A base é sempre arroz ou noodls complementados com muita verdura, peixes, frutos do mar, carne de porco, frango e vaca e também o tofu. A marca registrada dos pratos coreanos sãos os banchans, que são os muitos acompanhamentos servidos com o prato principal. Os pratos mais tradicionais são o Bulgogi: carne marinada com shoyo, alho e semente de gergilim, servido com verduras; o Galbi ou Kalbi: uma espécie de churrasco picante de costela de porco ou vaca; e o bibimbap: que é uma mistura de arroz, vegetais e carne misturados e preparados em uma tigela.

A minha ideia é seguir pedalando até Busan, e depois conhecer a ilha de Jeju. A temperatura por aqui está perto ou abaixo de 0°C, e já choveu, fez sol e ficou nublado. Nos próximos episódios vou falar da boa hospitalidade local, da incrível estrutura do sistema cicloviário que fez da Coreia do Sul um dos meus países prediletos quando se fala em viajar de bicicleta, de como encontrei a solução para enfrentar as noites geladas do inverno sul coreano e muito mais! Nos vemos quinta feira que vem!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado!

Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com

CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – AUCKLAND, O DESTINO FINAL – DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #12

CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – AUCKLAND, O DESTINO FINAL – DA CHINA PARA CASA BY BIKE – VOLTA AO MUNDO

Depois de conhecer a região de Rotorua e o parque geotérmico de Wai-O-Tapu, que você pode conferir no episódio anterior, Jordi e eu seguimos a nossa jornada pela Ilha Norte da Nova Zelândia em direção a Auckland, nosso destino final no país. No trajeto, que levou alguns dias, passamos por Hobbiton, a famosa e inflacionada vila onde foi filmado as trilogias Hobbit e Senhor dos Anéis.

Entre florestas e montanhas com lindas vistas para o mar, fomos nos aproximando do litoral, até chegarmos a outra praia famosa por causa do cinema. A linda praia de Cathedral Cove foi cenário do Filme as Crônicas de Nárnia, cuja minha filha Ana Laura, com 12 anos na época, curtia pra caramba!

Situada na Península Coramandel, a praia de Cathedral Cove é tão famosa quanto linda. Com areias brancas, águas agitado, cercada por penhascos que protegem a belíssima enseada onde fica a famosa caverna que se assemelha ao domo de um catedral, é um lugar perfeito para se fazer um piquenique ou mesmo passar algumas horas entre um banho de mar e as sombras de uma das árvores que proporcionam uma aparência ainda mais natural e selvagem ao ambiente.

Já em clima de despedida, Jordi e eu fomos aproveitando a estrutura que a Nova Zelândia oferece para os amantes da natureza, seja em campings selvagens, praias, ou simplesmente uma mesa de piquenique á beira da estrada.

Fundada em 1840, Auckland está para a Nova Zelândia, assim como São Paulo está para o Brasil. Embora não seja a capital, Auckland é o principal centro comercial, financeiro e econômico do país, assim como a cidade mais populosa com 1.4 milhões de habitantes, que corresponde a mais de 30% da população da Nova Zelândia. Com clima ameno, arborizada, organizada e relativamente segura, faz de um simples passeio entre as ruas e parques da cidade, uma ótima opção de lazer para quem viaja com orçamento baixo. A cidade está entre as 30 mais ricas do mundo, e possui um padrão bastante elevado para quem viaja em bicicleta e precisa economizar cada centavo. Para quem pode gastar uma graninha, a Sky Tower está entre as principais atrações da cidade. Com 328 metros de altura, é o edifício mais alto do hemisfério sul, oferecendo vista panorâmica da cidade e para os corajosos que curtem aventura, um emocionante salto de bungee-jump. Auckland é o lar de muitas culturas.

Com uma população predominantemente europeia, a cidade pode ser considerada a mais cosmopolita da Nova Zelândia, com uma importante comunidade Maori, chinesa, indiana e polinésia. As comunidades do Sudeste Asiático, e sul coreana também são bastante presente, e acaba sendo a válvula de escape com relação ao custo de vida. Os restaurantes asiáticos são uma mão na roda para comer bem e gastar pouco. Jordi e Eu escolhemos um rodízio de carne coreana para comemorar a chegada do ano ano e fazer a nossa despedida, já que em breve nos separaríamos.

Depois do jantar, descemos até a marina para tomar uma cervejinha, onde barcos sofisticados esperavam ansiosos, assim como nos, a contagem regressiva para 2015. E o ano novo chegou com uma linda queima de fogos do alto da Sky Tower.

2015 chegou e eu fiquei mais alguns dias na cidade esperando minha família que estava por chegar. Nesses dias, gastei meu tempo fazendo pesquisas sobre meu próximo destino, pescando, indo a praia, conhecendo os arredores e também achei um tempo para empacotar a bicicleta, já que para sair da Nova Zelândia, tive que pegar um voo! Mas antes disso, ainda deu tempo de passear com minha família e comemorar o aniversário de 13 anos da Ana Laura!

A viagem ao redor do globo continua!

Para adquirir um exemplar do livro NORUEGA BY BIKE, mande um e-mail para: atmagalhaesbybike@gmail.com , com o título: LIVRO NORUEGA BY BIKE, com seu nome, endereço de entrega e comprovante de depósito. Dados bancários: Aurélio Tanuri Magalhães CPF: 151.956.888.69 Banco Itaú Agência: 8482 Conta Corrente: 05369 4

A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

Se inscreva no canal! Curta, compartilhe, comente! Seu envolvimento ajuda a me manter motivado! Para APOIAR o projeto e me dar aquela forcinha, conheça minha campanha de FINANCIAMENTO COLETIVO,: https://apoia.se/dachinaparacasabybike , as recompensas começam a partir de R$ 8 por mês.

Obrigado por me seguir!

Facebook: @aureliomagalhaesbybike

Instagram: @aureliotanurimagalhaes

Blog: http://www.atmagalhaes.wordpress.com