Meu Natal foi salvo pela sorte!

Desde que me despedi da minha irmã no aeroporto em Budapeste, vinha imaginando como seria o meu Natal. Lá no Brasil, toda minha família reunida e se confraternizando em meio a muita comida boa, bebidas, brincadeiras e colocando o papo em dia, já que o Natal é o evento do ano em que os Magalhães, Tanuris e Caetanos se encontram em maior número. Sobrenomes que representam parte da minha família. Leitoa, carneiro, peru, e mais um montão de guloseimas, que quando são colocadas à mesa, é impossível não se lembrar da Vó Nega. Ela sempre foi responsável por preparar tudo, e passou a sua mágica para as mãos da minha mãe, tias e tios, que são responsáveis por continuar com a tradição; e nunca deixaram a peteca cair depois que a Vó, “saiu fora antes do combinado”.

Confesso que o Natal é o período do ano mais difícil da viagem quando se fala em saudade, isso porque além de tudo, anuncia a aproximação de mais um aniversário da minha filha Ana Laura… Eita saudade que machuca!!!

Bom, desde que parti para o meu sonho de dar a volta ao mundo de bicicleta, esse será o terceiro Natal longe de casa. O primeiro foi melancólico. Estava na China, na fronteira do Vietnã. Um lugar, que pelas tradições, nem se fala em Jesus.

O segundo, quase passou despercebido com as dificuldades e os encantamentos entre as montanhas da Nova Zelândia (Nossa, já faz um ano!). Se não fosse por um bom filé acebolado e a companhia de Jordi de Barcelona, que me acompanhava naquela época, nem saberia que era Natal. 24 de dezembro foi um dia como outro qualquer de pedal.

Agora, eu estava curtindo o visual das estradas da Croácia, agradecendo o inusitado bom tempo desta época do ano, e ao mesmo tempo angustiado com a possibilidade de passar o Natal sozinho. Sem muitas expectativas, rumo ao sul, tentava me consolar com o encontro que terei com parte de minha família no final de janeiro. Já estava aceitando o fato! Aliás, é como eu sempre digo: _ Para se ter algo, é preciso abrir mão de algo!

Assim que terminei o meu último post (Como funciona hospedagem em cicloviagem?), já com quase tudo pronto para meter o pé de Dubrovnik, rumo a Montenegro, recebi uma mensagem de James, o inglês que encontrei quando pedalava com a Cynthia. Ele me convidou para passar uma noite em Mikulici, a apenas 35 km de onde eu estava, já bem pertinho da fronteira. Na mensagem, ele dizia que os franceses Vincent e Florian (os da bikes elétricas) estavam por lá e que o anfitrião Marko (warmshowers), não faria oposição em receber mais um. Era dia 20, ainda um pouco longe do Natal. Mas era uma oportunidade de afinar com os franceses a tentativa de um encontro no dia 24, para não passar o Natal sozinho.

Quando cheguei, além de ver os 3 garotos que mencionei acima, tive a surpresa de encontrar Marc e Eric, dois alemães que também viajam em bicicleta. Eric já morou no Brasil e Portugal e fala muito bem o português. Formamos um grupo legal e é claro que fizemos uma festa de confraternização. Churrasco e cervejas rolaram soltos! Tudo regado a um delicioso bate-papo sobre experiências  em viajar de bicicleta e tudo o mais…

Para melhorar ainda mais, e espantar de vez a minha angústia de passar o natal sozinho, Paula e Renam, dois brasileiros do Projeto OutsidersBrazil.com.br, que viajam de carro pelo mundo, me enviaram uma mensagem dizendo que estavam por perto. Resultado! Agora somos  7. E a animação da festa de Natal está garantida!

Aliviado, ou quase,né?! Aproveito para deixar o meu sincero agradecimento para todo mundo que tem um carinho, seja por mim ou pelo meu projeto!

Toda a galera mais a família que toma conta da pousada em Radanovici, Montenegro.

Toda a galera, mais a família que toma conta da pousada em Radanovici, Montenegro.

FELIZ NATAL!

” O sonho não é para ser sonhado e sim para ser vivido!”

Obs: Infelizmente a internet de onde eu estou, não permitiu que eu postasse mais fotos. Ela  é muito lenta e cai toda hora!

 

Como funciona a hospedagem em cicloviagens?

Buscando opiniões e experiências diferentes da minha, perguntei para minha amiga Camila Guido, que já viajou bastante de mochilão e de bike, como ela se vira com hospedagem? Confira!

Acampamento em um belíssimo vale na Mongólia.

Resposta: Ao contrário do que se possa imaginar, nem sempre é fácil encontrar um teto para chamar de seu quando se está viajando de bicicleta. Infelizmente, não são todos os hotéis, pousadas e afins que possuem um lugar para guardar a bike (estacionamento, garagem, um quartinho que serve como depósito e que não é muito utilizado etc.). Há estabelecimentos onde se dá um jeito, ou seja, a bici fica guardada num corredor, num cantinho do saguão, num espaço sob escadarias, nas próprias escadarias (sim, já aconteceu comigo) ou, na pior das hipóteses, ela vai com você para o quarto (particularmente, detesto essa opção, já que, normalmente, a bike não está lá muito limpinha para dividir o quarto com ninguém), mas essa não é necessariamente a regra.

Acampar pode ser uma ótima opção, já que bike e barraca são reconhecidamente uma boa dupla; porém, para tanto, você terá que carregar equipamento de camping (barraca, saco de dormir etc.), o que nem sempre é viável ou desejável. Digo viável pois em viagens onde a altimetria é hardcore o peso e o volume da tralha de camping podem atrapalhar bastante o pedal; quando, por exemplo, o roteiro exige que você “escale” três subidas fortes e longas por dia, poder pedalar com o mínimo de peso possível é a melhor opção, principalmente se você não é tão forte ou não está tão condicionado. Além disso, para quem nunca teve o “Manual do escoteiro-mirim” como livro de cabeceira, acampar pode não ser o tipo de acomodação mais indicada, especialmente depois de um dia duro de pedal. Particularmente, eu gosto bastante de acampar e não penso duas vezes quando essa é a única opção disponível ou aquela que, em função do aspecto econômico, possibilita a realização da viagem. Mas, confesso: adoro um bom hotel, pousada, hostel etc.

A questão da aceitação e da acomodação da bike pelo estabelecimento invariavelmente dependerá, como já mencionado acima, de espaço e de boa vontade. Se a sua cicloviagem é fundamentalmente uma trip rural, você provavelmente não enfrentará problemas, já que as propriedades ao longo do caminho certamente terão espaço de sobra para a sua bicicletinha; porém, nas cidades, especialmente nas grandes, o caldo pode entornar.

A minha recomendação é sempre ter algumas cartas na manga; mesmo que você não esteja disposto a fazer reservas e, portanto, a engessar um pouco a viagem, procure pesquisar, com antecedência, quais são os estabelecimentos que aceitam bicicletas nas cidades pelas quais você passará e nas quais há chance de pernoitar. Guias de cicloviagens, como os de Antonio Olinto e Rafaela Asprino e os de Guilherme Cavallari trazem dicas de hospedagem; os famosos guias da Lonely Planet (imbatíveis e de longe os meus preferidos), na sua versão Cycling Guides, elencam diversas opções de acomodação para viajantes em bicicleta; dependendo da região e do país, sites especializados também podem ser boas fontes de indicação de hospedagem.

Outra opção é simplesmente enviar um e-mail ou ligar para o estabelecimento escolhido e perguntar sobre a bici; no caso de sites como o Booking.com (o meu preferido para efetuar reservas em hotéis, pousadas e até em hostels), é possível visualizar, na página do estabelecimento escolhido, se ele possui estacionamento privativo.

O segredo, para evitar perrengues, é basicamente não negligenciar o elemento bicicleta no planejamento da hospedagem; eu já passei por situações bem exasperantes e acabei tendo que desembolsar uma grana que não estava no roteiro para poder colocar a minha bike para dormir num lugar seguro e tranquilo e, acredite, foi um pouco frustrante.

Vale apontar: alta temporada e grandes cidades europeias com centros espremidos, como Florença, são indicadores de atenção. Pesquise antes e, se possível, reserve, caso não queira gastar os tufos para acomodar sua bicicleta.

Uma possibilidade bem legal, especialmente se você estiver viajando sozinho, são as redes sociais de troca de hospedagem, como o Couchsurfing, o Hospitality Club e o WarmShowers, sendo o último uma rede específica para cicloviajantes. Aqui costumo ouvir a pergunta: mas é seguro? Sim, costuma ser. Nunca ouvi nenhum relato que desabonasse qualquer uma dessas redes e nunca tive uma experiência “perigosa”. Claro que eventualmente você pode se decepcionar um pouco com seu anfitrião ou hóspede, mas as coisas ficam no nível da falta de empatia ou da estranheza relativa a hábitos pessoais. De resto, costuma ser uma experiência bastante rica e altamente recomendável. Tendo a sorte de descolar um anfitrião legal, você certamente vai descobrir muito mais sobre o local onde está do que jamais imaginou e terá uma visão menos turística daquilo que está vendo. Isso sem falar que é free! (Lembrando que não custa pensar num presentinho para o seu anfitrião, mesmo que simbólico, para agradecer a generosidade. Gentileza nunca é demais!) No caso dessas redes, ao entrar em contato para perguntar sobre a possibilidade de hospedagem, não esqueça de mencionar a bike.

Ufa, cansou? Calma porque a viagem ainda nem saiu da tela. E não se iluda: mesmo com todas essas dicas e com todo o planejamento, várias coisinhas sairão fora do roteiro. Não fosse assim, que graça teria? Se viajar é, numa certa medida, a oportunidade de viver outra vida dentro da nossa própria, eu não acredito que você gostaria de nascer, crescer e morrer sabendo tudo o que vai rolar pelo caminho. Como eu costumo dizer, planeje, mas saiba que o universo costuma ser bem generoso com os viajantes de mente e coração abertos. Que venham as (boas) surpresas!

 

178959_111262189079707_696157192_nCamila Guido Vignando é servidora pública federal, autora do blog “Pensamentos Inadequados” e viciada em viagens. Vem mochilando e pedalando por aí, sempre que possível, há alguns anos, e já levou sua bike para alguns passeios, pelo Brasil e fora dele. Também é praticante de Iyengar Yoga e coautora do mini curso “Yoga no Cicloturismo”.

As últimas surpresas do meu pedal na Croácia.

Demorei alguns dias para voltar a pedalar depois que a minha irmã Cynthia voltou para o Brasil.

De compromisso mesmo, só ministrei uma palestra para os alunos de Emoke, minha amiga húngara, e mais nada. Foi um bate-papo rápido de 45 min, onde pude compartilhar minhas experiências de viagem e responder um montão de perguntas. Fiquei contente com o interesse e surpreso em ver como os estudantes húngaros sabem respeitar o limite das brincadeiras e do respeito! Foi um papo divertido e cheio de piadas! Gostei muito!

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Turma animada de adolescentes que me ouviram em uma mini palestra em Szekszárd – Hungria.

De volta ao litoral da Croácia, peguei vários dias de sol, praticamente sem vento e temperatura agradável em torno de 12° C. Um sobe e desce dos diabo, mas nenhuma grande montanha. Altitude máxima de 300 metros acima do nível do mar, oferecendo visuais incríveis. Nada comparado as montanhas que cruzei com a Cynthia. Acampei bastante e fiz a minha própria comida. Aliás, talvez o assunto gastronômico tenha sido a maior baixa deste país. Tirando uma coisa aqui outra ali, a maioria dos restaurantes na beira da estrada sofrem forte influência italiana (a Itália é logo alí, do outro lado do Mar Adriático), e é raro encontrar algo que não seja pizza, pasta ou risoto. Ahh… tem muito kebab também…

 

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Acampamento em estrada abandonada ao lado da estrada principal nas margens do Mar Adriático, Croácia.

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Acampamento em meio a plantação de oliveiras, entre as montanhas e o mar, Croácia.

Com a Cynthia, tive várias conversas e senti a necessidade de me isolar um pouco para colocar as ideias em ordem e realinhar os pensamentos. Fiquei sem internet esse tempo todo, não fiz muita questão de me enturmar com os locais e gastei muito tempo ajustando os próximos passos. Por muitas vezes fiz paradas apenas para curtir o visual.

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Curtindo o visual em Markaska, Croácia.

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Lago nos arredores de Ploce, Croácia.

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Trn, pequena vila na Croácia

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Chegando em Dubrovnik, último destino na Croácia.

A exceção da regra, foi pedalar e acampar por um dia e uma noite com Florian e Vicent, dois jovens franceses que estão rodando a Europa com bicicletas elétricas. Nos encontramos casualmente na estrada. Fiquei interessado em ver o ritmo de viagem deles. Com a velocidade média bem mais alta que a minha, e fazendo bem menos força nas subidas, eles exercitam a paciência por até 3 horas e meia para recarregar as baterias da bike. Pedalam praticamente sem paradas no período da manhã, param para recarregar quando acham tomadas, perto de 50 km pedalados, e depois voltam a pedalar apenas para encontrar um local seguro para acampar.

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Os franceses Vicent e Florian com as bikes elétricas e trailers. Croácia.

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Para quem quiser dar uma olhada no site dos franceses Florian e Vicent, que eu tive o prazer de encontrar na Croácia.

Vale lembrar que o pôr do sol acontece por volta das 16:15h, e com isso a distância média pedalada no dia quase nunca ultrapassa 80 km. A temperatura nas madrugadas quase sempre fica em torno de 0°C, um pouco mais um pouco menos. Com isso, forma-se uma fina camada de gelo deixando o asfalto escorregadio, exigindo total atenção. Esse fenômeno é conhecido como “black ice”. Vicent teve a infelicidade de derrapar em um desses pontos e felizmente sofreu apenas escoriações leves.

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Black ice derrubou Vicent, felizmente sem maiores consequências. Croácia.

Hoje estou em Dubrovnik, minha última parada antes de deixar a Croácia. Conhecida como a “pérola do Adriático”, é uma das cidades mais visitadas do país. Cercada por prainhas paradisíacas, montanhas, fortificações e muralhas, a cidade velha mistura a arquitetura medieval, barroca e renascentista, que aliados aos diversos monumentos e edifícios históricos, lhe rendeu o título de Patrimônio Mundial da Unesco desde 1979.

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Dubrovnik, Croácia

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Difícil missão! Subir as escadarias da cidade velha em busca de um albergue. Dubrovnik, Croácia.

Eu vou continuar seguindo rumo sul, tendo como próximos desafios Montenegro e Albânia. Conto com você! Continue na garupa!

 

 

 

A cicloviagem com minha irmã acabou!!! E já estou cheio de saudade! Valeu Tia Pi!!!

Nesta madrugada fui levar a minha irmã Cynthia ao aeroporto de Budapeste. A nossa cicloviagem terminou!

Nunca vi um mês passar tão rápido! Foram mais de 1000 km pedalados entre a Hungria e a Croácia, com uma rápida passada pela Bósnia.

Com o estilo “tudo está bom”, a Cynthia mais uma vez, assim com na Tailândia no ano passado, se adaptou fácil a maneira de viajar do Projeto da China para Casa by Bike. De paisagens de tirar o fôlego e encontros emocionantes, aos desafios que só uma viagem de bicicleta pode proporcionar, vivemos momentos que sem dúvida vamos lembrar por toda a vida!

Guerreira, enfrentou longos pedais nas condições mais adversas, escalando longas montanhas, nevasca, ventos de 70 km/h, noites frias em barraca sem perder sua alegria e irreverência. Viajar com ela é certeza de boas risadas!

Experimentamos novos sabores, cozinhamos a nossa própria comida e comemoramos juntos os dois anos do Projeto da China para Casa by Bike com muita alegria e é claro com algumas cervejas! Aliás, esse projeto também é dela!

A pergunta que fica agora é: Onde e quando será o nosso próximo pedal?

Abaixo, vou postar algumas fotos para relembrar a nossa viagem, e para compartilhar com nossa família, amigos e simpatizantes,  como nos superamos e aproveitamos essa incrível aventura!

Cynthia, muito obrigado por tudo! Eu te amo!

Primeiro pedal em Budapeste, Hungria.

Primeiro pedal em Budapeste, Hungria.

 

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Local do nosso primeiro piquenique, as margens do Rio Danúbio. Hungria

 

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O primeiro Goulash, prato típico da Hungria.

Alguns dos amigos que fizemos no caminho…

 

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Peter cozinhando para nós em Szekszard, Hungria.

 

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Victória e o incrível Dankó, Budapeste, Hungria.

 

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James e seu amigo da Inglaterra… na estrada da Croácia, perto de Zadar.

 

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Iva de Zagrebe, Croácia.

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O brasileiro Daniel de Pecs, Hungria.

 

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Galera animada em Pecs, Hungria. Daniel Lima, Fabiola Nunes, Bhárbara Marinho Barcellos, Paulo Cardoso, Ana Preis, Sabrina Elise Moecke, Bianca Golzio, Igor Suptitz Vieira, Sabrina Elise Moecke, Galera animada!!!

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O Jovem Patrik de Dinaujvaros, Hungria.

 

Levantando acampamento em Bjelovar, Croácia.

Levantando acampamento em Bjelovar, Croácia.

Quando pedalamos nas montanhas da Croácia…

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Primeiro pedal com neve nas montanhas da Croácia, próximo a Slunj.

 

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Se a neve nos marcou, também marcamos ela. Nas montanhas da Croácia.

 

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Tentativa de desembaças os óculos nas montanhas nevadas da Croácia.

 

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Escalando as montanhas nevadas na Croácia com temperatura de -5°C.

 

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Rápida parada para uma foto! Montanhas da Croácia.

 

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Ao longe, a Cynthia vencendo mais uma montanha com muito frio na Croácia.

 

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A paisagem amenizou o frio nas montanhas da Croácia. Será?

 

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Lá vai a Cynthia, vencendo a montanha e o frio nas montanhas da Croácia.

 

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Vamos ou não vamos? Nas montanhas da Croácia.

 

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Parque Nacional Plitvička Jezera, Croácia.

 

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Parque Nacional Plitvička Jezera, Croácia.

 

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Caqchoeiras do Parque Nacional Plitvička Jezera, Croácia.

 

Cozinhando nossa gororoba! Vodici, Croácia.

Cozinhando nossa gororoba! Vodice, Croácia.

Depois de muito frio e neve nas montanhas, um pouco de tempo bom no litoral da Croácia.

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Mar Adriático, Litoral da Croácia.

 

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Tentativa de fazer uma foto com a função “timer” da máquina fotográfica. Mar Adriático, Croácia

 

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Fazendo um lanche abrigado em um ponto de ônibus no litoral da Croácia.

 

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Curtindo o visual do Mar Adriático na Croácia.

 

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Mar Adriático, Croácia.

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Curtindo o Pôr do sol em Zadar, Croácia.

 

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Mar Adriático, Croácia.

 

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Essa é para lembrar que o Palmeiras é o MAIOR CAMPEÃO DO BRASIL…

 

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Split, Croácia, onde a viagem de bike da Cynthia terminou.

Fizemos a viagem de volta à Budapeste pela Bósnia, com lindos visuais…

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Nas montanhas da Bósnia.

 

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Lago Busko Jezero, Bósnia.

 

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Scit, Bósnia.

 

Dormindo no carro em Jablanca, Bósnia, na nossa viagem de volta a Budapeste

Dormindo no carro em Jablanca, Bósnia, com temperatura de -4°C na nossa viagem de volta a Budapeste.

Rápida passagem por Sarajevo, a capital da Bósnia, com muito frio e neblina.

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Bonde em Sarajevo, Bósnia.

 

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Catedral Católica em Sarajevo, Bósnia.

 

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Cynthia provando o Rakia, bebida típica da Bósnia.

 

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A Cynthia na Ponte Latina.  Ponte histórica sobre o rio Miljacka em Sarajevo, Bósnia e Herzegovina. Nela ocorreu o assassinato de Francisco Fernando da Áustria-Hungria pelo sérvio Gavrilo Princip em 1914, no casus belli ( expressão latina para designar um fato considerado suficientemente grave para declarar guerra) da Primeira Grande Guerra.

 

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Mesquita de Sarajevo, Bósnia.