CICLOTURISMO – O QUE A NOVA ZELÂNDIA OFERECE DE MELHOR – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #9

CICLOTURISMO – O QUE A NOVA ZELÂNDIA OFERECE DE MELHOR – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Picton foi nosso último destino na Ilha Sul, de lá, Jordi e eu pegamos o Ferry para uma viagem de 3 horas e meia até Wellington, a capital da Nova Zelândia, que possui cerca de 350 mil habitantes.

Fundada em 1830, essa jovem cidade é conhecida como Wellington dos Ventos, devido aos fortes ventos oriundos do estreito de Cook. É um importante centro financeiro, comercial e cultural do país. A cidade também ganha destaque com seu acervo arquitetônico, com fachadas Coloniais, Art Deco, Neogótica, imperial Francês, Inglês Tardio e casarões de madeira do século XIX. Embora possua alguns museus interessantes, um bonde e um teleférico nacionalmente famosos e ruas comerciais sofisticadas, não é propriamente, a cidade mais atraente da Nova Zelândia se tratando de turismo.

Ficamos hospeda na casa de Barry Brant, membro do WS, que anos antes, havia pedalado pelo Brasil. Durante sua viagem, Barry conheceu Eduardo Sator, um amigo de Caxias do Sul que foi nossa ponte de contato. Deixo aqui meu abraço e agradecimento aos dois!

Barry adora o Brasil e até arranha o Português. Ele nos deixou muito a vontade em sua casa, nos tratou muito bem e nos deu dicas importantes da região! Barry mora com sua esposa Fiona no alto de uma colina com vista para a cidade. Nossos novos amigos, não fizeram objeções em nos hospedar por 3 noites enquanto uma janela de ventos fortes e chuva, nos desencorajava a sair em viagem. Quando o tempo finalmente deu uma melhorada, seguimos as dicas de Barry e pegamos uma trilha para deixar a cidade.

A Remutaka Rail Trail é uma antiga ferrovia transformada em pista de caminhada e ciclismo de 22 km entre Maymorn e Cross Creek, que cruza as montanhas entre dois vales, o Mangaroa e o Wairarapa. A trilha Remutaka faz parte de uma rede de trilhas em parques públicos regionais administrada pelo Departamento de Conservação da Nova Zelândia. Em caráter recreativo é utilizada por mais de 30 mil pessoas por ano, e possui áreas de piquenique, banheiros e abrigos. Por se tratar de uma antiga estrada de ferro, a trilha apresenta um relevo gentil, algumas pontes de madeira e túneis curtos. A maior dificuldade da trilha foi cruzar um vale com um pequeno riacho ao fundo, onde a ponte não existe mais. Uma encosta íngreme associado as pedras soltas e o peso da bike exigiu bastante esforço.

As estradas da Nova Zelândia são desafiadoras, com bastante montanhas, sinuosas e quase sempre sem acostamento. A cada metro que se sobe, o vento parece aumentar e as subidas podem levar várias horas para serem superadas, mas é certo, para a felicidade geral da nação, que assim que se alcança o topo, vem um descidão delicioso pela frente!

Outro grande barato da Nova Zelândia é poder desfrutar de sua natureza. O país é lindo e seguro, onde acampar é realmente a melhor pedida…

O Camping Vinager fica ás margens do rio Rangitikel, um dos mais extensos do país com 185 km de extensão. O rio é famoso por oferecer diferentes formas de lazer como o jetboating, rafting, caiaque e pesca. O camping Vinager é equipado com banheiros e água encanada. No inverno é grátis, e acabou sendo o lugar perfeito para pernoitar, tirando os borrachudos, é claro!

A viagem ao redor do globo continua!

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ACAMPAMENTO SELVAGEM – CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #8

ACAMPAMENTO SELVAGEM – CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Com Jordi, cheguei a Marahau, onde desbravamos a região escalando montanhas íngremes debaixo de um forte calor, sempre com um lindo visual para compensar o esforço.

Ficamos hospedado na casa de David por 3 dias. Nosso novo amigo, está sempre com a casa cheia, já que hospeda tanto membros do Warmshowers, como do Couchsurfing. 3 dias em sua casa, que possui uma vista incrível, foi tempo suficiente para organizar e-mails, postar nas redes sociais, pesquisar o próximo trecho, descansar e recuperar as energias, conhecer e cozinhar para pessoas das mais diferentes nacionalidades, e visitar a belíssima região do Parque Nacional de Abel Tasman, no qual vamos conferir ainda neste episódio, quando voltei a visita-lo com minha família.

De Marahau, passamos por Mutueka, capital nacional das frutas, onde nos deliciamos com kiwis verdadeiramente doces, antes de seguir para Nelson, em um trecho plano que á muito tempo não se via.

Nelson é conhecida por ser a região mais ensolarada da Nova Zelândia e por ser considerada a casa do artesão. Uma cidade pacata e organizada, que tem nas feirinhas artesanais seu grande charme! São mais de 350 artistas vivendo na região que exibem, seja nas ruas, estúdios ou em galerias sofisticadas, as mais diversas inspirações criativas em cerâmicas, vidros, madeiras, telas e em qualquer forma possível de se expressar a arte. É sem dúvida o lugar para comprar os suvenires mais originais da Nova Zelândia. O clima de sol, combina com a atitude positiva dos seus 53.000 moradores, atraindo gente do mundo inteiro, tornando a cidade um verdadeiro centro de entretenimento artístico, cultural e gastronômico, sem falar nos restaurantes e pub´s de cervejas artesanais. Um desfile nas ruas da cidade, tornou minha passagem por Nelson, ainda mais divertida!

A região de Tasman Bay, fica no Norte da ilha Sul da Nova Zelândia e é conhecida por suas belas reservas e parques nacionais, como é o caso do Abel Tasman Park, o menor parque nacional do país, que é um destino excelente para fazer caminhadas nas belíssimas trilhas costeira a beira de penhascos, com praias de tirar o fôlego em meio a uma natureza exuberante. Administrado pelo Departamento de Conservação da Nova Zelândia, o parque possui uma infraestrutura incrível com campings, cabanas rústicas e banheiro orgânicos. Todas as trilhas são devidamente sinalizadas, podendo-se levar de 1 a 5 dias para serem percorridas. A maior trilha possui 51 km, e a dica para quem quiser se aventurar por ela, é levar água, comida, roupas apropriadas, já que pode esfriar bastante durante a noite, e muito repelente.

Não existe estradas dentro do parque, e para conhecê-lo é preciso caminhar. Optamos em fazer uma belíssima trilha cercada por montanhas arborizadas, que a cada curva nos revelava uma baia com praias belíssimas de areia dourada e águas translúcidas, até chegar em Apple Tree Bay, onde passamos a noite cozinhando mexilhões frescos pescados na hora, assando milho verde, salsichas e marshmallow e curtindo um céu maravilhoso ao lado da fogueira! Foi uma noite inesquecível!

A viagem ao redor do globo continua!

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AVENTURA NO GELO – FOX GLACIAR – NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #6

AVENTURA NO GELO – FOX GLACIAR – NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

O glaciar Fox é uma geleira situada no Parque Nacional de Westland na costa oeste da Ilha do Sul da Nova Zelândia.

Com 2.600 m de altura e 13 km de extensão que vão dos Alpes até à costa litorânea, o Fox Glaciar é uma das geleiras mais acessíveis do mundo, recebendo mais de 1000 visitantes por dia na alta temporada. É um dos únicos glaciares do mundo que termina em uma exuberante floresta húmida e que apesar de ter diminuído de tamanho no último século, ao contrário da grande maioria de geleiras do mundo, vem crescendo um metro por semana desde 1985, contrariando assim, a teoria do aquecimento global.

O Fox Glaciar é nutrido por 4 geleiras alpinas que absorvem cerca de 30 metros de neve por ano. Essa neve compactada centenas de metros ao longo dos anos, recebe o nome de gelo azul, que desliza morro abaixo, formando uma cascata magnífica de 300 metros de espessura.

Pressionado por um vale íngreme, e pela pressão atmosférica, o gelo derrete, que associada a grande quantidade de neve derretida do topo, faz com que ás águas fluam bem mais rápido que a maioria das geleiras do mundo. Esse feito causa rachaduras profundas e o derretimento superficial cava sulcos na superfície que alimentam o rio Fox, que corta a verdíssima floresta tropical e desagua no Mar da Tasmânia. A oportunidade de caminhar entre as geleiras é uma experiência incrível!

O passeio é tão surreal que não foi possível andar 30 metros sem fazer uma foto! Caminhar nos apertados túneis azuis formados pelo derretimento da neve emocionou a todos nós! Claro, quando o túnel foi se estreitando, essa emoção também gerou apreensão e adrenalina e um certo alívio quando voltamos a superfície.

A experiência de desbravar o Fox Glaciar foi uma das grandes experiências vividas na viagem, e poder sentir essa emoção ao lado da minha filha foi indescritível!

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COMO É PEDALAR NA CHUVA E FRIO? CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #5

COMO É PEDALAR NA CHUVA E FRIO? CICLOTURISMO NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA

Logo depois de deixar Queenstown em direção a Wanaka, enfrentei uma longa e sinuosa subida onde tive que parar várias vezes para recuperar o fôlego e fazer uma boquinha.. A vantagem foi que a cada parada o visual ficava cada vez mais bonito… E como tudo o que sobe desce… lá fui eu curtindo um descidão que me levou até a porta da cidade….

Em Wanaka, reencontrei com Jordi, o espanhol que conheci no aeroporto no dia em que chegamos na Nova Zelândia e daqui seguiremos juntos até Aukland. Ele começou a pedalar na Austrália e depois segue para o Hawai e Estados Unidos.

Choveu e ventou muito nessa semana. Em 7 dias de pedal foram apenas duas manhãs com sol! De resto, garoa, chuva moderada ou pé d´água! Pedalar com chuva quando está calor é uma coisa, mas quando está frio o negócio muda de figura! A primeira providência a ser tomada quando chove e está frio é com a vestimenta. Ficar molhado e exposto ao frio pode comprometer a viagem seriamente e é por isso que uso roupas impermeáveis da cabeça aos pés. Assim, a temperatura corporal mantem o corpo aquecido… o problema começa a surgir com o suor. Depois de algum tempo pedalando a transpiração é inevitável e se é possível não permitir que a água da chuva penetre, é inevitável evitar o suor. Para amenizar a sensação de frio, visto uma camada de roupa conhecida como “primeira pele”, que é feita de um tecido sintético que mesmo molhado, mantém a temperatura corporal, mesmo porque, a próxima camada de roupa, geralmente de fleece ou lã, retém o calor que vem do corpo e isola o frio que vem de fora… E só então visto a roupa impermeável e contra vento. Assim sigo confortável, sem frio, até que meu corpo resfrie novamente… Geralmente isso acontece quando paro para descansar… O corpo esfria, a roupa gela rapidamente e a única coisa a fazer é trocar a primeira pele ou voltar a esquentar o corpo pedalando! É por isso que as paradas quando esta chovendo são sempre curtas. Como algo rápido e sigo no pedal, tendo como meta, alcançar o mais rápido possível o objetivo do dia. Evitar que o corpo esfrie é a melhor solução para dias frios e molhados. Geralmente na noite anterior faço uma pesquisa na internet para saber se vai chover, que horas ela está prevista e em que intensidade ela vai cair. Então, já deixo tudo preparado e organizado dentro dos alforjes. Outro problema em se pedalar na chuva é quanto a segurança, já que o asfalto fica mais escorregadio. Na sinuosa estrada nacional n° 6 da Nova Zelândia, que se estende por 1162 km pelo lado oeste da ilha sul, o perigo é ainda maior com a falta de visibilidade dos carros, encobertas pela densa vegetação e pela densa neblina, pela pista estreita e pela falta de acostamento. Também é comum ser ultrapassado por caminhões em alta velocidade.

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BUNGEE JUMP NOVA ZELÂNDIA – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #4

BUNGEE JUMP NOVA ZELÂNDIA – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Depois de fazer check-in na loja da operadora que organiza o passeio ao bungee jump no centro de Queenstown, viajamos de ônibus por meia hora até chegar canyon onde o salto acontece.

Com 134 metros de altura, o Nevis Bungee Jump fica em Queenstown, a capital mundial dos esportes radicais. Uma espécie de bondinho te leva até a plataforma que está suspensa por cabos de aço bem acima do rio…. ali, já é possível sentir o frio na barriga crescendo. E não é por menos, afinal, estávamos indo para a experiência mais radical de nossas vidas…

Você não tem noção da sensação de se jogar de uma plataforma suspensa de 134m de altura no meio de um vale com um riozinho lá em baixo. Nessa aventura, além da minha filha Ana Laura que não tinha na época a idade mínima de 13 anos para saltar, estavam comigo a minha irmã Cynthia e meu cunhado Luz… Outro requisito para saltar é ter entre 45 e 127 kg.

O Nevis Bungee Jump é o mais alto da Nova Zelândia, e foi exatamente por isso que o escolhemos. Desgraça pouca é bobagem, não é verdade?

A plataforma tem o fundo infinito, feito de vidro, que possibilita ver as pessoas saltando antes de chegar a sua vez. Nesse intervalo, um misto de tensão, ansiedade, apreensão e medo toma conta de todos… mas é o chamado da adrenalina que fala mais alto….

Enquanto somos preparados para saltar, recebemos as instruções. O procedimento é simples: o instrutor explica o posicionamento na plataforma na hora do salto, o procedimento de puxar a cordinha presa nos pés lá em baixo para não voltar a plataforma de cabeça para baixo.. né Cynthia? E o resto é com você! Ninguém te empurra, e a plataforma não abre automaticamente… ou seja… se seu coração não sair pela boca e se o medo não te paralisar você saltará por conta própria para os 8,5 segundos mais intensos da sua vida! Isso mesmo, são apenas 8,5 segundos. Mas te garanto que a experiência te marcará para vida toda! Pelo menos, foi assim comigo, com a Cynthia e com o Luz.

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RAFTING NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #3

RAFTING NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

A aventura de fazer rafiting no Rio Shotover começa mesmo antes de colocar os bote na água… no caminho até o ponto de inicio, descemos por uma perigosa estradinha estreita na beira de um desfiladeiro íngreme, que deixou minha filha Ana Laura no mínimo apreensiva. O ônibus parece que vai despencar a qualquer momento…

Depois de de uma rápida explicação em terra, recebemos as principais instruções de manejo já dentro da embarcação, com uma guia competente e muito bem humorada que tratou de elevar a moral do grupo durante todo o trajeto.

O Rio Shotover está localizado na região de Otago, na Ilha do Sul da Nova Zelândia. Com 75 km de extensão, o rio de águas gélidas possui um curso rápido, com inúmeras corredeiras que cortam o Skippers Canyon, para desaguar no rio Kawarau, a leste de Queenstown. Se tratando de rios comercialmente navegáveis, ele recebe uma escala entre 3 a 5, dependendo do nível da água. Choveu consideravelmente nos dias anteriores a nossa descida, o que deixou as corredeiras ainda mais agitadas. As águas são tão frias que vez ou outra o rio congela, por isso fomos equipados com roupas especiais.

No passado, a mineração fez do Rio Shotover um dos rios mais ricos em ouro do mundo. Em 1862, quando o ouro foi descoberto, o rio foi garimpado, drenado e dragado. Hoje, os pequenos caçadores de ouro ainda trabalham no rio, mas ele se tornou mais popular devido ao turismo. O número de pessoas que praticam o rafting todos os dias impressiona.

O Túnel Oxenbridge é o ponto alto da aventura. Com 170 metros de extensão, e na completa escuridão, é o trecho mais tenso do rio, que de quebra, desemboca na maior queda do curso… Para o meu desespero, nosso bote virou e por segundos perdi a Ana Laura… só consegui voltar a calma quando percebi que ela estava segura…

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UM ANO NA ESTRADA – CICLOTURISMO – QUEENSTOWN NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #2

UM ANO NA ESTRADA – CICLOTURISMO – QUEENSTOWN NOVA ZELÂNDIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA

Queenstown é uma das cidades mais lindas que conheci! Localizada em uma posição geográfica privilegiada, a cidade é cercada por montanhas de picos nevados e se desenvolveu em torno do Lago Wakatipu, o lago mais longo da Nova Zelândia com 80 km de extensão.

O Skyline Gondola, inaugurado em 1967, foi o primeiro passeio de gôndola do hemisfério sul, e se tornou uma das atrações turísticas mais visitadas da cidade, que é conhecida como a Capital Mundial dos Esportes Radicais. Com 450 metros de altura, o teleférico está localizada na montanha de Ben Lomond, levando os visitantes até o Bob´s Peak, onde pode-se ter uma panorâmica incrível da região.

No topo da montanha, além de um deck e um restaurante com vista panorâmica, é possível assistir um show teatral que conta as lendas e o misticismo dos Maoris, o povo original da Nova Zelândia. O parque também oferece várias atrações ao ar livre que vão desde uma simples caminhadas, até corridas de carrinhos não motorizados através de uma pista de asfalto aproveitando as encostas das montanhas. É possível também, descer a montanha em uma incrível pista de montain bike entre a floresta de pinhos que são predominantes nas montanhas.

Depois de lanchar aproveitando a incrível vista da região, a Ana Laura e eu recebemos todas as instruções de segurança e nos equipamos para ziguezaguear montanha abaixo em um curso de 6 tirolesas que oferece vistas incríveis. É realmente um passeio único! A maior linha é de 300 metros e você atinge uma velocidade de 70 kph na linha mais íngreme do mundo!

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BEM VINDO À NOVA ZELANDIA – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA NOVA ZELÂNDIA

EPISÓDIO #1

BEM VINDO À NOVA ZELANDIA – CICLOTURISMO – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Christchurch é a maior cidade da Ilha sul da Nova Zelândia com aproximadamente 400 mil habitantes, muito conhecida por brasileiros que vão estudar por lá. Conhecida com a “Cidade Jardim”, Christchurch é organizada, limpa, segura e até charmosa, com uma arquitetura neogótica bastante interessante que interage com os inúmeros parques da cidade.

Em 2010 um terremoto de 7.1 grau na escala Richter causou sérios danos a cidade cujo as cicatrizes ainda são expostas em alguns prédios no centro. Incrivelmente plana, a cidade oferece ótimo sistema ciclo viário, tornando a bicicleta um dos mais populares meios de transportes utilizados pelos moradores da região, que são conhecidos como Cantabrians.

Nos arredores o panorama muda. Altas montanhas cercam a cidade tornando a região um paraíso para os amantes de esportes outdoor. O clima frio e chuvoso foi uma constante no período que fiquei por lá, e as chuvas de granizo recorrentes, me deixou bastante assustado.

Fiquei hospedado na casa de Edward Richkoch, membro do Warmshowers, que me tratou muito bem. Edward juntamente com sua esposa, fazem viagens pela região sempre que possível. Amante do cicloturismo, Richkoch me deu dicas valiosas para viajar de bicicleta na Nova Zelândia.

Ao deixar Christchurch, peguei a Estrada Estadual 1 em direção ao sul, em um relevo bastante gentil, alternando longos trechos planos e ondulações suaves. O tempo firmou e a pedalada rendeu!

Em Waimate, um pacata cidade de pouco mais de 7000 habitantes encontrei John e Glenda, que também são membros do Warmshowers. Um casal simpático que além de me oferecer um quarto confortável, me proporcionou uma experiência incrível com um dos produtos mais valiosos da Nova Zelândia, o leite. Ao saber que meu projeto tem um viés gastronômico, me convidaram para participar da produção de um delicioso queijo caseiro. Bem cedo fomos a ordenha, trouxemos o leite pra casa e com mãos mágicas, minha anfitriã transformou aquele robusto líquido de sabor adocicado em um delicioso queijo mozarela, que foi apreciado de várias formas, para o meu deleite….

John, que é o motorista voluntário da única ambulância da região, ao saber da minha paixão por pescaria, me fez pular as 5 da manhã para uma frustrada pescaria. Ficamos cerca de 3 horas no vento gelado da manhã e voltamos pra casa sem sentir ao menos uma fisgada… Pelo menos, o visual do amanhecer no país mais oriental do planeta, compensou…

Aquele relevo tranquilo que mencionei no início do vídeo ficou para trás assim que comecei a cruzar o pais. No interior, as altas montanhas prevalecem. O Danseys Pass com 910 m de altura, associado aos fortes ventos e a estrada de rípio, exigiram bastante do preparo físico.

Cheguei na casa de Ewan e Anne, depois da 9 da noite com frio e molhado e com um soluço ininterrupto, causando em meus anfitriões uma espécie de preocupação e risos ao mesmo tempo. No outro dia, o casal me apresentou ao Curling, um esporte olímpico praticado em uma pista de gelo cuja o objetivo é lançar pedras de granito o mais próximo possível do alvo, utilizando para isso, a ajuda de varredores. Praticamente inexistente no Brasil, foi criado pelos escoceses no século XVI, e hoje tem os canadenses como os principais adeptos do esporte.

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UM MOSTRINHO NA TASMÂNIA – CICLOTURISMO AUSTRÁLIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

TEMPORADA AUSTRÁLIA

EPISÓDIO #12

UM MOSTRINHO NA TASMÂNIA – CICLOTURISMO AUSTRÁLIA – VOLTA AO MUNDO – DA CHINA PARA CASA BY BIKE

Fiz meu check-in o mais cedo possível para sair do vento gelado que soprava em Melborne naquele dia. O Spirit of Tasmania é um transatlântico luxuoso, com cabines confortáveis, bar e restaurante, mais é claro que a forma econômica com que viajo possibilitou comprar uma passagem que me deu direito a apenas uma poltrona semelhante a de um ônibus. Bom, pelo menos mais confortável que selim da bicicleta era…

Antes de zarpar, ainda tive tempo de curtir um lindo por do sol da Baia de Port Philip que protege o porto de Melbourne. A viagem durou a noite toda e por pura sorte acompanhei o mais belo eclipse da minha vida. Eu não sabia do eclipse até encontrar com Jiva, um morador local que veio até mim curioso com a minha bicicleta cheia de alforjes e puxou conversa. Infelizmente não estava com uma lente potente o suficiente para fazer uma boa foto da lua vermelha, como se denominou o eclipse naquele dia.

Desembarquei em Devonport na manhã seguinte, uma cidade pacata e muito organizada, com belas construções, onde fiquei por mais uma noite, e aproveitei para me divertir um pouco em uma pescaria muito bem sucedida, que fez do meu jantar um verdadeiro banquete.

De Devonport, segui viagem para uma pequena cidade chamada Lorinna, um pedal difícil de 70 km entre as montanhas com temperatura entre 3 e 11° C para chegar na casa de Elyse e Wauther, que aceitaram me hospedar via Warmshower, o velho e bom site de hospedagem gratuita para quem viaja em bicicleta. O jovem casal vive em uma fazenda entre as montanhas e estavam começando uma cooperativa para fornecer legumes frescos para os moradores da região. Eles são vegetarianos e o jantar foi colhido minutos antes de ir para a mesa. Foi um refeição farta de legumes, vegetais e uma cerveja produzida por eles. Aliás, me apaixonei pelo estilo de vida deles, que são autossuficientes em praticamente tudo. Quase 100% do que consomem é produzido na fazenda.

No jantar conheci Chris, um amigo do casal que estava indo para uma parte da ilha que não estava em meu roteiro. Ele viaja de motor-home e depois de uma boa conversa aceitei o convite de viajar com ele durante dois dias por uma região que não teria oportunidade de conhecer de bicicleta. Coloquei a bike na van e nesses dois dias percorremos cerca de 280 km entre as montanhas do lado oeste da Tasmânia para conhecer Cradle Valley, Rosebery, Zeehan, Queenstown entre outros pontos turísticos. A noite que compartimos teve direito a uma fogueira quente e um ótimo jantar, aproveitando a estrutura do motor-home.

Chris me deixou em Bronte Park, no topo de uma gélida montanha. Do topo, segui por um delicioso descidão de meia hora até Deloraine, onde retomei meu roteiro inicial no lado leste da ilha.

Em Miena, cidade que fica a 1000 metros de altitude a temperatura chegou a – 4 ° C… e no caminho, entre uma chuva de granizo e vento frio, pela primeira vez em minha vida, pedalei debaixo de neve. O frio foi tão forte que a maquina fotográfica que viaja em uma bolsa no quadro da bicicleta congelou e parou de funcionar em poucos minutos.

Depois, retornei ao meu roteiro inicial e pedalei pelo litoral até Hobart, me deliciando com o visual das lindas praias e encostas e com a tranquilidade que é pedalar por lá!

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A jornada ao redor do globo continua. DA CHINA PARA CASA BY BIKE, compartilhando a viagem enquanto ela acontece! Toda quinta-feira um novo episódio com dicas, curiosidades e o dia a dia de uma VOLTA AO MUNDO DE BICICLETA.

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CICLOTURISMO AUSTRÁLIA ENTRE MELBOURNE E OS 12 APÓSTOLOS – GREAT OCEAN ROAD – VOLA AO MUNDO

TEMPORADA AUSTRÁLIA

EPISÓDIO #11

CICLOTURISMO AUSTRÁLIA ENTRE MELBOURNE E OS 12 APÓSTOLOS – GREAT OCEAN ROAD – VOLA AO MUNDO

Cheguei em Melbourne em um dos finais de semana mais movimentados do ano. Dia da Grand Final da Liga de futebol Australiano, o esporte mais popular do país que é uma mistura de rugby, futebol americano, e futebol. Os vermelhos de Sydnei X Os amarelos de Melbourne. A cidade estava toda colorida e o clima colaborou para deixar o final de semana ainda mais agradável.

De tudo que vi em Melbourne, uma cidade de 4 milhões de habitantes, foi a relação que a população tem com a bicicleta o que mais me chamou a atenção. É incrível a quantidade de pessoas que usa a bike no dia-a-dia! Tudo bem que o clima é ameno na maior parte do ano, e a cidade é praticamente toda plana, isso contribui bastante! Mas o mais incrível é que se pode chagar a qualquer lugar da cidade por ciclovias. Os ciclistas respeitam as leis de trânsito e são respeitados pelos motoristas, seja de carro, ônibus ou caminhão. Aqui, a ordem de preferência é pedestre, ciclista e automóvel… e funciona! Todo mundo cumpre o seu papel! Pedestre só atravessa na faixa e com o sinal verde, ciclista desmonta para cumprir um trecho estreito compartilhado ou quando a via está sofrendo reparos. Motorista usa a ceta, e sempre da preferência na conversão do ciclista que por sua vez da preferência ao pedestre. Toda vez que é preciso cruzar uma rua, as conexões entre rua e calçada são suaves, e não existe aquele soco ou se quer um pequeno desnível que possa causar danos ou desconforto ao ciclista. Quase não existe remendo no piso e toda vez que a via é compartilhada com carros ou pedestres, tem uma placa alertando.

Fiz mais de 10 km andando pela ciclovia a beira do Rio Yarra, rio que corta a cidade, que liga o bairro de Hawthon, onde ME HOSPEDEI, até o centro. Um verdadeiro espetáculo! Foi inevitável fazer a comparação com a ciclovia do Rio Pinheiros em São Paulo.

Antes de seguir para a Tasmânia, pedalei na Great Ocean Road, uma estrada de 243 km a beira-mar entre as cidades de Torquay e Warmambool no estado de Victória no sul da Austrália. A Great Ocean Road é uma estrada que exige preparo físico e muita atenção dos ciclistas, já que é muito sinuosa, montanhosa, exposta a fortes ventos e em grande parte não existe acostamento. Em contrapartida, é uma estrada belíssima, que a cada quilômetro percorrido oferece vistas incríveis.

Sem dúvida os 12 Apostles ( Doze apóstolos) é o ponto alto da estrada. Essa incrível formação de arenito esculpida pelas ondas e ventos destacam-se do continente como torres que chegam a 45 m de altura. Hoje, devido a erosão de longos anos, restam apenas 8 colunas, mas o governo australiano insiste em chama-las de 12 Apostles, um nome um tanto quanto turísticos que continua atraindo milhares de turistas todos os anos.

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