Lisboa: o ponto final!

Lisboa foi a última cidade visitada pelo Projeto da China para Casa by Bike na Europa. Foram mais de 180 dias no velho continente, incluindo a primeira passagem no Leste Europeu. Era a minha terceira visita na cidade, e desta vez, mesmo sendo a mais curta, foi a melhor! Não tive a oportunidade de ir as principais atrações turísticas, nem de voltar a alguns restaurantes ou conhecer outros tantos… nem mesmo fui a Belém comer um pastel! Não fui ao Jõao do Grão, um dos restaurantes favoritos do meu mais português dos parentes, meu querido Tio João Caetano… e também não escutei fado! Mas por outro lado, a bicicleta, esse meio de transporte incrível, me colocou em contato direto com os lisboenses, me dando a oportunidade de ver a cidade através da ótica dos moradores locais, seus pontos de vistas, como pensam e vêem a cidade, e conhecendo seus lugares favoritos.

Fiquei hospedado na casa de Gonçalo Peres via warmshowers. Sempre disposto a ajudar e disponível, Gonçalo me ajudou com os preparativos para deixar a Europa, me levou a um show de uma banda popular, por um tour na cidade e fez questão de me apresentar alguns pratos típicos para ajudar o meu projeto.Enveredamos por vários assuntos em longas conversas interessantes, onde tive a oportunidade de aprender bastante com o novo amigo.

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Lisboa – Portugal.

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Castanhas portuguesas. Lisboa – Portugal

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Atenção a TV do bar. É hora de Benfica x Sporting. Lisboa – Portugal.

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Lisboa – Portugal.

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Lisboa – Portugal.

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Lisboa – Portugal.

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Simpatia dos lisboenses. Lisboa – Portugal.

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Lisboa – Portugal.

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Lisboa – Portugal.

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Delícias de Lisboa. Portugal.

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Lisboa – Portugal.

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Bob Marley em Lisboa – Portugal.

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Mosaico de Amália Rodrigues. Lisboa – Portugal.

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Sandra e Gonçalo. Meus amigos portugueses. Lisboa – Portugal.

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Lisboa – Portugal.

Agora a aventura toma outros rumos! Depois do Sudeste Asiático, Oceania, parte da Ásia Central e Oriente Média, totalizando 44 países e mais de 36.600 km pedalados, o Projeto da China para Casa by Bike volta para a África. Depois de Egito e Tunísia, te convido mais uma vez a subir na minha garupa, e seguir comigo para o Marrocos.

Portugal, o último país visitado na Europa.

Minha passagem por Portugal durou apenas 10 dias, infelizmente! Tinha planos audaciosos, mas tive que sacrificá-los em virtude do tempo de permanência na Europa. Cheguei em Portugal na véspera da data limite de saída! Era preciso correr, pois não sabia direito quais as retalhações que sofreria na migração. Já havia feito algumas pesquisas com várias informações diferentes. Multa, proibição de voltar a Europa temporária ou definitivamente, e até extradição. Essas eram algumas das possibilidades que me deixavam preocupado. Por outro lado, achei relatos de pessoas que não tiveram problemas. Sabia que estava infringindo uma lei importante, no entanto, apostava no bom senso, sorte e principalmente na impressão que o tamanho da minha viagem já vem causando nas pessoas. Os números da minha aventura se transformaram em um aliado muito interessante. Percebo um certo respeito e admiração por onde passo e com isso as pessoas parecem mais dispostas a ajudar. E sinceramente, apostei todas as minhas fichas nesse quesito. Sabia que de alguma forma esses números ajudariam em um momento delicado como esse. Mas ao mesmo tempo, sabia que quanto mais tempo eu permanecesse irregular, menor seria a tolerância.

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Fronteira entre Espanha e Portugal.

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Pedrogão de São Pedro. Portugal

Entrei em Portugal por uma cidadezinha chamada Aldeia da Ponte. E logo comecei a receber o carinho e a hospitalidade dos patrícios, via couchsurfing, warmshowers e até mesmo em encontros imprevisíveis. Um deles foi bem inusitado!

Vinha subindo a encosta de um grande desfiladeiro depois de cruzar uma barragem no sopé do vale. O sol já vinha baixo, com seus raios não sendo mais capazes de vencer as altas montanhas. O frio começava a açoitar e enquanto vencia metro por metro aquela dura subida, elaborava em minha cachola uma estratégia para passar a noite. Investiguei um casarão abandonado na beira da estrada. Tinha condições razoáveis, mas o susto que levei com um pássaro me “dando um rasante”, pareceu-me um presságio! Resolvi seguir em frente!

Um pouco mais acima, parei uma camionete com um típico Sr. do campo, com cara de poucos amigos, chapéu “tolado”(como dizemos no interior, que significa que o chapéu está socado na cabeça), um cigarro na mão que segurava o volante, e um bigodão branco com pontas amareladas, escondendo uma acarda dentária irregular, impregnada de nicotina. Cumprimentei-o!

_ Boa tarde! Procuro um lugar para passar a noite. Sei que vai chover e gostaria de colocar a minha barraca em um lugar coberto. Um barracão, garagem ou coisa assim…

_ Por aqui não há! Disse o velho, acelerando sua sofrida camionete, e arrancando morro acima! Me cobrindo com uma fumaça preta e fedorenta!

O velho foi tão rápido e rude, que demorei um pouco para assimilar o golpe!Dei umas tossidas,  tomei um gole de água e continuei… ainda tentando entender a indelicadeza do velho.

Rapaz! Eu não andei 200 m. Ainda podia sentir em minhas narinas aquela fumaça preta. Duas mulheres passeando com os cachorros… vinham descendo o morro, aparecendo na mesma curva que o velho desaparecia. Notei o momento que elas o cumprimentaram, tentando controlar os cães que bradavam contra o veículo. Um pensamento maldoso veio à minha mente! Toma velho! Pega eles cão! Me controlei e exorcizei o pensamento na mesma fração de segundo.

Com a minha aproximação, elas pararam fora da pequena estrada, segurando os cães com cuidado, esperando que eu passasse. Sorriram ao mesmo tempo que acenaram a mão, com um sorriso antagônico ao do velho. Por um instante, devido ao encontro recente, exitei em perguntar! Mas mudei de ideia! De novo na mesma fração de segundos…

_ Nós já acomodamos outro ciclistas por aqui. Temos um quartinho com uma lareira, e você também pode tomar um banho quente!

Enquanto escutava a resposta, parecia não acreditar… Em 200 m duas respostas completamente diferentes! Pensei bastante sobre isso! Janice e Leola são mãe e filha. Inglesas que vivem já a 4 anos em Portugal. Super simpáticas, me ofereceram o jantar, café da manhã e frutas secas, tangerinas e vinho para eu levar comigo. Foi um encontro legal! Muito boa conversa!

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Leola, Janice e eu. Ameixal. Portugal

Num outro dia, estava mais uma vez na boca da noite quando parei no restaurante Zé Galante. Precisava de água. A D. Lurdes me atendeu com tanto carinho que além da água, me ofereceu um prato de sopa e um dos quartos da pousada para eu pernoitar.

Em Mouriscas tive um outro encontro super legal! Era hora de comer algo e resolvi pedir informação para um rapaz que tomava um sol, sentado na mesa em frente a um bar. Ele acabou me levando para um restaurante de amigos. Conversa vem, conversa vai, os meninos acabaram me oferecendo um sanduba e umas cervejas. Bate- papo descontraído e divertido!

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Jorito, eu, Tiago e Raquel. Mouriscas. Portugal

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Rio Tejo. Abrantes. Portugal.

Houve outros vários encontros. Como com os meninos do Clube de futebol de Tramagal, os meninos do colégio agrícola, a dona do café que fez questão de me oferecer um café com leite e uma broa…. no entanto, de todos os amigos que fiz em Portugal, foi com Gonçalo de Lisboa que rolou a maior identificação. Além de me hospedar, Gonçalo veio ao meu encontro para chegar comigo em Lisboa. Foi um dia de pedal bem legal, com sol forte, ótima comida e estradinhas secundárias perfeitas para pedalarmos lado-a-lado. Conversamos bastante!

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Gonçalo e eu a caminho de Lisboa. Portugal.

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Meu primeiro bacalhau em Portugal.

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Cegonhas. Portugal

Agora é preparar e organizar a minha saída da Europa e torcer para que tudo corra bem! E enquanto isso, lógico, fazer uma rápida visita em Lisboa.

 

 

Espanha

Minha primeira parada na Espanha não poderia ter sido melhor! Fui hospedado por Maria e Zigor em Aretxabaleta, uma pequena cidade no norte da Espanha que fica espremida em meio a um lindo vale montanhosos. Cruzei duas vezes com o casal. A primeira na Tasmânia e depois na Nova Zelândia. A história do nosso primeiro encontrou quase se transformou em uma tragédia. Fui recebido por um membro do warmshowers e quando estava levantando acampamento para partir, eles chegaram. Foi um encontro rápido, pois logo depois parti! Só no segundo encontro, quase 2 meses depois, onde compartilhamos um jantar e boas conversas em outro warmshowers, foi que soube do que havia acontecido naquele dia. Um forte incêndio ocorreu na floresta nas cercanias, e com a mudança repentina da direção do vento, o fogo voraz, exigiu muito empenho dos moradores para ser controlado.

Maria e Zigor viajaram de bicicleta por mais de 3 anos. Agora, Maria está grávida, e o casal aguarda ansiosamente a chegada do bebê para quem sabe, cair na estrada novamente. Enquanto isso, eles vão recebendo visitas! Enquanto estive com eles, conheci dois casais de amigos. Um deles, já viajam de bicicleta por 8 anos!

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Aitor e Laura (8 anos viajando de bike), Eu, Maria e o bebê e Zigor. Um encontro com muita conversa e descontração. Aretxabaleta. Espanha.

Usufruindo do conforto que meus amigos me proporcionaram, tive tempo de refazer os cálculos e reajustar meu roteiro em direção a Portugal. Definitivamente, os 90 dias de permissão de permanência na Europa passou a ser um grande problema! Com isso, no primeiro instante abortei a viagem pelo Caminho de Santiago de Compostela. Apenas fiz alguns trechos do Caminho que coincidiram com o meu trajeto. Essa volta levaria no mínimo 10 dias a mais! Alguns dias mais tarde, ainda abortei minha ida para Porto (Portugal), rumando direto para Lisboa.

Fiquei mais triste com o Porto do que com Santiago de Compostela. Eu gostaria de fazer o caminho de Santiago andando, acho mais original! Já a cidade do Porto, é uma cidade que já conheço e gosto bastante!  Vai ficar para a próxima!

Segui na Espanha em direção a Portugal alternando grandes cidades e pequenas vilas, margeando a auto-estrada na pacata e monótona rodovia N1, ou me aventurando por caminhos secundários quase sempre de terra. A essa altura, o número de quilômetros pedalados por dia passou a ter prioridade máxima! Não foram raros os dias que fiz mais de 100 km.Depois de um dia de chuva, me deparei com um lamaçal que ficou ainda mais pegajoso com as folhas das árvores se precipitando devido ao outono. A cada poucos metros tinha que parar para limpar as engrenagens e os espaços entre os pneus e o para-lamas. A massa pegajosa e escorregadia e o peso da bike dificultaram muita a minha transposição.

Quase sempre, cheguei em meu destino já na boca da noite. Uma parte da manhã seguinte era reservada a um tour na cidade pernoitada, e sentava o pé para ir o mais longe possível no período da tarde! Sempre contando com a ajuda dos sites de hospedagem ou contando com a sorte do “Deus dará” para achar um lugar para armar a barraca.

A sorte colocou algumas pessoas em meu caminho que facilitaram um pouco minha vida! Uma delas foi uma brasileira gente fina que conheci em um restaurante na beira da estrada. Jose ativou sua rede de contatos e encontrou Paula, outra brasileira que vive em Salamanca. Ela não estava em casa, mas me deixou nas mãos de seu marido Joaquim, que foi super hospitaleiro!

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Rápido encontro com a brasileira Jose. Espanha.

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O simpático amigo Joaquim. Salamanca. Espanha.

Outro encontro interessante foi com o francês Nicolas, que viaja de bike com um cachorro e três pranchas de surf! Uma figura! Temos uma boa parte do roteiro em comum e quem sabe nos encontraremos lá na frente!

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Eu, Nicolas e seu cachorro! Um breve encontro na beira da estrada. Espanha.

Carlos Roa foi outro amigo interessante que fiz via site de hospedagem. Além de me instalar confortavelmente em sua casa, agilizou um tour, uma visita ao mais típico restaurante da cidade e ainda uma entrevista no jornal que circula na região de Burgos.

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Eu e Carlos em Miranda de Ebro. Espanha.

O tempo deu uma firmada e sempre que não consegui hospedagem acampei. A temperatura durante as noites nunca foram menores que 5°C, porém, muito úmidas.

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Levantando acampamento em Villa Mediana. Espanha.

Infelizmente o ritmo do passeio na Espanha não foi como eu gostaria. Se tivesse mais tempo certamente aproveitaria mais! Mesmo assim, teve muita coisa legal! Abaixo segue algumas fotos que ajudam a contar um pouco de como foi esses caminho.

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Vitória. Espanha.

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Vitória. Espanha.

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Caminho de Santiago de Compostela.

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Caminho de Santiago de Compostela. Espanha.

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Miranda do Ebro. Espanha.

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Vilas ao lado da estrada N-1. Espanha.

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Famosa Catedral de Burgos. Espanha.

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Rio Arlazón. Espanha.

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Ainda existe animais silvestres por toda a Europa. Espanha.

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Canal de Castilla. Espanha.

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Eu e David, warmshoers, em Valadoli. Espanha.

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Salamanca, logo de manhãzinha. Espanha.

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Salamanca. Espanha.

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Salamanca. Espanha.

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Salamanca. Espanha.

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Final de tarde nas vilas espanholas. As chaminés começam a trabalhar para ajudar a elevar a temperatura e a preparar o jantar. Espanha.

Ainda com pressa…. é bicicleta né bicho?! Por mais que você corra, nunca é muito rápido, não é verdade? Por isso consegui provar e matar a saudade da gastronomia espanhola. Porco, cabrito, coelho, peixes e é claro, muitos embutidos como salames, copas, lombos e é claro o Jámon…

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Um primiado vinho branco de Castilla Y León, presente de Carlos Roa. Miranda de Ebro. Espanha.

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Atum e anchovas com pimentão.

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Dobradinha de porco.

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Sobremesa típica da região Castilla e León. Espanha.

Ainda na correria, vamos juntos desbravar o último país do continente europeu em que o Projeto da China para Casa by Bike vai visitar! Portugal, aí vamos nós! Hora pois!!!!