AVENTURA NO GELO – FOX GLACIAR – NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #6

AVENTURA NO GELO – FOX GLACIAR – NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

O glaciar Fox é uma geleira situada no Parque Nacional de Westland na costa oeste da Ilha do Sul da Nova Zelândia.

Com 2.600 m de altura e 13 km de extensão que vão dos Alpes até à costa litorânea, o Fox Glaciar é uma das geleiras mais acessíveis do mundo, recebendo mais de 1000 visitantes por dia na alta temporada. É um dos únicos glaciares do mundo que termina em uma exuberante floresta húmida e que apesar de ter diminuído de tamanho no último século, ao contrário da grande maioria de geleiras do mundo, vem crescendo um metro por semana desde 1985, contrariando assim, a teoria do aquecimento global.

O Fox Glaciar é nutrido por 4 geleiras alpinas que absorvem cerca de 30 metros de neve por ano. Essa neve compactada centenas de metros ao longo dos anos, recebe o nome de gelo azul, que desliza morro abaixo, formando uma cascata magnífica de 300 metros de espessura.

Pressionado por um vale íngreme, e pela pressão atmosférica, o gelo derrete, que associada a grande quantidade de neve derretida do topo, faz com que ás águas fluam bem mais rápido que a maioria das geleiras do mundo. Esse feito causa rachaduras profundas e o derretimento superficial cava sulcos na superfície que alimentam o rio Fox, que corta a verdíssima floresta tropical e desagua no Mar da Tasmânia. A oportunidade de caminhar entre as geleiras é uma experiência incrível!

O passeio é tão surreal que não foi possível andar 30 metros sem fazer uma foto! Caminhar nos apertados túneis azuis formados pelo derretimento da neve emocionou a todos nós! Claro, quando o túnel foi se estreitando, essa emoção também gerou apreensão e adrenalina e um certo alívio quando voltamos a superfície.

A experiência de desbravar o Fox Glaciar foi uma das grandes experiências vividas na viagem, e poder sentir essa emoção ao lado da minha filha foi indescritível!

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COMO É PEDALAR NA CHUVA E FRIO? CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #5

COMO É PEDALAR NA CHUVA E FRIO? CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

Logo depois de deixar Queenstown em direção a Wanaka, enfrentei uma longa e sinuosa subida onde tive que parar várias vezes para recuperar o fôlego e fazer uma boquinha.. A vantagem foi que a cada parada o visual ficava cada vez mais bonito… E como tudo o que sobe desce… lá fui eu curtindo um descidão que me levou até a porta da cidade….

Em Wanaka, reencontrei com Jordi, o espanhol que conheci no aeroporto no dia em que chegamos na Nova Zelândia e daqui seguiremos juntos até Aukland. Ele começou a pedalar na Austrália e depois segue para o Hawai e Estados Unidos.

Choveu e ventou muito nessa semana. Em 7 dias de pedal foram apenas duas manhãs com sol! De resto, garoa, chuva moderada ou pé d´água! Pedalar com chuva quando está calor é uma coisa, mas quando está frio o negócio muda de figura! A primeira providência a ser tomada quando chove e está frio é com a vestimenta. Ficar molhado e exposto ao frio pode comprometer a viagem seriamente e é por isso que uso roupas impermeáveis da cabeça aos pés. Assim, a temperatura corporal mantem o corpo aquecido… o problema começa a surgir com o suor. Depois de algum tempo pedalando a transpiração é inevitável e se é possível não permitir que a água da chuva penetre, é inevitável evitar o suor. Para amenizar a sensação de frio, visto uma camada de roupa conhecida como “primeira pele”, que é feita de um tecido sintético que mesmo molhado, mantém a temperatura corporal, mesmo porque, a próxima camada de roupa, geralmente de fleece ou lã, retém o calor que vem do corpo e isola o frio que vem de fora… E só então visto a roupa impermeável e contra vento. Assim sigo confortável, sem frio, até que meu corpo resfrie novamente… Geralmente isso acontece quando paro para descansar… O corpo esfria, a roupa gela rapidamente e a única coisa a fazer é trocar a primeira pele ou voltar a esquentar o corpo pedalando! É por isso que as paradas quando esta chovendo são sempre curtas. Como algo rápido e sigo no pedal, tendo como meta, alcançar o mais rápido possível o objetivo do dia. Evitar que o corpo esfrie é a melhor solução para dias frios e molhados. Geralmente na noite anterior faço uma pesquisa na internet para saber se vai chover, que horas ela está prevista e em que intensidade ela vai cair. Então, já deixo tudo preparado e organizado dentro dos alforjes. Outro problema em se pedalar na chuva é quanto a segurança, já que o asfalto fica mais escorregadio. Na sinuosa estrada nacional n° 6 da Nova Zelândia, que se estende por 1162 km pelo lado oeste da ilha sul, o perigo é ainda maior com a falta de visibilidade dos carros, encobertas pela densa vegetação e pela densa neblina, pela pista estreita e pela falta de acostamento. Também é comum ser ultrapassado por caminhões em alta velocidade.

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BUNGEE JUMP NOVA ZELÂNDIA – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #4

BUNGEE JUMP NOVA ZELÂNDIA – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Depois de fazer check-in na loja da operadora que organiza o passeio ao bungee jump no centro de Queenstown, viajamos de ônibus por meia hora até chegar canyon onde o salto acontece.

Com 134 metros de altura, o Nevis Bungee Jump fica em Queenstown, a capital mundial dos esportes radicais. Uma espécie de bondinho te leva até a plataforma que está suspensa por cabos de aço bem acima do rio…. ali, já é possível sentir o frio na barriga crescendo. E não é por menos, afinal, estávamos indo para a experiência mais radical de nossas vidas…

Você não tem noção da sensação de se jogar de uma plataforma suspensa de 134m de altura no meio de um vale com um riozinho lá em baixo. Nessa aventura, além da minha filha Ana Laura que não tinha na época a idade mínima de 13 anos para saltar, estavam comigo a minha irmã Cynthia e meu cunhado Luz… Outro requisito para saltar é ter entre 45 e 127 kg.

O Nevis Bungee Jump é o mais alto da Nova Zelândia, e foi exatamente por isso que o escolhemos. Desgraça pouca é bobagem, não é verdade?

A plataforma tem o fundo infinito, feito de vidro, que possibilita ver as pessoas saltando antes de chegar a sua vez. Nesse intervalo, um misto de tensão, ansiedade, apreensão e medo toma conta de todos… mas é o chamado da adrenalina que fala mais alto….

Enquanto somos preparados para saltar, recebemos as instruções. O procedimento é simples: o instrutor explica o posicionamento na plataforma na hora do salto, o procedimento de puxar a cordinha presa nos pés lá em baixo para não voltar a plataforma de cabeça para baixo.. né Cynthia? E o resto é com você! Ninguém te empurra, e a plataforma não abre automaticamente… ou seja… se seu coração não sair pela boca e se o medo não te paralisar você saltará por conta própria para os 8,5 segundos mais intensos da sua vida! Isso mesmo, são apenas 8,5 segundos. Mas te garanto que a experiência te marcará para vida toda! Pelo menos, foi assim comigo, com a Cynthia e com o Luz.

A viagem ao redor do globo continua!

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