AS ÁGUAS SAGRADAS DE ROTORUA -CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA -DA CHINA PARA CASA BY BIKE -VOLTA AO MUNDO

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #11

AS ÁGUAS SAGRADAS DE ROTORUA -CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA -DA CHINA PARA CASA BY BIKE -VOLTA AO MUNDO

Rotorua é sem dúvida, o lugar da Nova Zelândia, em que a cultura Maori é mais evidente e disseminada, não só entre os locais, mas também entre os turistas, com aldeias, museus, escolas e institutos de arte e cultura.

Mas não é só por isso que é o lugar mais visitado da ilha norte da Nova Zelândia. Situada no Círculo de Fogo do Pacífico, Rotorua é a terra das maravilhas geotérmicas, com poços de lamas borbulhentas, gêiseres que explodem a mais de 30 metros de altura, piscinas coloridas com temperaturas acima dos 50°C. crateras esfumaçantes, entre outras atrações.

Situado a 30 km de Rotorua, e administrado pelo departamento de Conservação da Nova Zelândia, encontra-se o Wai – O – Tapu, o maior parque geotermal da Nova Zelândia, que na língua Maori significa “Águas sagradas”. O parque possui 18 Km2 , e está situada na depressão vulcânica de Taupo, oferecendo aos turistas a oportunidade de conhecer inúmeros tipos de atrações geotérmicas raras em nosso planeta, cuja a formações remetem a 160 mil anos. O PH ácido, os diferentes componentes químicos como enxofre, ferro, carvão, manganês e vários outros, associados a temperatura da água, são responsáveis pelas diferentes colorações naturais dos lagos. No total, são 25 pontos de atrações distribuídos em 3 circuitos diferentes que é possível percorrer em algumas horas.

Entre as principais atrações do parque está o Lady Knox Geyser, que entra em erupção induzida pontualmente as 10:15h da manhã, elevando seu jato a 30 metros de altura. É um pouco decepcionante saber que sua erupção não é natural e sim provocada pelo homem, mesmo assim, acaba sendo um espetáculo interessante, assim como todas os lagos coloridos, crateras fumegantes, nascentes efervescentes, gêiseres e piscinas de barros borbulhantes.

Se você curtiu esse episódio, você pode, aqui mesmo nesse canal, assistir o episódio do Parque Nacional de Yellowstone nos EUA, outra região geotérmica incrível que eu visitei na minha volta ao mundo de bicicleta. O link do vídeo está no final desse episódio! A viagem ao redor do globo continua!

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O DIA A DIA NA NOVA ZELÂNDIA – CICLOTURISMO – REGIÃO DE TONGARIRO NATIONAL PARK – DA CHINA PARA CASA

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #10

O DIA A DIA NA NOVA ZELÂNDIA – CICLOTURISMO – REGIÃO DE TONGARIRO NATIONAL PARK – DA CHINA PARA CASA

Depois de deixar o Camping Vinager Hill, que você pode conferir no episódio anterior, Jordi e eu tivemos um dia sem muitas novidade, com vistas um tanto quanto desinteressantes. A paisagem começou a mudar quando nos aproximamos de Waiouru, e de repente apareceu em nossa frente o pico nevado do Monte Ruapehu para salvar o dia. Waiouru é uma das portas de entrada para conhecer o Tongariro National Park.

O Tongariro National Park foi fundado em 1894 e é o mais antigo parque nacional do país. Declarado Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco em 1990, o parque tem como principais atrações os Montes Ruapehu e Ngauruhoe com 2.797 e 2.291 m de altitude respectivamente. Com forte significado religioso e cultural para o povo Maori (povo nativo da Nova Zelândia), as montanhas simbolizam as ligações espirituais entre seu povo e o meio ambiente. A melhor maneira de visitar o parque é caminhando, já que é possível fazer um trekking e conhecer de perto seus vulcões e lagos.

Acampamos alguns quilômetros depois de Waiouru em uma floresta de pinheiros, e pela manhã enfrentamos forte vento contra e uma longa escalada de 1.074 m. Tudo bem que o sol forte e o fato de ladear as montanhas amenizaram bastante o sofrimento. Ótima desculpa para parar, descansar e fazer umas fotos…

Depois que alcançamos o pico foi só alegria na descida…

Outra atração da ilha norte é o Lago Taupo e o Rio Waikato. O lago é gigantesco, e dele brota o rio que é maravilhoso. Percorremos uma trilha de 7 km em sua margem. A trilha é para mountain bike, não para quem viaja pesado como eu. O resultado disso foi mais uma presilha de fixação do bagageiro dianteiro quebrada. Eu sabia do risco, pois já havia quebrado outras vezes. Nas trilhas a bike trepida muito! O reparo foi rápido, já que sempre carrego comigo peça de reposição.

No final do dia a missão é achar um local para acampar… já havíamos pedalado 20 km a mais que o proposto para o dia e não achávamos um lugarzinho se quer… no duro mesmo! O dia já ia embora, o sol que coloriu as nuvens de tons lilás-alaranjado já havia sumido no horizonte. O jeito foi bater na porta de uma fazenda… e mais uma vez fomos agraciado com um lugar para dormir… Um tanto quanto inusitado e um pouco fedido, mas naquela altura do campeonato, nos serviu como uma luva! Passamos a noite protegidos em um celeiro de tosa de ovelhas…

Depois de conhecer o Kerosene Creek, um rio termal que corta a região, fui com minha família visitar as mais famosas cavernas da Nova Zelândia, a Waitomo Caves.

Formadas a mais de 30 milhões de anos, esse conjunto de mais de 300 cavernas de origem cárstica, abrange mais de 40 km de extensão e é um dos principais pontos turísticos da região de Waikato.

A principal atração da Caverna de Waitomo é um morador chamado Glowwoms, um inseto bioluminescente, nativo e só encontrados aqui, que em sua fase larval, emite uma luz brilhante para atrair suas presas na escuridão. São milhares de insetos que fazem do teto das cavernas um espetáculo que lembra o céu mais estrelado do mundo! É um espetáculo maravilhoso e único! Para os mais fantasiosos, pode até parecer obra de ficção científica, já que as larvas criam um sistemas de armadilhas tecendo fios pegajosos luminescentes que atraem e aprisionam pequenos insetos antes de devorá-los. O fato curioso é que os indivíduos adultos vivem poucos dias. Tanto os machos como as fêmeas brilham, mas não tanto como as larvas. O único objetivo da bioluminescência nos adultos é o acasalamento..

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CICLOTURISMO – O QUE A NOVA ZELÂNDIA OFERECE DE MELHOR – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #9

CICLOTURISMO – O QUE A NOVA ZELÂNDIA OFERECE DE MELHOR – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Picton foi nosso último destino na Ilha Sul, de lá, Jordi e eu pegamos o Ferry para uma viagem de 3 horas e meia até Wellington, a capital da Nova Zelândia, que possui cerca de 350 mil habitantes.

Fundada em 1830, essa jovem cidade é conhecida como Wellington dos Ventos, devido aos fortes ventos oriundos do estreito de Cook. É um importante centro financeiro, comercial e cultural do país. A cidade também ganha destaque com seu acervo arquitetônico, com fachadas Coloniais, Art Deco, Neogótica, imperial Francês, Inglês Tardio e casarões de madeira do século XIX. Embora possua alguns museus interessantes, um bonde e um teleférico nacionalmente famosos e ruas comerciais sofisticadas, não é propriamente, a cidade mais atraente da Nova Zelândia se tratando de turismo.

Ficamos hospeda na casa de Barry Brant, membro do WS, que anos antes, havia pedalado pelo Brasil. Durante sua viagem, Barry conheceu Eduardo Sator, um amigo de Caxias do Sul que foi nossa ponte de contato. Deixo aqui meu abraço e agradecimento aos dois!

Barry adora o Brasil e até arranha o Português. Ele nos deixou muito a vontade em sua casa, nos tratou muito bem e nos deu dicas importantes da região! Barry mora com sua esposa Fiona no alto de uma colina com vista para a cidade. Nossos novos amigos, não fizeram objeções em nos hospedar por 3 noites enquanto uma janela de ventos fortes e chuva, nos desencorajava a sair em viagem. Quando o tempo finalmente deu uma melhorada, seguimos as dicas de Barry e pegamos uma trilha para deixar a cidade.

A Remutaka Rail Trail é uma antiga ferrovia transformada em pista de caminhada e ciclismo de 22 km entre Maymorn e Cross Creek, que cruza as montanhas entre dois vales, o Mangaroa e o Wairarapa. A trilha Remutaka faz parte de uma rede de trilhas em parques públicos regionais administrada pelo Departamento de Conservação da Nova Zelândia. Em caráter recreativo é utilizada por mais de 30 mil pessoas por ano, e possui áreas de piquenique, banheiros e abrigos. Por se tratar de uma antiga estrada de ferro, a trilha apresenta um relevo gentil, algumas pontes de madeira e túneis curtos. A maior dificuldade da trilha foi cruzar um vale com um pequeno riacho ao fundo, onde a ponte não existe mais. Uma encosta íngreme associado as pedras soltas e o peso da bike exigiu bastante esforço.

As estradas da Nova Zelândia são desafiadoras, com bastante montanhas, sinuosas e quase sempre sem acostamento. A cada metro que se sobe, o vento parece aumentar e as subidas podem levar várias horas para serem superadas, mas é certo, para a felicidade geral da nação, que assim que se alcança o topo, vem um descidão delicioso pela frente!

Outro grande barato da Nova Zelândia é poder desfrutar de sua natureza. O país é lindo e seguro, onde acampar é realmente a melhor pedida…

O Camping Vinager fica ás margens do rio Rangitikel, um dos mais extensos do país com 185 km de extensão. O rio é famoso por oferecer diferentes formas de lazer como o jetboating, rafting, caiaque e pesca. O camping Vinager é equipado com banheiros e água encanada. No inverno é grátis, e acabou sendo o lugar perfeito para pernoitar, tirando os borrachudos, é claro!

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ACAMPAMENTO SELVAGEM – CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #8

ACAMPAMENTO SELVAGEM – CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Com Jordi, cheguei a Marahau, onde desbravamos a região escalando montanhas íngremes debaixo de um forte calor, sempre com um lindo visual para compensar o esforço.

Ficamos hospedado na casa de David por 3 dias. Nosso novo amigo, está sempre com a casa cheia, já que hospeda tanto membros do Warmshowers, como do Couchsurfing. 3 dias em sua casa, que possui uma vista incrível, foi tempo suficiente para organizar e-mails, postar nas redes sociais, pesquisar o próximo trecho, descansar e recuperar as energias, conhecer e cozinhar para pessoas das mais diferentes nacionalidades, e visitar a belíssima região do Parque Nacional de Abel Tasman, no qual vamos conferir ainda neste episódio, quando voltei a visita-lo com minha família.

De Marahau, passamos por Mutueka, capital nacional das frutas, onde nos deliciamos com kiwis verdadeiramente doces, antes de seguir para Nelson, em um trecho plano que á muito tempo não se via.

Nelson é conhecida por ser a região mais ensolarada da Nova Zelândia e por ser considerada a casa do artesão. Uma cidade pacata e organizada, que tem nas feirinhas artesanais seu grande charme! São mais de 350 artistas vivendo na região que exibem, seja nas ruas, estúdios ou em galerias sofisticadas, as mais diversas inspirações criativas em cerâmicas, vidros, madeiras, telas e em qualquer forma possível de se expressar a arte. É sem dúvida o lugar para comprar os suvenires mais originais da Nova Zelândia. O clima de sol, combina com a atitude positiva dos seus 53.000 moradores, atraindo gente do mundo inteiro, tornando a cidade um verdadeiro centro de entretenimento artístico, cultural e gastronômico, sem falar nos restaurantes e pub´s de cervejas artesanais. Um desfile nas ruas da cidade, tornou minha passagem por Nelson, ainda mais divertida!

A região de Tasman Bay, fica no Norte da ilha Sul da Nova Zelândia e é conhecida por suas belas reservas e parques nacionais, como é o caso do Abel Tasman Park, o menor parque nacional do país, que é um destino excelente para fazer caminhadas nas belíssimas trilhas costeira a beira de penhascos, com praias de tirar o fôlego em meio a uma natureza exuberante. Administrado pelo Departamento de Conservação da Nova Zelândia, o parque possui uma infraestrutura incrível com campings, cabanas rústicas e banheiro orgânicos. Todas as trilhas são devidamente sinalizadas, podendo-se levar de 1 a 5 dias para serem percorridas. A maior trilha possui 51 km, e a dica para quem quiser se aventurar por ela, é levar água, comida, roupas apropriadas, já que pode esfriar bastante durante a noite, e muito repelente.

Não existe estradas dentro do parque, e para conhecê-lo é preciso caminhar. Optamos em fazer uma belíssima trilha cercada por montanhas arborizadas, que a cada curva nos revelava uma baia com praias belíssimas de areia dourada e águas translúcidas, até chegar em Apple Tree Bay, onde passamos a noite cozinhando mexilhões frescos pescados na hora, assando milho verde, salsichas e marshmallow e curtindo um céu maravilhoso ao lado da fogueira! Foi uma noite inesquecível!

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