E na Alemanha eu vou… de abraços em abraços!

Depois que me despedi de Ronny e sua família, meu foco mudou, e passei a pedalar forte para encontrar Eric e Marc, que pedalaram comigo na Grécia e na Turquia. Eles vivem em Colônia, e para abraçá-los, foram sete dias de pedal por ciclovias cruzando vilas, cidades, castelos, fazendas e bosques ao longo de dois dos mais importantes rios da Europa, o Danúbio e Reno.

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Marc, eu e Eric em Colônia. Alemanha.

Pedalai pelas ciclovias nacionais alemã número 6, 9, 5 e 8, que em muitos trechos seguem as ciclovias internacionais EURO VELO. Todas muito bem conservadas, sinalizadas e seguras.

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Ciclovia ao lado do Rio Reno, Alemanha.

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Cidade típica ao lado das ciclovias alemãs.

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Cidade ao lado da ciclovia. Alemanha.

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Wuszburg. Alemanha.

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Ciclovia ao lado do Rio Reno. Alemanha.

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Castelo nas montanhas ao lado do Rio Reno. Alemanha.

Foi uma semana praticamente sem sol. Muita neblina pela manhã e nuvens cinza durante todo o dia. Se essa parte foi negativa, posso dizer que em termos de hospedagem foi bem legal! Praticamente um dia sim, um dia não, consegui warmshowers… e quando não rolou, acampei. Tá cada vez pior acampar… friaca, e os dias estão cada vez mais curtos. O horário de inverno está chegando. Os relógios serão atrasados em uma hora, o que significa que terei uma hora a menos de luz para pedalar… e vou ter que amargar longos períodos dentro da barraca! Isso é chato!

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Frio e neblina nas manhãs do outono alemão.

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Café da manhã com Jean, Andreas e o filho Gabor, membros do Warmshowers em Aschafemburgo. Alemnha.

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Jantando com os membros do Warmshowers,  Sr. Wolfgang e Ana Marie em Hochst. Alemanha.

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Acampamento ao lado da ciclovia alemã. 

Em Colônia, reencontrar Eric e Marc e suas namoradas, foi bem legal! Larissa e Hanna conheci na Albânia, na festa de ano novo. Bom receber o carinho de todos! Passeamos pela cidade, fomos ver shows; Eric me levou para conhecer alguns bares e restaurantes que ele gosta, e também rolou muitas lembranças e boas risadas.

Tive oportunidade de provar vários tipos de cerveja. Tanto tradicionais, como algumas inovadoras biológicas, que ganham cada vez mais força no exigente mercado alemão. Rolou algumas surpresas gastronômicas boas durante a viagem, e ainda tive tempo para cozinhar… coisa que já estava com saudade. Rolou um risoto de abóbora com leite de coco. A abóbora veio direto da horta da família de Marc…

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Colônia. Alemaha

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Um momento de sol em Colônia. Alemanha.

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Colônia, Alemanha.

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Arrisquei no menu alemão, e acabei com um surpreendente pimentão recheado. Alemanha.

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Cerveja boa! Alemanha.

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Joelho de porco. Alemanha.

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Eric devorando uma salsicha! Colônia. Alemanha.

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Eu e a namorada de Eric, Laissa. Colônia. Alemanha.

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Eric fez um belo selfie na cozinha de usa casa. 

Eu acho que já estou acreditando naquela frase: Tudo que é bom dura pouco! Estou com essa sensação desde quando deixei a casa de Ronny. Aqui também os dias passaram voando! A boa notícia é que Eric vai me encontrar em Amsterdam, meu próximo destino.

Vamos juntos para a Holanda! Sobe na garupa e vem comigo!

É tanto carinho que nem sei se mereço!

Quando coloquei a Alemanha em meu roteiro, estabeleci uma rota priorizando visitar alguns amigos que fiz na estrada. E foi por isso que passei em Kosching! Terra dos meus amigos Ronny, Edi (General) e Daniel, que pedalaram comigo no Vietnã.

Infelizmente não conseguir dar um abraço em Daniel, mas fui super bem recepcionado pelo General e sua esposa Melitta, e por Ronny, sua esposa Heike e sua filha Lisa.

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Lisa, Heike, Eu, Melitta, Ronny e Edi. Koshing – Alemanha.

Ronny, Heike e Lisa, seguem meu blog desde que nos conhecemos. E é claro que à medida que me aproximava, trocamos mais e mais emails. Ronny é mecânico de bike nas horas vagas e se candidatou a dar uma geral na minha bicicleta. O que eu não esperava foi o “patrocínio” das peças! Cabos dos câmbios, K7, coroas, pedais, corrente, gancheira e umas coisinhas mais. Ronny deixou minha bike nova! Zerada!

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Minha bike no pedestal e nas mãos de Ronny! Koshing-Alemanha.

E não foi só isso! Eles preparam jantares, passeios, fomos a restaurantes típicos, me presentearam com roupas de inverno, com uma nova bandeira do Brasil, lanterna de cabeça, já que a minha o tempo tratou de dar um fim, um monte de guloseimas para a viagem… Rapaz! Cada hora era uma coisa! Até meu estoque de remédios eles renovaram… Bateu de novo aquele sentimento que já me referi aqui tempos atrás! Uma mistura de vergonha  e orgulho! Manja? Rola um certo constrangimento com tantos presentes e ao mesmo tempo, sei que eles estão felizes em poder ajudar!

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A bandeira do Brasil me esperando no quarto de hóspedes da família Berthold. Kosching. Alemanha.

O carinho que Ronny tem por mim é tão grande que chega a surpreender. Na parede da loja de bike onde compramos as peças, tem um quadro com uma foto minha de quando pedalamos juntos no Vietnã. Olha só que legal!

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Minha foto em uma feira de rua no Vietnã na parede da loja de bicicletas em Inglostadt. Alemanha.

Ronny é funcionário da Audi. Ele me levou para conhecer a linha de montagem de alguns modelos. O tour é fascinante! Robôs de última geração, precisão em cada detalha, logística, programação… Um Audi leva 30 horas para ser montado e a cada 83 segundos um carro fica pronto! Rapaz! Fiquei encantado! Infelizmente não é permitido fotografar ou filmar…

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Heike, Ronny (orgulhosíssimo funcionário), Lisa e eu. Fábrica da Audi. Inglostadt. Alemanha.

Edi fez questão de me visitar todos os dias na casa de Ronny. Ronny e Heike prepararam deliciosas receitas típicas! E para a nossa sorte elas estarão no próximo livro! Aguardem!!!

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Ronny e sua deliciosa receita que vai estar no livro Da China para Casa by Bike!

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Lisa saboreando o segundo prato preparado pelos Bertholds.

Ronny ainda me acompanhou por 90 km até Donauworth. Um deliciosa viagem beirando o Rio Danúbio, onde pudemos matar um pouco a saudade de pedalar juntos. Com os dias de descanso, a bike tinindo, e sem os alforjes, já que Heike e Lisa vieram jantar conosco, me senti um leão em cima da bicicleta.

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Vai Lisa! Tira logo a foto!!! O sol está nos segando.. kkk! Ronny e eu prontos para pedalar juntos depois de quase 2 anos. Kosching. Alemanha.

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Ciclovia Alemã.

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Ciclovia do Rio Danúbio. Alemanha

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Sinalização padrão das ciclovias alemãs.

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Lindo pôr do sol para coroar nossa despedida. Donauworth. Alemanha.

Foi mais uma despedida dolorida e emocionante. Daquelas que você parte querendo ficar! Assim como na despedida de Marco em Ravenna, não consegui segurar as lágrimas. Gratidão, carinho, amizade! Ronny é mais do que um amigo… é um irmão que fiz na estrada!

Muito obrigado Ronny, Heike, Lisa, Edi e Melitta! Espero vocês no Brasil… ou em algum lugar nesse mundão afora!

É preciso cuidar da bicicleta!

Em uma longa viagem de bicicleta como a minha, é natural o desgaste de algumas peças. Limpeza, lubrificação e um olhar atento em alguns componentes pode evitar o pior. Hoje foi dia de fazer um check up na bicicleta. O meu amigo Ronny, que pedalou comigo no Vietnã, tem  como hobby cuidar de bicicletas. Ele tem uma verdadeira oficina dentro de casa. Ronny cuidou da minha bike com muito carinho e deixou-a novinha! Obrigado Ronny! Sem palavras para agradecer todo o carinho!

Bem vindos à Alemanha.

Entre Innsbruk na Áustria e Munique na Alemanha, foram 3 dias de pedal com muita chuva. Apenas no terceiro dia, já bem perto de Munique, o sol apareceu novamente. Foi o último trecho de Jordi, que volta para Barcelona amanhã, enquanto eu, sigo minha jornada rumo norte, onde pretendo visitar bons amigos que fiz na estrada.

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Innsbruk. Áustria.

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Innsbruk, Áustria.

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Jordi eem Innsbruk, Áustria.

A ciclovia que liga essas duas cidades seguiu no mesmo padrão dos Alpes. Muito bem sinalizada, boa infraestrutura, quase sempre exclusiva para pedestres e ciclistas, e em ótimo estado de conservação. Na Áustria, a ciclovia segue ao lado do Rio Inn, afluente do Rio Danúbio, fato que garante boas fotos, mesmo com o tempo nublado. O céu nublado, a chuva, as baixas temperaturas e as folhas das árvores que colorem as trilhas com tons que vai do amarelo, passando pelo cobre e chegando ao marrom, oferecem um cenário original típico de outono. No entanto, o vale do Rio Inn é um importante centro agropecuário, com plantações e pastos ainda verdinhos.

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Ciclovia entre Innsbruk e Munique. Alemanha.

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Típica paisagem do Rio Inn. Áustria.

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Vale do Rio Inn. Áustria.

A chuva associada ao frio, é literalmente, um banho de água fria para fazer fotos. Luvas grossas, lentes molhadas e embaçadas… fica chato pra caramba! Como vai secar ou desembaçar a lente se tudo está molhado?  A chuva também enche o saco na hora de buscar um lugar para passar a noite. Não conseguimos Warmshowers e não tivemos sucesso com o Padre, que por sinal, nem se quer estendeu a mão para me cumprimentar! Super rude o lazarento! Me deixou com uma raiva desgraçada! Tudo bem! Não precisa aceitar o meu pedido, mas não me cumprimentar foi demais! Fiquei o resto do dia ruminando aquele momento. Padre du C.! Não me deu a mão e fechou a porta na minha cara! Ahhhh….. Bom deixa para lá! O jeito foi encarar a chuva e acampar…

Na primeira noite cozinhamos dentro da barraca e na segunda usamos uma casinha de caçadores de patos. O cardápio foi praticamente o mesmo, com pequenas variações. Uma deliciosa sopa com milho verde e abóbora que colhemos ao longo da ciclovia.

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Jordi e eu cozinhando em dia de chuva dentro da barraca, próximo à fronteira entre Áustria e Alemanha. Áustria.

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Acampando na Alemanha.

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Acampando na Alemanha e mostrando a língua para o Padre!

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Cozinhando na casinha de caçadores de pato para se proteger da chuva. Alemanha.

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Casinha de caçadores de pato. Alemanha.

Munique é a terceira maior cidade alemã, capital da região da Baviera, o maior dos 16 estados alemão. Nesta região, a cozinha é rústica, destacando todos os tipos de carne, em especial as carnes de caça, vitelo, pato, os diferentes tipos de salsichas e o porco, talvez a estrala maior da gastronomia da região. Os doces como o Apfelsrudel, torda de maça e creme; e o Nusschneken, uma caracol de massa folhada com diferentes sabores, também são bem interessantes, seja na sobremesa ou na hora do cafezinho com leite para esquentar do frio. No entanto, eles não são lá tão açucarados como os nossos doces brasileiros, e podem decepcionar os fanáticos por açúcar. Ahhh… as cervejas também são muito famosas por aqui. Até a semana passada estava rolando a Oktoberfest!

Com uma “crise de gota”, confesso que ainda não experimentei as carnes. Mas já rolou uns docinhos típicos.

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Apfelsrudel – torta de maça alemã.

Já entrei com a medicação e estou torcendo para melhorar o mais breve possível! Afinal, tem muita coisa para provar, não só na região da Baviera, mas em toda a Alemanha. Sobe na garupa e vamos juntos!

 

Ahhhh… os Alpes! Que coisa mais linda!

Cruzar os Alpes em duas rodas foi sem dúvida uma das mais belas jornadas da minha viagem. Certamente é um trecho que recomendo para todos os amantes do cicloturismo. É preciso preparo físico, mas garanto que você, assim como eu, vai se encantar com as paisagens, vilas e a natureza esplêndida que separa a Itália da Áustria.

Cruzar os Alpes pedalando requer muito empenho e determinação! Longas subidas e dois passos com 1530 m e 1370 m de altitude, sem contar o sobe e desce das encostas das montanhas. O frio e o vento também são grandes desafios nesta época do ano. No entanto, o visual é incrível! E este trecho entre Veneza e Innsbruk, foi sem dúvida um dos mais lindos de todo o Projeto Da China para casa by Bike!

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Parque Nacional Tre Cime – Dolomites. Itália.

A ciclovia que liga Veneza na Itália, a Innsbruk na Áustria é sensacional, oferecendo boa infraestrutura, segurança e um visual de tirar o fôlego!

Super bem sinalizada, é praticamente impossível se perder da rota, que segue em grande parte em vias exclusivas para ciclistas e pedestres. É claro que com isso o perfil altimétrico aumenta consideravelmente, mas a tranquilidade em poder pedalar com segurança em meio a natureza é recompensadora. A maioria do trajeto é asfaltado. Os trechos em terra e cascalhos são muito bem conservados. Mesmo com pneus relativamente finos (700x35cc), não encontrei nenhuma dificuldade. Jordi, com pneus de mountain bike, parecia pedalar no asfalto!

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Ciclovia Veneza-Monique . Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes. Itália.

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JOrdi e eu na ciclovia Veneza-Munique. Alpes. Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Túnel da ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Passo Cimabanche. Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

As distâncias entre vilas e cidades são curtas! Toda hora tem uma linda vila ou cidade onde é possível se abastecer de comida e água. Mas cuidado, tudo está fechado entre 12:30h e 15:30h, inclusive alguns restaurantes. E como é uma região turística, os preços não são muito atrativos. As pizzas é a opção mais barata do cardápio. Os preços em geral vão de 6 a 11 euros. E não se esqueça, aqui é Itália, belo! Elas são ótimas! Também compramos queijos, salames e presuntos no mercado. Delícia! No jantar, sempre cozinhamos! Na última vila andes de pararmos, compramos cebola, alho, e ingredientes para uma pasta. Ah! E um vinhosinho para esquentar um pouco…

Um fato curioso é que nesta região da Itália a língua mais falada é o alemão, e não o italiano.

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Jordi se hidratando em uma das fontes de água potável da ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Cortina d’Ampezzo. Alpes, Itália.

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Pieve di Cadore. Alpes, Itália.

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Pizza capreze: Mussarela de búfala, tomate e orégano! Massa fantástica! Itália.

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Preparando um penne carbonara para o amigo Jordi. Alpes. Itália.

Levamos cinco e dias para fazer esse trecho de 345 km. As subidas são longas e exige bastante esforço. Outro fator que deixa a viagem morosa são as paradas para as fotos. O visual é tão lindo que paramos toda hora para fotografar. Fizemos também algumas longas parada para poder se esquentar e se proteger da chuva e do vento gelado.

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Alpes, Itália.

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Alpes, Itália.

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Dolomites Nacional Parque. Alpes, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munique. Alpes, Itália.

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Aples, Itália.

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Ciclovia Veneza-Munque. Alpes, Itália.

Conseguimos nos abrigar em todas as noites. Uma vez na Paróquia em Pieve di Cadore, uma noite no sala de uma escola de música em Vandoies di Sotto e duas noites em casas ao lado da estrada. A primeira casa foi em Marcora, tinha pernilongo pra burro, estava em fase final de reforma. A segunda estava abandonada, foi bem pertinho do Passo Comabanche, onde chegou a gear de madrugada.

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Casa onde passamos a noite em Marcora. Itália.

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Preparando o café da manhã em casa abandonada perto do Passo Comabanche (1530 m). Itália.

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Sala da escola de música onde passamos a noite aquecidos em Vandoies di Sotto. Itália

Praticamente não existe fronteira entre a Itália e a Áustria. Passei pela pequena placa indicando que havia trocado de país sem perceber. Jordi mais atento do que eu chamou minha atenção. Voltei e fiz uma foto e um vídeo para registrar a minha entrada no 38° país do Projeto da China Para Casa by Bike. Estava um frio de lascar!

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Fronteira entre Itália e Áustria. 

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Chegando em Innsbruk, Áustria.

Embora o vento gelado continuou a nos açoitar, depois que cruzamos a fronteira foi só alegria com um descidão delicioso. Como estávamos com muito frio, quase que “atropelamos” esse trecho. Só queríamos um lugar quente e um banho! Chegamos em Innsbruk já na boca da noite. Estamos hospedados na casa de Benjamin que é membro do Warmshower. E aqui, conseguimos tudo queríamos! Um lugar quente e um banho! Ufa!

É a minha segunda vez em Innsbruk. A ideia é descansar, cuidar de uma antiga lesão no pé, e rever alguns pontos da cidade em um único dia e seguir viagem. Minha jornada na Áustria será curta! Por isso, não vacila! Sobe na garupa e vem comigo até meu próximo destino: Munique – Alemanha.