PASSEIO DE BALÃO EM ALICE SPRING – CICLOTURISMO OUTBACK AUSTRALIANO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA AUSTRÁLIA

EPISÓDIO #6

PASSEIO DE BALÃO EM ALICE SPRING – CICLOTURISMO OUTBACK AUSTRALIANO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

Para fazer o passeio de balão e conhecer o Kings Canyon no Outback Australiano, fiz minha base em Alice Spring, a segunda cidade mais populosa do Território do Norte da Austrália com aproximadamente 25,5 mil habitantes.

O território vermelho, como é chamada essa região é quente e seco, apresentando grandes variações de temperatura, podendo chegar a 40 graus Celsius durante o dia e cair abaixo de zero durante a noite.

O Parque Nacional Watarrka é uma área protegida no Território do Norte localizado a 323 quilômetros a sudoeste de Alice Springs , que tem como uma das principais atrações o Kings Canyon, conhecido como “A pérola do Outback Australiano”.

O Kings Canyon é um enorme cânion formado de arenito vermelho, em meio a uma cordilheira acidentada, com gretas, fendas, ranhuras, e gargantas íngremes que atua como um refúgio para muitas plantas e animais. Os paredões vermelhos do cânion se elevam 100 m acima de Kings Creek (riacho) até um planalto de cúpulas rochosas, com uma formação geológica bastante interessante. Ao fundo do desfiladeiro, os paredões protegem a fauna ao redor de alguns poços permanentes que são uma espécie de área sagrada para os aborígenes.

A principal atração do Kings Canyon é a trilha Kings Canyon Rim Walk, uma caminhada de nível moderada com cerca de 6 km, que passa pelo beiral do desfiladeiro que possui vários mirantes de apreciação que também servem para descanso. A caminhada segue pelas formações geológicas esculpidas pelo vento e chuva por milhares de anos denominadas Rock Domes, que lembram telhados de pequenas habitações, que te levam por escadarias entre as rochas de arenito até o Jardim do Éden, o mais famoso poço permanente do desfiladeiro.

A dica é lavar bastante água e se proteger do sol com roupas apropriada e protetor solar. O calor é forte e o risco de desidratação é lembrado pelos guias que fecham a trilha as 9.00h da manhã.

A viagem ao redor do globo continua!

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ULURU E O OUTBACK AUSTRALIANO – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY B

TEMPORADA AUSTRÁLIA

EPISÓDIO #5

ULURU E O OUTBACK AUSTRALIANO – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

A região desértica e semiárida da Austrália é conhecida como Outback e cobre boa parte do interior do país. O solo é formado por uma grossa areia avermelhada. Apenas uma vegetação rasteira e alguma árvores muito resistentes são capazes de sobreviver ali, no entanto suas reservas de ferro, alumínio, urânio, chumbo, níquel, zinco e até ouro em menor quantidade, trazem imensa riqueza para o país.

Eu fui para o Outback visitar o Parque nacional de Uluru e Kata Tjuta, Patrimônio Mundial da Unesco que fica na minúscula cidade de Yulara. Também conhecido como Ayes Rock, Uluru é um monólito ( estrutura geológica formada por uma única pedra ou rocha) no meio de uma enorme planície que lembra ao longe um gigantesco formigueiro, com mais de 8km de circunferência, 318 m de altura e cerca 2,5 km de profundidade. Por considerar a formação sagrada, os Anangus (aborígenes locais), não autorizam fotografar uma das faces da rocha que possui uma formação similar a um cérebro. Hoje o governo australiano proibiu a escalada ao topo da rocha em respeito as crenças dos Anangus. Quando eu estive por lá, ainda era permitido escalar, mesmo sem a apreciação dos locais.

Segundo a lenda, há várias histórias de turistas que levaram para casa um pedaço do Monte Uluru e devolveram a lembrança alegando que traria azar. Eles dizem que foram amaldiçoados por levar uma parte do monumento, considerado sagrado para os aborígenes. O Parque responsável pela administração do monte, diz receber um pacote por dia, enviado de várias partes do mundo, com uma amostra do Uluru e um pedido de desculpas. O Uluru apresenta uma variação notável de coloração de acordo com o horário do dia, em especial ao nascer e pôr-do-sol. O monte possui ainda inúmeras fendas, poços com água, cavernas e pinturas antigas.

O Kata Tjuta, também conhecido por Monte Olga, é uma formação rochosa formado por 36 domos ou cúpulas tão bonito e exótico quanto Uluru. Em uma caminhada de 2 ou 3 horas pelo conglomerado de enormes rochas vermelho-ferrugem, é possível ver um pouco da fauna e da flora do semiárido australiano.

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SYDNEY E ARREDORES – CICLOTURISMO AUSTRÁLIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY BI

TEMPORADA AUSTRÁLIA

EPISÓDIO #4

SYDNEY E ARREDORES – CICLOTURISMO AUSTRÁLIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Sydney é a cidade mais populosa da Austrália com 5,3 milhões de habitantes. Esta jovem cidade Fundada em 1788, é muito cobiçada por turistas do mundo inteiro por possuir muitas atrações, entre as mais famosas estão a fantástica Ópera House, o Porto Darling e a lindíssima Ponte Harbour. Para completar o cenário, a cidade possui inúmeros parques, baías, rios e enseadas que dão um contorno especial a cidade compondo um lindo cenário com largas avenidas, prédios em tons pastéis e arranha-céus envidraçados. Lojas sofisticadas, bares, restaurantes, cafés e uma atmosfera vibrante com estilo de vida ao ar livre. Aliás, o povo australiano sabe aproveitar a vida no seu dia a dia! Vejo muita gente fazendo atividade física, usando a bike como meio de transporte, indo surfar, andando de skate, pescando, tomando cerveja com os amigos ou simplesmente curtindo o pôr-do-sol, que pelo menos nessa época do ano é sensacional.

Os australianos levam a vida de maneira descontraída que é caracterizado com o ¨no worries¨ (não se preocupe), que sempre sai da boca de um australiano em um tom amigável. Pedalar por Sydney é tão legal quanto qualquer outra cidade australiana. Aqui é comum as cidades serem “bike friendly” (amiga da bbicicleta), oferecendo ótima estrutura para quem pedala. Mas cuidado, pedalar com capacete por aqui é obrigatório e a multa pode variar entre 190 a 340 dólares australiano.

Se perder pela cidade, fazer algumas fotos e comer um prato típico pode ser uma ótima ideia para dias ensolarados.

Blue Mountains National Park é um parque natural que está situada a 60 km de Sydney e faz parte da Great Dividing Rangers, a maior cadeia montanhosa da Austrália. O ponto alto do passeio é cruzar de teleférico um imenso desfiladeiro com vista para o belíssimo vale, bem em frente a uma cachoeira, que pela falta de chuva nesta época do ano, não estava tão atraente como deveria. As 3 Sister (3 Irmãs), uma formação rochosa com três picos enfileirados que supostamente lembram 3 freiras rezando, é a cereja do bolo do passeio. Neste dia, também tive a oportunidade de conhecer o zoológico de Sydney e encontrar os 3 principais personagens da Austrália: os Aborígenes, Cangurus e Coalas.

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WARMSHOWERS E A HOSPITALIDADE AUSTRALIANA – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA AUSTRALIANA

EPISÓDIO #3

WARMSHOWERS E A HOSPITALIDADE AUSTRALIANA – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

Neste episódio falo um pouco da hospitalidade dos australianos através do WARMSHOWERS, um site de hospitalidade gratuito para quem viaja em bicicleta. Também mostro um pouco do cotidiano da viagem, onde faço improvisações para sofrer o menos possível, já que na Austrália o inverno pode incomodar bastante.

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AUSTRÁLIA – UM PAÍS INCRÍVEL PARA CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA AUSTRÁLIA

EPISÓDIO #2

AUSTRÁLIA – UM PAÍS INCRÍVEL PARA CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Depois de conhecer Gold Coast e Surfer Paradise, pedalei até Byron Bay desfrutando da estrutura ciclo viária da Austrália. Através da Bruna, uma amiga que eu e a Cynthia minha irmã fizemos na Tailândia, fui hospedado pelo Nuno, Thaisa e Marcão em Byron Bay, uma galera que me tratou com bastante carinho. Nuno, Thaisa e Marcão, pessoas como vocês tornam minha viagem possível! Muito obrigado! Byron bay fica no extremo leste da Austrália continental, entre Brisbane e Sidney.

A cidade tem a fama de ser uma das mais transadas e apaixonante da Austrália. Além das belezas naturais, Byron Bay é apaixonante pelo ritmo em que a cidade vibra. Muita gente tem a bike e o skate como principal meio de transporte. Cidade verde, organizada, limpa, com muitos bares, restaurantes, parques, e conhecido por possuir praias paradisíacas com ondas perfeitas para os surfistas. Para completar, curtir o sol se por em Byron Bay é de tirar o fôlego!

A estrutura ciclo viária da Austrália e a organização de um modo geral é de impressionar! Estou curtindo muito pedalar por aqui. Em geral pedalo pelo acostamento que é bem sinalizado e em todos os pontos críticos, uma placa alerta os motoristas que a via é compartilhada com bicicleta. Foram poucos os trechos que não encontrei acostamento, ciclo faixas ou ciclovias.

Estamos no inverno e infelizmente está um pouco frio para entrar na água gelada do Pacífico Sul e quase sempre o vento sopra contra, mas nem por isso deixo de curtir o dia a dia enquanto estou pedalando.

Pedalar pela costa australiana oferece cenários lindíssimos me obrigando a fazer várias paradas para fotografar onde aproveito para beliscar alguma guloseima. Estamos na época de migração das Baleias Jubartes que buscam águas mais quentes para seus filhotes nos trópicos. Uma das minhas diversões neste trecho foi fazer paradas de descanso no alto dos penhascos para fotografá-las.

Estou usando sempre que possível o Warmshowers. Com isso, além de toda hospitalidade, encontro a maneira ideal para fazer novos amigos e me infiltrar definitivamente na cultura australiana, e de quebra recebo dicas e sugestões valiosas em cada trecho percorrido.

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CICLOTURISMO AUSTRÁLIA – BEM VINDO A BRISBANE – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA AUSTRÁLIA

EPISÓDIO #1

CICLOTURISMO AUSTRÁLIA – BEM VINDO A BRISBANE – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Fundada em 1825, Brisbane é a capital do estado de Queensland, localizada na região centro-leste do país. Cortada pelo Rio de quem herdou o nome, é a terceira maior cidade da Austrália com 2,4 milhões de habitantes.

Com clima ameno, a cidade vem se consolidando como um dos principais destinos de brasileiros que vão trabalhar e estudar na Austrália, pois a cidade também oferece uma vida cultural bastante agitada e está repleta de restaurantes, bares, cafés, parques públicos e badalada vida noturna.

Os prédios modernos contrastam com a arquitetura histórica e casarões de madeira, tornando um simples passeio ao longo da orla uma deliciosa combinação cultural, e de lazer, com lindas vistas, revelando uma interessante intimidade com a vida ao ar livre. Moderna, vibrante, descontraída, cosmopolita.

Brisbane é super acessível, contando com um eficiente sistema de transporte coletivo através de trens, ônibus e barcos além de uma ótima malha de ciclovias, disponibilizando um sistema de aluguel de bicicletas fácil de acessar e de baixo custo, pagando-se uma taxa de adesão correspondente ao período que vai ficar na cidade e com isenção na primeira meia hora de uso toda vez que retirar as bicicletas nas estações distribuídas por toda a cidade. A manha é a seguinte: _ Você usa a bike de graça por 29 minutos. Devolve na estação e depois de um minuto, é possível ficar mais 29 minutos sem pagar e assim, sucessivamente até achar conveniente. O transporte publico integrado também oferece sistema gratuito de ferry boats entre 8 estações centrais que ligam os principais pontos da cidade, amenizando um pouco o auto custo de vida do país.

Me hospedei com Heather e Lindsay, através do Warmshowers, um site de hospedagem gratuito que está intimamente ligado com quem viaja em bicicleta. O casal se revelou super hospitaleiro, me oferecendo um confortável quarto onde pude descansar da minha árdua jornada no sudeste asiático e também ver o jogo do Brasil com Camarões, já que estávamos vivendo os dias de copa do mundo no Brasil.

Já no primeiro dia de Austrália, o casal me levou para apreciar um maravilhoso por do sol a beira mar, regado a queijo e vinho em sua Kombi 1975 que é totalmente equipada para acampamento. Um passeio super agradável onde o casal me bombardeou com dicas e informações importantes sobre viajar de bicicleta pela Austrália.

Usei o tempo que fiquei na cidade para descansar, passear e principalmente me equipar com roupas de frio e saco de dormir apropriado já que as temperaturas na Austrália costumam ser mais baixas do que no sudeste asiático. Aqui é inverno e a temperatura nunca passa dos 22⁰ C e pode chegar a ficar abaixo de zero durante a noite.

Além do conforto e economia, se hospedar com membros do Warmshowers pode oferecer experiências marcantes. E assim foi na casa de Heather e Lindsay, onde todas as noites, depois da jornada de trabalho, compartilhamos jantares e bate papos maravilhosos!

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CICLOTURISMO INDONÉSIA – VULCÃO BROMO E BALI – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA INDONÉSIA

EPISÓDIO #4

CICLOTURISMO INDONÉSIA – VULCÃO BROMO E BALI – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Bali esta localizada na extremidade leste do arquipélago das Pequenas Ilhas da Sonda, entre as ilhas de Java e Lombok (a leste). Com uma população de aproximadamente 4 milhões de habitantes, mais de 700 habukm2 a ilha é densamente povoada com destaque para a maior população hindu da indonésia com 83% de fiéis, seguido por muçulmanos 13, cristões 2,5 e budista apenas 0,5%.

Exótica, selvagem, mística e religiosa, A ilha de Bali é um dos destinos mais procurados do mundo não apenas por suas belezas naturais, como praias, florestas, montanhas e cachoeiras… a ilha é conhecida também pelas suas riquezas culturais, como a dança, a escultura, a pintura, a música e também a arquitetura… sem falar na gastronomia, é claro! O ponto fraco para quem quer relaxar e revigorar as energias, é o forte calor e a quantidade de assédio dos locais tentando vender algo, Embora seus moradores estão sempre sorrindo e demonstrando simpatia, sempre existe por trás uma intenção de vender ou oferecer um serviço por de trás. É a lei natural… turistas endinheirados e locais disputando uma parte do bolo. A melhor maneira de fugir de tudo isso é desfrutar de um revigorante banho de cachoeira ou mar, ou acompanhar um maravilhoso espetáculo de cores durante o por do sol. Se você é zen, relaxar em um templo hindu ou budista também pode ser uma opção legal !

A capital e a maior cidade da ilha é Denpasar, situada na costa sul. Foi lá que fiz minha base e consegui uma caixa para empacotar a bicicleta para seguir a viagem para a Austrália.

A ilha é grande e não oferece transporte público. Uma boa parte dos turistas contratam motoristas particulares que podem ser encontrados facilmente em qualquer esquina. Outra maneira de se locomover pela cidade é alugando uma motinha tipo scooter por 5 dólares o dia. É uma pratica muita adotado por turistas mais jovens ou que tem habilidade em manejar motocicletas, no entanto, requer muita atenção. O transito aqui é complicado! Outro ponto importante se quiser curtir sua própria liberdade é possuir uma carteira internacional de habilitação. Os guardas são super, isso mesmo, super corruptos e te extorquem na cara dura. Mesmo com minha carteira internacional tive que pagar cerca de 10 dólares para supostamente encurtar a burocracia. Estava com mais duas pessoas que pagaram 25 dólares por não portarem a carteira. Mas no final, pagando, dá tudo certo!

Com a motinha fui visitar Ubud, uma vila distante cerca de 25 km da capital no interior da ilha. A cidade é parada obrigatória para quem curte arte de maneira geral. Esculturas, pinturas e lojinhas de artesanatos típicos fazem a alegria dos turistas. No entanto, a vila também é um importante centro de danças tradicionais, e abriga um dos conjuntos arquitetônicos mais interessantes da ilha. É em Ubud que estão as melhores opções para a prática de meditação e yoga, e nem mesmo a agitação e o frenesi da vila é capaz de abrandar o clima Zen que rola por lá. Se tiver tempo, um simples passeio de moto nos arredores de Ubud pode revelar paisagens encantadoras como cacheiras e os típicos terraços de arrozais.

Outro ponto que visitei com a scooter foi Uluwatu, situada cerca de 30 km no extremo sul da ilha de Bali, onde as atrações ficam por conta das lindas praias de ondas enormes cercadas por penhascos que oferecem vistas incríveis. É o point dos surfistas que durante o dia caem na agua em busca das ondas com tubos perfeitos e durante a noite buscam diversão nos bares, restaurantes e baladas. Tomar uma cerveja em um bar no alto do penhasco também é uma bela opção!

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O MAIOR TEMPLO BUDISTA DO MUNDO – CICLOTURISMO BOROBUPUR – MALÁSIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA MALÁSIA

EPISÓDIO #3

O MAIOR TEMPLO BUDISTA DO MUNDO – CICLOTURISMO BOROBUPUR – MALÁSIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

Minha passagem por Yogyakarta foi rápida, no entanto muito intensa. A cidade é um importante centro artístico, cultural e educacional da Indonésia, e o destino mais procurado da Ilha de Java, graças as suas ruínas, mesquita secreta, e principalmente ao templo de Borobudur, o maior templo budista do mundo.

Me hospedei na casa de Sutardi, membro do Couchsurfing que aceitou o meu convite. Ele mora em uma casa muito simples no subúrbio da cidade com seus pais e dois irmãos. Foi uma das experiências mais marcantes da viagem até agora. Família humilde, sem grandes recursos. Sua pequena casa é sustentada com água de poço, não tem geladeira, chuveiro, vaso sanitário, forro no teto. O piso é de chão batido, a paredes sem reboco e quase não existe conforto. A pequena TV preta e branco exibe uma imagem com chuvisco intenso, o fogão é de lenha e os animais como galinha e cabra são criados no quintal. Na sala, uma cama de casal, um banco de madeira, uma pequena mesa e iluminação precária, assim como o restante da casa. Sutardi, segundo ele próprio, hospeda pessoas em sua casa para aprimorar o seu inglês e para fazer contatos com pessoas e culturas de todos os lugares do mundo, pois tem sonhos de conhecer alguns países e pretende ser retribuído de alguma forma. Ao mesmo tempo, sabe que oferece em sua casa uma experiência única para os visitantes. Sutardi trabalha em uma agência de turismo. Ele me levou para passear no mercado próximo a sua casa e foi me guia, me dando uma aula na visita que fizemos ao Castelo Taman Sari. Taman Sari, também conhecido como Castelo das Águas foi erguido no século 18, e foi o antigo jardim real do Sultão, onde suas piscinas eram usadas por ele e pelas concubinas.

Os túneis e a mesquita subterrânea são bastante interessantes e vala a visita guiada para saber um pouco mais da história e da cultura pregada na época.

Um dos pontos marcantes da minha passagem pela Indonésia foi o carinho que recebi pelos locais, principalmente nas ilhas de Sumatra e Java. Sempre fui recebido com um sorriso no rosto e uma certa curiosidade, e não foram raras as vezes que fui surpreendido com um pedido para tirar uma foto. Homens, mulheres, adolescentes, famílias inteiras… me senti meio que famoso até! Na verdade não sei se são sempre assim ou se foi por que estávamos em plena a Copa do Mundo no Brasil.

Situado na parte central da ilha de Java, Borobudur é considerado o maior templo budista do mundo. Construído no século IX d.C., o templo ainda é local de peregrinação até os dias de hoje, onde uma vez por ano os budistas da Indonésia celebram o Vesak, o festival em comemoração ao nascimento de Sidarta Gautama, ou simplesmente Buda!

O santuário é a atração mais visitada da indonésia e desde 1991 tornou-se patrimônio mundial da Unesco.

O templo é decorado com 2 672 painéis em relevo e 504 estátuas de Buda. A abóbada central está rodeada por 72 estátuas, cada uma delas sentada numa Estupa perfurada. O monumento guia os peregrinos através de um extenso sistema de escadarias e corredores com 1 460 painéis narrativos em relevo nas paredes e nas colunas de sustentação, sendo o maior e mais completo conjunto de relevos narrativos budistas do mundo.

O templo tornou-se conhecido mundialmente a partir de 1814,Desde então o monumento passou por várias restaurações, o maior delas levada a cabo entre 1975 e 1982 pelo governo da Indonésia e pela UNESCO.

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CICLOTURISMO JAKARTA – O PIOR TRÂNSITO DO MUNDO – INDONÉSIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA INDONÉSIA

EPISÓDIO #2

CICLOTURISMO JAKARTA – O PIOR TRÂNSITO DO MUNDO – INDONÉSIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

Fiquei hospedado na casa de Hadi, um membro do Couchsurfing (site de hospedagem) que passou a ser minha principal ferramenta para achar acomodação. Essa estratégia além da economia, me coloca em contato direto com o povo local. Ver as crianças se arrumando e chegando da escola, o dia a dia da dona de casa, o preparo das refeições… é muito legal acompanhar e de alguma forma participar da cultura local.

A Indonésia é formada por 17.508 ilhas, possui mais de 740 línguas e dialetos e mais de 300 grupos étnicos. É possível ver uma sinopse da cultura indonésia no Taman Mini Indonésia Indah, um parque nacional que é uma das principais atrações de Jakarta. O parque expõe aspectos da vida diária e da arquitetura das províncias provenientes das diferentes regiões do país. O parque é enorme, talvez um dia não seja suficiente para ver tudo. A ideia de apresentar a Indonésia em pequena escala foi concebida pelo ex-primeira dama indonésia, Siti Hartinah, mais conhecido como Tien Suharto em 13 de março de 1970, com o objetivo de cultivar o orgulho nacional dos indonésios.

Jakarta tem um trânsito infernal! Preferi o transporte público ao invés de pedalar para visitar a cidade. É muito parecido com São Paulo, com o curioso fato de que homens e mulheres viajam separados nos ônibus. As mulheres vão na frente e os homens vão atrás. Em uma das viagens que fiz os homens se espremiam do meio para trás enquanto as mulheres viajavam com um certo conforto do meio para frente. Falo sobre isso com um pouco mais de detalhe no vídeo.

Outro ponto muito visitado em Jakarta é o monumento nacional, conhecido como Monas (1975). Uma torre com 132 metros de altura construída para comemorar a luta pela independência do país. Do alto da torre é possível ter uma boa visão da cidade e no subsolo um museu conta a história da luta política da Indonésia. Também tive tempo para visitar o maior mercado da cidade, o Pasar Induk (Mercado Mãe). Nunca havia visto tanta pimenta na vida. O cheiro forte impregna no nariz e em pouco tempo o olho começa arder e lacrimejar. Na verdade foi um dos lugares que mais gostei de visitar em Jakarta apesar da imundice. Tudo que é descartado é jogado no chão e a sujeira e o mal cheiro prevalece. O mercado funciona 24h e o frenesi não para. Ótimo lugar para fazer fotos, embora seja relativamente escuro. No entanto, para quem gosta de fotografar pessoas e momentos, foi nas ruas que tive as melhores oportunidades. Veja algumas fotos que fiz de relance. A viagem ao redor do globo continua!

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TRAVESSIAS – AVENTURAS NO SUDESTE ASIÁTICO – CICLOTURISMO INDONÉSIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA INDONÉSIA

EPISÓDIO #1

TRAVESSIAS – AVENTURAS NO SUDESTE ASIÁTICO – CICLOTURISMO INDONÉSIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

A Ilha de Sumatra é a sexta maior ilha do mundo e a Indonésia é o 4º país mais populoso do mundo com mais de 245 milhões de habitantes.

O forte calor e o relevo ondulado deixam a minha aventura ainda mais difícil. Para complicar, a chuva cai forte várias vezes por dia me obrigando procurar abrigo. As estradas não possuem acostamento, tem asfalto irregular com várias crateras e são bem estreitas. Pedalo com o máximo de atenção e os solavancos refletem toda tensão no trapézio (pescoço e nuca). Fico bem cansado no final do dia. A comida na estrada é simples. Geralmente peixe e frango fritos em óleo servido com arroz e molho de pimenta. Quando dou sorte encontro algum lugar em que o peixe ou o frango vem acompanhado com um delicioso e apimentado molho de coco. Com maioria muçulmana, não é fácil encontrar bebida alcoólica e o chá é a principal bebida que acompanha as refeições.

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